sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Os Piores e Bizarros Cursos Universitários nos EUA

A Young American's Foundation (YAF) é uma fundação conservadora, defende valores tradicionais, liberalismo econômico e defesa militar forte. A YAF tem um olho bem aberto para o que é ensinado nas instituições de ensino nos Estados Unidos e faz pesquisa sobre o ensino de universidades e faculdades dos Estados Unidos regularmente.

Essa pesquisa é muito reveladora. Se, no Brasil, temos a Escola Sem Partido (ESP), a Young American's Foundation pode mostrar claramente para nós que o problema, combatido aqui pela ESP,  é universal e chega às universidades mais renomadas no mundo.

O relato desse ano pode ser lido clicando aqui. No texto tem um sumário, que diz que pesquisando os catálogos de ensino de mais de 50 instituições, a YAF, identificou que:

1) O tema geral é uma tal de "intersectionality" (interseccionalidade), que "estuda" as formas de opressão nas formas de racismo, sexismo, classisismo,.., de qualquer grupo de identidade que se julgue discriminado;

2) Houve uma explosão de disciplinas sobre "queers" (gays, lésbicas, transexuais, etc), todas em favor de afirmar que o sexo é uma escolha não tem nada a ver com biologia. Disciplinas como "Além do Binário", "O que é Homem e Mulher", "Somos todos Loucos: Gênero e Cultura", "Queers e a Bíblia", "Religião Queer" e "Comida Queer",

3) Disciplinas contra o capitalismo também abundam nas universidades americanas;

4) Há também as disciplinas bizarras como sobre: Vampiros, Zumbis, Vibradores, Fidel Castro e Che Guevara (dando glórias aos dois assassinos sanguinários), além de uma tara por Donald Trump. Há disciplinas como : "Raça e Trump", "Casamento e Trump", "Misoginia e Trump", "Estudando Sócrates em Tempos de Trump"...

Vejam a lista de disciplinas da universidades no relatório. É bizarro e assustador. É "comédia e tragédia", como diz a YAF.

Recentemente, eu fui a um seminário em Oxford, com a participação de professores de diversos lugares do mundo e pude ver mais uma vez como o ensino está totalmente bizarro no mundo e como os professores falam as mais tresloucadas asneiras e são aplaudidos.

O que fazer? A YAF costuma também indicar onde estudar para evitar tantas estupidezes.

É guerra cultural, podem ter certeza. É guerra!


quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Muçulmano, Prefeito de Nazaré, Cancela Celebrações de Natal.


Por que ele cancelou o Natal na terra do Salvador? Ora, por causa de Trump.

Supostamente, se Trump não tivesse declarado Jerusalém como capital de Israel, ele permitiria as celebrações.

O prefeito declarou que a decisão de Trump entristeceu os muçulmanos por isso não tem festa de Natal dos cristãos.

Mas, deixando de lado a falta de lógica, mesmo em se tratando da relação judeus-muçulmanos por que os cristãos têm que pagar o pato?

Vejam relato da Fox News.

Just like during the original Christmas, Jesus' birth will not be celebrated in Nazareth this year -- though this time, it's being blamed on President Trump.

Trump's decision to recognize Jerusalem as the capital of Israel has caused a backlash in the region, particularly among Muslims, and the reaction's reverberated to Nazareth, where the town's mayor, Ali Salam, announced Thursday that all planned Christmas events would be canceled.


"Our identity and faith cannot be bargained,” Salam, a Muslim, said, according to 10 News. “[Trump’s] decision has taken away the joy of the holiday and we will cancel the festivities this year.”
Nazareth, the northern Israeli town which is home to a population made up mostly of Muslims and Christians, is scrapping all holiday plans, including a Christmas market and festival.
The annual events are a huge tourist attraction during the Christmas season. Nazareth is believed to be Jesus Christ's childhood home, though he was born in Bethlehem. Still, Nazareth is an important point on the Christian Christmas pilgrimage.

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Por Que Não se Deve Mudar o Pai Nosso - Escritor e Tradutor Anthony Esolen.


Bom, eu diria simplesmente que a oração foi ensinada pelo próprio Cristo e suas palavras são claras fazendo com a tradução seja também clara.

Não se deve mudar "não nos leve para tentações"  para "não nos deixeis cair em tentação". A tradução usada em português e espanhol é simplesmente errada, não corresponde às palavras de Cristo, e o Papa não deveria tentar impor uma tradução errada.

Sem falar, que em termos puramente técnicos de tradução seria uma mudança errada e teologicamente controversa.

Mas aqui vai o que diz o famoso tradutor Anthony Esolen sobre o assunto.  Ele é famoso mundialmente por traduzir por exemplo a Divina Comédia de Dante. Ele é também terminantemente contra a versão que se tem em português e espanhol.

Em destaque, Esolen lembra que o próprio Cristo disse para rezarmos, caos contrário, nós seríamos "testados" ou colocados em tentação. Todos têm que "lutar o bom combate".

O texto de Esolen foi publicado no site First Things.

WHY WE SHOULDN’T CHANGE THE LORD’S PRAYER


Anthony Esolen, 12.11.2017.

Pope Francis has caused another round of cheering and dismay by calling for a “better translation” of the words of the Lord’s Prayer. Specifically, he says that the line familiar to us English speakers as “lead us not into temptation” should be rendered as “let us not fall into temptation,” because a loving Father does not subject His children to evil. We may cite here, in apparent support of that statement, the words of St. James: “Let no one say when he is tempted, ‘I am tempted by God’; for God cannot be tempted with evil and he himself tempts no one; but each person is tempted when he is lured and enticed by his own desire” (Jas. 1:13–14). It was not God who tempted Job, but Satan. It was not God who tempted David with the sight of Bathsheba bathing in her garden, but David himself, whose desire gave birth to the sins of adultery and murder. All Christians, I suppose, will agree.

And yet, and yet: The words of Jesus are clear. The original Greek is not ambiguous. There is no variant hiding in the shelves. We cannot go from an active verb, subjunctive mood, aorist tense, second person singular, with a clear direct object, to a wholly different verb—“do not allow”—completed by an infinitive that is nowhere in the text—“to fall”—without shifting from translation to theological exegesis. The task of the translator, though he should be informed by the theological, cultural, and linguistic context of the time, is to render what the words mean, literally, even (perhaps especially) when those words sound foreign to our ears.
Here someone will shout, “But sometimes the meanings are not literal.” I agree. Sometimes the primary meaning is figurative; but that is still a linguistic judgment, and not theological exegesis. Even so, we are far more likely to paint for our readers a broad range of figurative meaning by keeping close to the literal field wherein that meaning takes root and flourishes, than by dispensing with the literal, and losing it and much of the figurative to boot. Hence translations that suppress the word “seed” (as in “Abraham's seed”), or “fruit” (as in “be fruitful, and multiply,” or Jesus’s parable of the vineyard owner who sent his servants to gather the “fruit” of his land), replacing these words with “offspring” and “produce,” are not only pallid English. They make it impossible for us to hear the figurative resonances of these words as Jesus and his fellow Jews heard them, across all of Scripture. They distance us—who are already farther off than is healthy—from what Aidan Nichols, O. P. has called “the warmth and wonder of created things,” of fruit, and seed, and the marital act that sows the seed.
Someone else will say that language changes over time, and that is why we need revisions. Perhaps; but the ancient Greek has not changed, and English in this regard has not changed. “Lead us not into temptation” means “do not lead us into temptation,” and that is that. We might revise and render “temptation” as “testing” or “trial”: “Do not lead us to the test,” but that would still fall under the pope’s disapproval.
No, I believe that the Greek means what it means, and what it means is accurately rendered as “lead us not into temptation,” exactly the same in Matthew as it is in Luke.
Then someone objects, and says that the Greek is just a translation of the Lord’s Aramaic, so that we, by guesswork, can efface the Greek and replace it with a supposititious original. There are three problems here. First, the Greek is the text we have, and it is canonical. Second, there is no reason to suppose that Greek-speaking Jews did not pray the prayer exactly as the Greek-speaking Saint Luke records it, which in this line is identical to Matthew’s. Third, if we consider a Semitic substrate it becomes more likely, not less, that the Greek me eisenenkeis hemas eis peirasmon is an exact rendering of what would be a verse of psalmic poetry, as I believe all of the Lord’s Prayer is. We would have A + B + C, where A is the negative, B is a causative verb (in Hebrew, “lead” = “to cause to go,” as in Psalm 23) with affixes for second-person singular subject and third-person plural object, and C is “into-temptation.” Such a verse or half-verse would be familiar to every one of Jesus's listeners, and they would have expected it to be completed by a second half. And so it is, in another A + B + C: “but + free-us + from-evil,” each element in correspondence with its partner in the previous half. No, I’m afraid that all attempts to justify an alteration on linguistic grounds fail. But what about the theology?
Let us be careful here. Jesus himself, in Gethsemane, instructed his apostles to pray “lest they be put to the test,” echoing his own words in the Lord’s Prayer. It is not a prayer that they should not fall into temptationmuch less that they should not yield to temptationIt is parallel instead with Jesus’s prayer in the garden, that he might be spared the cup that he was about to drink. Jesus knows our weakness, and knows that trials will come. He knows that, as James says, “blessed is the man who endures trial, for when he has stood the test he will receive the crown of life which God has promised to those who love him” (1:12). But we are weak. We are not yet heroes. We are hardly soldiers at all. So we confess our weakness.
We pray, then, that God will spare us that test—even as we know that tests will come. Jesus himself says it. Satan has demanded Peter, to sift him like wheat, says Jesus, “but I have prayed for you, that your faith might not fail; and when you have turned again, strengthen your brethren” (Luke 22:31). We are not heroes, we are poor and unprofitable servants, yet we are called to say, with St. Paul, “I have fought the good fight, I have finished the race, I have kept the faith” (2 Tim. 3:7). And a Father might very well allow His grown sons and daughters to stand the test, that they might show their strength—His strength in them!—and triumph over the Slanderer.
The words of Jesus, as words, are clear. Their implications are profound. They are hard for us to fathom. They strike us as strange. That is as it should be. Let them stand.

Anthony Esolen is professor of English Renaissance and classical literature at the Thomas More College of Liberal Arts.


segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Papa Francisco Quer Mudar o Pai Nosso


Isso mesmo, ele não gosta de parte da tradução milenar que se tem da oração que foi ensinada pelo próprio Cristo.

No seminário que eu fui em Oxford, um palestrante falou de uma igreja cristã que cortava partes da Bíblia que não se adequavam ao pensamento moderno. E muitos na plateia acharam lindo isso.

Mas essa do Papa pode ser pior do que isso, pois a Oração do Pai Nosso resume de forma belíssima toda a Bíblia e o mistério divino do livre arbítrio.

O Papa não gosta da parte que se diz em inglês: "não nos leve à tentações", prefere a versão que já se tem em português:  "não nos deixeis cair em tentação".

Ele acha que Deus não nos leva a tentações.

Bom, mas na verdade a versão grega original e de sempre é a que se diz em inglês.

Daqui a pouco ele vai dizer que Deus não permite o mal e que não existe livre arbítrio.

Desde as mais antigas traduções do grego para o latim, Vulgata, é assim que é traduzido: não nos leve à tentações.

Podem parecer traduções similares, mas há diferenças e como foi Cristo quem nos ensinou, como mexer nisso?

Vejam o relato disso no site do American Catholic.

O site  Catholic Report tentou salvar o Papa dessa mais uma confusão que ele nos coloca, mas acho que não conseguiu. Leiam vocês mesmos e tomem suas próprias conclusões.


sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Deus e Alá, nos Livros e na Vida - Seminário em Oxford


Por uma graça divina, minha vida acadêmica e profissional já me permitiu participar de seminários e debates em todos os continentes e sobre assuntos diversos, relacionados a economia, a relações internacionais e a religião.

Seguramente, para mim, seminários da disciplina economia são os mais inúteis, a economia se especializou demais, se distanciou demais da realidade e do que é moral, não consegue prover ideias novas, e os economistas ficam disputando quem é o que mais se perde em modelos econômicos inúteis.

Seminários de religião são, para mim, os mais interessantes, mas também os mais sensíveis e perigosos. O assunto é muito delicado. E tenho uma regra: quanto menos ateus tem um seminário, mais o seminário fica interessante. O ateísmo é uma religião que odeia e tenta diminuir todas as outras religiões. O seminário sobre religião é o único que pode ter maioria dos palestrantes que odeia a própria disciplina.

Participei nessa semana de um seminário sobre religião na famosa universidade de Oxford.

Apesar do famoso local do seminário, foi talvez um dos seminários mais fracos sobre religião que já participei, tinha ateu demais. Talvez o seminário só perca em termos de fraqueza para o que fui na Suécia, na universidade de Uppsala. Mas acho que não. Interessante como renomadas instituições estão devastadas intelectualmente em termos de teologia.

Quando eu participo de um seminário, eu realmente procuro aprender com os tópicos que estão sendo falados pelos palestrantes, assim costumo fazer perguntas e dar sugestões.

Vou fazer aqui um pequeno resumo sobre alguns palestrantes do seminário em Oxford. Não assisti a todas às palestras, pois tive um compromisso em parte do tempo, e tive que voltar ao Brasil no último dia.

A minha palestra foi escalada para o primeiro dia. Isso é realmente perigoso em um seminário sobre religião, muito especialmente quando se vai tratar de Alá. Pode haver muçulmanos agressivos na plateia e você não teve tempo de conhecê-los. Se esses agressivos forem mulheres, você está ainda em pior situação, por ficar mais acuado, pois tem de calibrar sua própria agressividade.

O seminário foi liderado pelo vigário da Igreja Anglicana Brian Mounford. Ele foi educado durante o seminário, como costumam ser os ingleses, mas sua posição de extrema esquerda em alguns temas religiosos ficou clara em alguns momentos.

Aqui vão os resumos críticos das palestras que assisti. Se não quiserem ler sobre todas, sugiro que leiam a minha (número 3) e a última sobre casamento gay.

1) A primeira palestra, de uma professora da Irlanda, tentou conciliar o que se chama de "abordagem de capacidade" (capabilities) com religião. A apresentadora certamente favorece essa abordagem contra religião, especialmente contra a Doutrina Social da Igreja Católica. Essa abordagem de capacidades trata sobre "o que uma pessoa é "capaz de ser" e centra seus princípios em "emoções".
E ela ainda trouxe temas econômicos, dizendo que a desigualdade estava aumentando no mundo.

Na hora das perguntas, eu a lembrei que a Doutrina da Igreja tem como base fundamental a realidade do pecado, o que uma pessoa pode ser depende disso. Ela simplesmente respondeu que levaria meu argumento em consideração (hummm... será?).

2) A segunda palestra, era uma senhora idosa, professora nos EUA. O que ela falou em resumo foi atacar Trump, ele seria um monstro que trouxe o armagedom. Nem lembro direito o tema dela. Bom, bobagem, não merecia comentário sério.

3) Daí, chegou minha vez.

Meu artigo chama-se "God and the Dystopias". Eu considero 4 distopias, livros que prevêem um futuro terrível, e procuro ver onde os 4 autores colocaram Deus nos seus futuros terríveis. Usei os livros de Robert Benson, Aldous Huxley, George Orwell e Boualem Sansal.

Depois de mostrar onde estar ou não estar Deus nesses livros, eu discuti se o Deus cristão é idêntico a Alá. Trago a contribuição de muitos filósofos e teólogos sobre o assunto.

Recebi 4 perguntas ao final. Uma delas queria saber como a teologia pode ter efeito prático. Eu respondi dando o exemplo de políticos que dizem que o Islã é religião de paz, será que esses políticos sabem o que dizem?

Outro disse que o Islã tem muitas seitas e em uma delas Alá pode ser conhecivel. Eu respondi que não conhecia essa seita e isso seria difícil pois Maomé disse que nem mesmo ele veria ou conheceria Alá, quando morresse.

Outro perguntou sobre a importância das distopias para o debate. Eu lembrei o quanto os livros de Orwell e Huxley são usados por estudiosos e políticos nos dias de hoje, para tentar explicar o mundo.

Daí, um muçulmano me disse que apesar de Maomé não ser conhecivel, ele podia senti-lo e ama-lo. Eu disse que sim, mas o fato do homem ser a imagem de Deus no cristianismo faz toda diferença, aproxima Deus do ser humano.

E eu iria provar isso na apresentação desse mesmo muçulmano, apesar de achar que ele não se deu conta no momento.

Na hora do cafezinho, 4 professores me elogiaram e pediram meu artigo. E debatemos mais um pouco.

4) Artigo de uma professora dos EUA sobre a neurobiologia da fé. Questões biológicas. Interessante. Mas eu não tenho conhecimento para avaliar.

5) Artigo de professor americano sobre a tolerância religiosa em Ciro, rei persa, que libertou os judeus e aprovou reconstrução do templo. Bem interessante.

6) Artigo de professora dos EUA sobre a imagem do Bom Pastor, de Jesus Cristo. Bem legal, ela realmente ama essa representação.

Perguntei sobre as imagens de peixe e de pelicano de Cristo. Ela respondeu apenas sobre a do peixe que foi usada por cristãos protestantes americanos no século passado.

7) Professora americana falou da "religião da terra", "espírito das montanhas". Não tenho paciência para isso. Deixei passar.

8) Duas professoras iniciantes dos EUA, falaram de forma muito confusa e totalmente despreparada da relação entre religião e direitos humanos. Um lixo de apresentação. Uma delas falava extremas bobagens, com muita firmeza, parecia um gênio que encontrou a verdade e pode ensinar a todos. Putz. Elas também usaram a tal  abordagem de capacidades.

9) Professor de Hong Kong falou sobre a feiúra e a beleza na arte religiosa. Bem legal. Gostei. Ele exibiu a imagem do Altar de Isenheim.

10) Estudante de PhD dos EUA falou sobre o livro de Crônicas da Bíblia, foi bem interessante. Talvez tenha faltado a ela relacionar com a modernidade.

11) Palestra do muçulmano que me questionou. O artigo dele é uma simples comparação entre um estudioso ocidental e um estudioso muçulmano sobre o meio ambiente. Ele queria dizer que o Islã era melhor pois dizia que a religião prega que o ser humano é administrador da natureza mas também deve cuidar bem dela.

Apresentação boba.

Ao fim, eu disse que a Bíblia, logo em Gênesis, diz que o homem é administrador da natureza e como o homem é a imagem de Deus isso pressupõe que deve cuidar bem da natureza.

Ele não quis comentar meu argumento. Só agradeceu. Ficou feio pra ele na hora.

12) Artigo sobre espiritualidade da peregrinação, de professora americana. Horrível. Ela não falou nem muito do assunto. Em suma ela disse que quem não tem lar se volta contra Deus e atinge nova espiritualidade. Chegou a mencionar a teologia da libertação.

13) Palestra de muçulmano sobre a lei muçulmana contra crimes juvenis. Interessante. Não prestei muita atenção, no entanto, porque ele me pediu para filmar a apresentação dele. Eu estava sentado do lado dele. Mas pareceu-me boa.

14) Palestra sobre o Papa Inocêncio III. Eu achei que a professora dos EUA ia falar de Cruzadas, mas ela falou da relação do papa com os judeus. A palestra não foi tão boa porque ela se vestia de forma muito estranha e tinha um penteado estranhíssimo, além disso ficou segurando um computador enorme e não usou Power Point. Mas foi bem interessante o que ela falou.

Ao final, eu sugeri, em particular, que ela usasse o Power Point e que mostrasse logo no título que não ia falar das Cruzadas. Ela foi bem gentil e agradeceu minhas sugestões.

16) Palestra de uma professora americana de "raízes africanas'. Um desastre, só se aceita aquilo, porque ela exaltava toda hora suas "raízes africanas". Passava 20 minutos falando de coisas diversas, sobre como ela plantava seus próprios vegetais, e outras bobagens. O Power Point era só fotos e ideias de animalismo. Na hora das perguntas, foi uma viagem total em meio a sorrisos para agradar. Precisei de muita paciência para não ir embora.

15) Palestra de professor americano em defesa do casamento gay dentro do cristianismo.

Na verdade, o que ele fez foi pegar um livro de um seminarista gay protestante da década de 50, que foi publicado por conta própria, e fez um resumo.

Eu não teria coragem de fazer isso. É picaretagem demais.

Mas, em suma, ele quis dizer que um seminarista gay escreveu esse livro há bom tempo defendendo o que ele defende agora.

Ele insistiu que o cristianismo deve aceitar os gays e esquecer o foco em procriação, o foco deve ser o amor.

O cara ainda teve a petulância de usar a imagem de Cristo com São João para sugerir que Cristo apoiava os gays.

Nessa hora, eu não aguentei e disse um pouco alto, em inglês: "Não, assim não, aí já é demais."

Na hora das perguntas, começou um forte debate entre eu e ele, que teve de ser interrompido pelo vigário anglicano.

Eu comecei dizendo: "Você sabe que o pecado do ato homossexual é um dos que clamam aos céus por vingança, você sabe a história de Sodoma, você sabe que os católicos acreditam nas visões dos santos. Um desses santos, Santa Catarina, falou com Deus, e Ele disse que o ato homossexual era tão grave que até o demônio tinha nojo. Então, pergunto se o seminarista do livro confrontou as ideias dele com as da Bíblia."

Ele não me respondeu, começou a falar  que a Igreja Católica era contra a usura e agora é a favor.

Eu disse: "Usura? Nós não estamos falando disso, e perguntei sobre o seminarista de novo"

Ele se enrolou, falou que a Igreja apoiava a escravidão.

Eu disse novamente que esse não era o assunto, e fiz novamente minha pergunta.

Daí, o vigário interveio dizendo que era melhor parar. Mas, para minha raiva, o vigário disse que o cardeal Newman, que era anglicano e virou católico, defendia o desenvolvimento da doutrina e assim a Igreja Católica ainda iria aceitar o casamento gay e a contracepção.

Minha vontade, era simplesmente dizer que Newman não saiu da Igreja Anglicana para a Católica atrás desse tipo de desenvolvimento. E que a teologia dele de desenvolvimento da doutrina não era assim.

Mas se eu fizesse isso corria o risco do simpósio virar um caos. Fiquei quieto e deixei pra lá, achei que já tinha mostrado meu ponto sobre casamento gay.

É isso, amigos, uma guerra.

Finalmente, acabo de chegar de volta ao Brasil, e como saiu o acordo do Brexit hoje, resolvi acessar o site do The Telegraph para ler sobre o assunto. A capa é sobre Brexit, mas havia um artigo que me lembrou a educação que se tem hoje em dia. O artigo dizia que a educação universitária britânica é uma fraude educacional e financeira. Se é assim em Oxford o que será que temos no Brasil?




terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Minhas Visitas a Chesterton, C.S Lewis e J.R.R Tolkien em Oxford


Estou em Oxford para um simpósio sobre religião, para apresentar um artigo que escrevi que trata de teologia e também de literatura. Vou ver se amanhã eu faço um resumo de minha apresentação e de outras apresentações do simpósio, aqui no blog. Posso adiantar que foi um seminário interessante, mas tecnicamente não foi um simpósio muito bom. Muita bobagem foi dita por alguns professores. Algumas me deixaram até triste. Mas outras foram até divertidas. Vou ver se escrevo amanhã sobre isso.

Mas eu aproveitei minha estadia aqui em Oxford para "visitar" Chesterton, C.S Lewis e J.R.R Tolkien. Claro, eles já faleceram e Chesterton nunca morou em Oxford.

No entanto, em Oxford, nós temos a Chesterton Library, que possui alguns objetos pessoais e livros de Chesterton.

E Lewis e Tolkien moraram em Oxford e frequentaram todas as terças-feiras um pub chamado The Eagle e The Child.

Em suma, visitei a Chesterton Library e o pub.

Para conhecer a Chesterton Library é preciso contactar William Griffiths que mora em Londres, combinar o dia e o horário. A Library ainda está em fase de coletar arquivos mas tem coisas bem interessantes, como a máquina de escrever de Chesterton onde ele escreveu O Homem Eterno. Na foto acima, eu coloco meu dedinho nessa máquina de escrever. Demais.

Para conhecer o pub, não precisa de nada, bastar ir lá. É talvez o pub mais famoso do Reino Unido, pelo encontro que havia entre Lewis, Tolkien e outros, conhecidos como the Inklings. Chesterton participou desses encontros também. 

1. Aqui vão as fotos da Chesterton Library

Igreja de São Luís de Gonzaga, onde está a Chesterton Library, que contou com as missas do Cardeal Newman e teve Tolkien como seus fiéis.


Um artigo com um desenho de Chesterton feito pelo próprio Chesterton.


Óculos de Chesterton


Objetos de teatro infantil de Chesterton


Chapéu de Chesterton


Suas bengalas


Sua máquina de escrever


Primeiro desenho de Chesterton quando ele tinha entre 6 e 7 anos


Dr. William Griffiths me mostra cabelos de Chesterton quando criança, era comum guarda-los.


Livro que estava no bolso do paletó de Chesterton quando ele morreu. Livro de história de detetive.


Fim do passeio, Dr. William disse que entendia espanhol, e assim conseguia ler em português, então eu lhe dei meu livro.


2. O pub The Eagle and the Child

Fotos da entrada do pub



Placa explicando The Inklings


Imagem de Nárnia


Imagem dos Hobbit


Uma miniatura do Hobbit


Gravura dos Inklings


Foto de Lewis


Foto de Tolkien



Espero que tenham gostado. Eu achei os passeios fantásticos, bem melhor que o seminário, hehe.




sábado, 2 de dezembro de 2017

Luxúria e Muçulmanos Tentaram Destruir Santo Sepulcro


Não é interessante e revelador do nosso mundo, luxúria e Muçulmanos tentaram destruir lembrança de Cristo? 

Cristo foi crucificado na Gólgota e depois colocado em uma tumba com apenas 42 metros de distância. 

O imperador Adriano, imperador muito famoso pelo avanço dos domínios romanos, mas também pelo seu amante gay, resolveu construir um templo a Afrodite, deusa da luxúria, em cima de Gólgota e da tumba. Imagem abaixo.


Em seguida, com a vitória de Constantino, que elevou o cristianismo, foi construído uma Igreja Catolica lá, destruindo Afrodite, veja abaixo.



Depois, vieram os muçulmanos, eles destruíram a Igreja feita por Constantino.

Os Cruzados a reconstruíram em 1009. Viva os Cruzados! Vejam abaixo.


Hoje, temos a a Igreja dos Cruzados que foi consagrada em 1149.


Interessante, luxúria e Muçulmanos tentaram destruir a lembrança de Cristo.

O mesmo temos hoje em dia.

Imagens da National Geography.




Líder do Estado Islâmico Admite Derrota e Manda Tropas para Sul da Líbia


Hummm... Líbia, aquele país que Sarkozy e Cameron quiseram tirar do ditador sanguinário Maammar Gadafi, daí grupos radicais terroristas aterrorizaram o país, sodomizaram Gadafi e depois a França e o Reino Unido abandonaram o país no caos, tanto que hoje tem até leilão de escravos por lá.

Obama, não fica atrás, foi lá que ele deixou que terroristas matassem um embaixador seu.  O fato do governo Obama e sua secretária de Estado (Hillary Clinton) terem sidos tão estúpidos diante do ataque terrorista que matou o embaixador, virou até filme.

Diante do caos que ficou a Líbia não é de assustar que al-Baghdadi, líder do Estado Islâmico, vendo a surra que suas tropas estão levando no Iraque e na Síria, tenha recomendado que elas fossem para o sul da Líbia.

Nas suas ordens, al-Baghdadi recomendou que atacassem o Egito, Tunísia e Argélia.

Preparem-se, países do Magrebe  e Egito, a Líbia vai piorar ainda o seu caos interno.

Vejam texto da Bas News.

IS Chief Al-Baghdadi Orders Militants to Reorganize in Southern Libya



RBIL — The leader of Islamic State (IS) organization Abu Baker al-Baghdadi had ordered his militants to resort to southern Libya after they were defeated in Iraq and Syria.
In his letters to the IS leaders in Libya, which have been revealed recently, Baghdadi instructs them to use the rugged areas in south of Libya for reorganizing the militants fleeing from Iraq and Syria, Asharq Al-Awsat reported on Thursday.
The IS chief has also ordered his followers to target Egypt, Tunisia and Algeria.
“Asharq Al-Awsat has seen documents seized from the headquarters of the IS in different parts of Libya, including letters from al-Baghdadi to 13 of his top aides in Libya, some of which date back to the end of last year, and a few weeks later,” the source said.
These documents are kept by the Libyan authorities, it said.
In one of his letters, al-Baghdadi admitted the defeats of the organization in Iraq and Syria, calling on his aides to seek to compensate these defeats by going to the south of Libya.


quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Vídeo: Papa Francisco e as Mãos Budistas




O site Vox Cantoris lembrou do vídeo acima, de 2013, em que o Papa Francisco parece realmente não gostar de ver as mãos postas de um garoto.

O site lembrou disso, porque nesta semana o Papa tem cumprimentado muitos budistas colocando as mãos postas.

Hummm....Esse vídeo é realmente bem intrigante, porque ele usa força para que o garoto deixe de  ficar com mãos postas. Fiquei pensando se fosse eu, garoto, ali do lado do Papa, em cerimônia especial, e ele parasse, me beijasse e depois pegasse as minhas mãos com força e as separasse e ainda dissesse que as mãos pareciam estar amarradas.  O que eu pensaria e guardaria no meu coração? Talvez, logo em seguida, eu perguntaria a um padre se era errado ficar com as mãos postas. Depois perguntaria à minha mãe, pois o padre poderia me enrolar para não contradizer a ação do Papa.

Foi apenas uma brincadeira? Se foi, foi longe demais, estranha demais, e no momento errado demais.

Abaixo uma das fotos do Papa com mãos postas em Myanmar



Será que o Papa perguntaria aos budistas se eles estavam com as mãos amarradas em tom de brincadeira?

Um Papa deve se dirigir a outros líderes religiosos de outras religiões de maneira a se comportar como se fosse da outra religião?

O Papa Francisco lembra realmente o Obama, que sempre queria se rebaixar às outros países. O Papa tem uma mania de querer rebaixar o Catolicismo frente às outras religiões.

Tem fotos de Obama se rebaixando ao Rei da Arábia Saudita e ao Imperador do Japão, por exemplo.




Esse assunto parece bobo, mas não sei ficará sendo assunto bobo na cabeça da criança. E eu respeito muito cabeça de criança.



quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Vídeo: Um Gay Conservador Americano versus uma Muçulmana "Conservadora" Australiana



Por que eu coloquei aspas apenas no "conservadora" da muçulmana? Por que o gay, Milo Yiannopoulos, entende o que é conservadorismo e também sabe o que é Islã. Ela, que se chama Emma, e se diz muçulmana e conservadora, não sabe o que essas duas coisas significam, mas saibam, vocês, que o que ela pensa é compartilhado por "renomados" professores de grandes universidades do mundo, e por inúmeros políticos e até pelo Papa Francisco.

Vou traduzir o vídeo, sem ser ao pé da letra, com pequenos comentários meus em azul.

Gay: Acho que você é conservadora socialmente, não é?

Muçulmana: Acho que nós dois somos contra os radicais islâmicos, nós vivemos no Ocidente, nós não vivemos no Oriente Médio.

Gay: Você moraria no Oriente Médio?

Muçulmana: Este meu país.

Gay: Você preferia morar sob a lei Sharia?

Muçulmana: Há tem diferentes leis Sharia nos países muçulmanos.

Gay: Ok, eu lhe darei algo mais específico. Você acha que mulher deveria poder dirigir?

Muçulmana: Sim, claro, mulher é igual ao homem.

Gay: Bom, não nos países muçulmanos. Nos países muçulmanos, recorrentemente você encontra perseguição a gays e a mulheres. Você tem sorte de morar aqui, não é?

Muçulmana: Há diferentes Sharias?

Gay: Você conseguiria me dizer um país de maioria muçulmana que seria melhor de morar do que aqui.

Muçulmana: Não.

Gay: Ok, não preciso dizer mais nada.

Muçulmana: Espere aí, há muitos países muçulmanos que oprimem as mulheres, mas isso não tem nada a ver com o Islã.

Gay: Ok, então, por que isso ocorre tanto em países muçulmanos?

Muçulmana: É problema do povo, que é dominado por radicais.

Gay: Veja, apenas por eu ser gay, eu posso ser morto em 11 países muçulmanos.

Muçulmana: Ser muçulmano é diferente de praticar perfeitamente o Islã.

Gay: Então todo lugar onde há dominância do Islã, eles praticam mal o Islã, oprimindo mulheres e matando gays?

---------------Daí, a Muçulmana trouxe, sabe Deus o porquê,  Shakespeare. Tentando argumentar que a interpretação do Islã está incorreta.

Gay: Então, não há nenhum país muçulmano ou líder islâmico que interpretou corretamente o Islã? Você sim interpretou corretamente, é isso? Você tem a chave para a interpretação? Que país você criaria com o seu Islã?

Muçulmana: Um país em que Alá quer a paz e o amor, e é justo.

Gay: Você conhecer a teoria da ab-rogação islâmica, não é?

Muçulmana: Não. Não sou uma estudiosa.

-------Ela não sabe nem essa teoria básica do Islã e quer definir um Islã em um país? Tratei muito dessa teoria no meu artigo Trying to Catch the Deluge (publicado no Reino Unido), acessem minha lista de artigos (e se quiserem o artigo, é só me enviar mensagem no comentário).

Gay: Como o Islã é internamente inconsistente, ele precisa de uma lei que ab-rogue certas passagens. Os versos que Maomé teria recebido mais tarde derrubam os versos que Maomé recebeu anteriormente. Isso, na prática, faz com que os versos pacíficos percam validade em nome dos versos violentos do Alcorão.

Muçulmana: Quem lhe disse isso?

Gay: Os inúmeros estudiosos e líderes do Islã. Você está me desafiando com o Islã e não sabem nem o que é a lei de ab-rogação?

-----Muçulmana fica descontrolada e o gay prova que ela não segue os preceitos básicos do Islã como rezar 5 vezes por dia e ir sexta a um mesquita.

Muçulmana: Qual seria sua solução?

Gay: Extirpar o Islã do Ocidente!

-------É a solução normal de qualquer um que sabe o que realmente significa o Islã. Parabéns a Milo Yiannopoulos

Muçulmana: Então sua solução é essa extirpar o Islã do Ocidente?

Gay: Sim, qualquer um que apoie o Islã deve ser enviado ao Oriente Médio.

Muçulmana: Então, você acha que eu devo ir morar no Oriente Médio?

Gay: Sim, se você acredita e segue os preceitos do Islã.

Muçulmana: Você não sabe o que o Islã significa.

Gay: Bom, eu sei o que é a lei da ab-rogação. Eu conheço mais Islã do que você. Você pode perguntar também sobre a Bíblia, hehe.

Muçulmana: Você está pegando partes do Alcorão.

-----Oh, meu Deus, quantas vezes eu ouvi isso quando vou apresentar meus artigos sobre o Islã?

Gay: Eu não estou pegando partes do Alcorão, é a base do Islã.

-----Muçulmana descontrolada e o Gay rindo.

Gay: Ok, você conhece alguém em público que você considera um bom muçulmano?

Muçulmana: Minha família.

Gay: Não, na vida pública, algum muçulmano famoso.

Muçulmana: Não.Os muçulmanos que você ver em público podem não ser muçulmanos;

Gay: Eu acho que sim.

Muçulmano: Tem vários muçulmanos americanos legais.

Gay: Você conhece Linda Sarsour? O que você acha dela?

------Linda Sarsour é uma branca muçulmana nos Estados Unidos, feminista de extrema esquerda, que nunca defende as mulheres do Oriente Médio.

Muçulmana: Eu não acho ela legal não.

Gay: Veja, eu não quero lhe ofender, mas se você não reza, não concorda com nenhum país muçulmano ou qualquer líder muçulmano, você não segue nenhum imã, não vai a mesquitas nas sextas, como você é muçulmana?

Muçulmana: Porque Islã é submissão a Deus.

Gay: Você parece ser submissa à estupidez e não a Deus.

Muçulmana: Eu cumpro alguns preceitos, eu faço caridade islâmica (zakat).

Gay: Você paga zakat todo ano, mesmo?

-----Muçulmana fica descontrolada.

Gay: Mentira, mentira. Você não paga mesmo.

Muçulmana: Eu pago.

Gay: Você tornaria isso público, não é? (desconfiando dela e rindo)

Muçulmana: Eu dou o dinheiro para minha mãe, e ela paga.

Gay: Ok, quanto você dá de zakat?

Muçulmana: Depende.

Gay: Depende não, o Islã é bem específico sobre zakat. Vem cá, você conhece os cinco pilares do Islã?

Muçulmana: Não.

Gay: Você não conhece o cinco pilares do Islã.  Para seu crédito, acho que você pode ficar na Austrália, você não se qualifica como muçulmana.


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Ela pode parecer uma jovenzinha idiota, mas não pense assim, já encontrei os argumentos delas em grandes universidades do mundo, dito por renomados estudiosos e inúmeros políticos e até o Papa Francisco.




segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Vídeo: É Natal na Casa Branca. Não é "Happy Holiday" (de Obama) é Merry Christmas.



A Luz do Mundo: Jesus Cristo nasce na Casa Branca novamente.

Como diz o site Life News, Obama sempre escreveu "happy holidays". Trump prometeu que o "Natal vai voltar de novo".

Voltou.




Os Porteiros da Internet e das Redes Sociais


Não sei até quando manterei meu blog e Facebook, os "porteiros" (Google, Facebook, Youtube, Twitter, Amazon, Apple) defendem comportamentos sociais que eu desprezo e abomino.

No meu livro, Perspectivas do Comércio Exterior do Brasil em um Mundo Caótico, eu falo muito sobre como esses "porteiros" têm afetado o debate político atual, inclusive com corrupção da informação, mentiras mesmo (fake news), sem falar em avalanche de dinheiro para políticos esquerdistas.

Li recentemente um artigo no site Breibart sobre essas grandes corporações da internet.

Esses "porteiros" não estão do lado da liberdade de informação, eles estão do lado do domínio da informação.

Vejam do texto do Breibart abaixo:

Google, Facebook, Twitter and YouTube are the Real Threat to ‘Net Neutrality’


Net Neutrality reform has begun, which means that half of the internet is rejoicing that the web will no longer be tyrannized by big government, while the other half despairs that it will now be tyrannized by big corporations. Who’s right?

First, a note to the latter: the web is already subject to the tyranny of big corporations. Their names are Google, Facebook, YouTube, Twitter, Apple, and Amazon. Together, they have monopolized the public square of the web and destroyed the idea that anyone, no matter how controversial their opinions, can have a voice and build a following.
If you write an app, Apple and Google will be your gatekeepers. If you write a book, Amazon will be your gatekeeper. If you make a video, YouTube will be your gatekeeper. If you wish to share your content, Twitter and Facebook will be your gatekeepers. Their speech codes, already more akin to Angela Merkel’s Germany than First Amendment America, grow more stringent by the day.
Furthermore, there is no oversight, no checks and balances, and only threadbare legal recourse to stop these companies from abusing their colossal concentrations of power. Nothing can stop Twitter from suddenly silencing a popular voice, and it has already done so on countless occasions. Nothing can stop Google and Apple from denying an app creator access to the only relevant marketplaces for their products, and they have alreadydone so.
If left-wing Net Neutrality activists are serious about their demands for “content neutrality” and a “free and open web”, then where have they been for the past few years, as control of the web slowly fell into the hands of a few unaccountable companies?
While they’ve largely ignored the blatant watering-down of content neutrality, by companies that once boasted of their commitment to it, they’ve instead focused their attention on Internet Service Providers (ISPs) like Verizon, Comcast and AT&T.
Do ISPs have the potential to become the content police of the internet, absent regulation? Yes they do, and that is a legitimate concern for defenders of internet freedom. It’s not hard to imagine a scenario in which an ISP, pressured by governments, activists and the media, decides to cut off access to a loathed website (say, the Daily Stormer), and in doing so undermine the principle of the open web.
But it’s weird for ISPs to be the primary target of such fears, when it’s online platforms and services (the ones not currently subject to Net Neutrality rules) that did precisely that. Specifically Google and GoDaddy, which cut off domain support for the Stormer, and Cloudflare, which cut off DDoS protection to the site.
ISPs could conceivably do the same thing, but they haven’t yet, outside of authoritarian countries like China and Turkey. Moreover, they are considerably more resistant to the kind of advertiser boycotts that forced YouTube away from content neutrality, because they’re reliant on subscription rather than ad revenue. They also know that if they take any steps towards censorship, well-funded Net Neutrality activists and their allies in Congress will pounce.
That’s why they, unlike Google, Facebook, Twitter, and other platforms that censor with impunity, have made public pledges not to act as gatekeepers.


sábado, 25 de novembro de 2017

A Religião e a Filosofia de Hitler


Parece-me um livro sensacional, para um debate que é sempre recorrente: quais eram as inspirações religiosas e filosóficas de Hitler? Livro Hitler's Religion de Richard Weikart.

Li uma análise de quem leu o livro e em resumo: o livro aponta que Hitler detestava religião, mas a usava se fosse necessário politicamente. Assim, como adotou o anti-semitismo de Martinho Lutero mas não as outras teses do protestante. E também perseguiu mais a Igreja Católica do que qualquer seita protestante. Weikart define Hitler como um panteísta materialista, sem o aspecto místico do panteísmo. Em termos de filosofia, Hitler era seguidor do anti-semita Schopenhauer, Kant e Hegel e muito especialmente do louco Nietzsche,. Foi inspirado em Nietzsche que Hitler começou o extermínio daqueles que ele considerava fracos, como doentes mentais e velhos. Hitler também era seguidor do darwinista biólogo Ernst Haeckel.

Vejam parte da análise do livro feito por  Filip Mazurczak para o site The Catholic Report, abaixo.

Was Hitler a Christian, an atheist, or neither?



More than seven decades after his suicide, Adolf Hitler continues to play a surprisingly prominent role in America’s culture wars. In debates about the social and public role of religion, both Christians and secularists are fond of citing the example of Hitler—whose name is more synonymous with human depravity than perhaps anyone else’s—as an example of the evils either of religion or of irreligionHow is it possible that Hitler continues to be pegged as either a Christian or atheist, two completely contradictory positions, oftentimes by well-informed people? In his illuminating and well-argued new book Hitler’s Religion: The Twisted Beliefs That Drove the Third Reich, historian Richard Weikart convincingly argues that Hitler was neither, and that as an adroit politician he often made mutually exclusive statements to appeal to various sectors of German society.


Religion is regarded by the common people as true, by the wise as false, and by the rulers as useful,” Seneca mused. Weikart’s book makes it clear that Hitler would likely agree. Drawing upon a plethora of English and German sources—such as Hitler’s radio addresses and statements for the Nazi press—Weikart citesmany contradictory statements by Hitler about religion, some showing him to be anti-religious, others praising “the Almighty” and even sometimes Christianity. This was because Hitler was less interested in the veracity of religion and than in its political usefulness. Weikart notes, for example, that while Hitler approved of Martin Luther’s strong anti-Semitism, he ultimately passed a negative judgment on the father of the Reformation for breaking up German unity. In other words, Hitler’s evaluation of Luther had nothing to do with the latter’s doctrine on justification by faith alone or his approach to the Bible, but was based solely on the political consequences of his break with the Catholic Church.
Likewise, Hitler frequently tailored his statements on religion to appeal to various sectors of German society. Because German and Austrian society was still overwhelmingly Christian (split between Lutherans and Catholics) between 1933 and 1945, Hitler—who was, in Weikart’s words, “a religious chameleon, a quintessential religious hypocrite”—made statements that praised Germany’s Christian roots so as not to not alienate his supporters. An accomplished scholar of German history, Weikartnotes that pragmatism has for years characterized many Germans’ approach to Christianity, and even today it’s not uncommon for Germans who have long abandoned faith in the transcendental realm to still pay the Church tax to secure their children spots in prestigious Catholic schools.
However, Weikart makes it clear that Hitler’s pro-Christian statements were little more than lip serviceto his churchgoing constituents. Although Hitler was born and raised in historically Catholic Austria, he lost his faith in the Church at an early age. Weikart writes that the young Adolf was a rebellious student who frequently quarreled with his high school religion teacher and often mocked Christianity in class. Weikart’s excellent command of German is on display when he notes that in Mein Kampf and in private correspondence Hitler frequently used the term Pfaffe, a disparaging German term for a priest, to refer to clergymen. Hitler’s long-established anti-clericalism was evident after his rise to power as well, when Goebbels’ propaganda machine portrayed the Catholic priesthood as dominated by sexual perverts (on a side note, does that tactic sound familiar?).
In fact, Hitler’s real views on Christianity were so bizarre that they would actually be amusing in their imaginative eccentricity, if not for the fact that they were part of the worldview of a psychopath whose genocidal policies killed 11 million civilians and unleashed the bloodiest war in history. Weikart writes that Hitler, like his favorite philosopher, Nietzsche, disliked Christianity, but admired the figure of Jesus Christ. In Hitler’s view, Jesus himself was a Roman or Greek (Hitler believed that the ancient Greeks and Romans were the precursors of the Nordic “master race”) killed by the perfidious Jews.
Hitler’s Religion is also a readable work of intellectual history. It is quite telling that, according to Weikart’s account, while many German soldiers carried copies of the Bible with them during World War I, Hitler took a five-volume collection of Schopenhauer’s works to the trenches. Weikart argues that while Hitler cared little about the Gospels, he was profoundly influenced by four German thinkers: the anti-Semite Schopenhauer, Kant, Hegel, and especially Nietzsche. In addition to the decades-long debate over Hitler’s religious viewsWeikart also makes an important contribution to the equally contentious and unending debate among philosophers and intellectual historians on Hitler’s indebtedness to Nietzsche. Weikart convincingly argues that whereas Hitler undoubtedly used Nietzsche’s philosophy selectively, the Third Reich carried out certain aspects of the philosopher’s worldview to their logical conclusion. This was especially true in the case of Hitler’s euthanasia program; the fact that the first victims of Nazism were mentally ill or elderly Germans or those with disabilitiesclearly tracks with Nietzsche’s repulsion for the weak and suffering. Meanwhile, Nazi propaganda’s characterization of Jews, Gypsies, Slavs, blacks, and others as Untermenschensubhumans”—was an obvious reference to Nietzsche’s concept of the superman Übermensch.
Hitler’s Religion includes a brief overview of Nazi Germany’s persecution of the Christian churches; from Weikart’s book, it is clear that the Catholic Church was targeted more than the Lutherans. Upon comingto power in Germany, the Nazis liquidated the Catholic Center Party (although Weikart does not mention this, it is worth noting that Georg Ratzinger, the uncle of the future Pope Benedict XVI, was a Center Party parliamentary deputy) and disbanded Catholic youth organizations, newspapers, and civic organizationsWeikart briefly mentions the internment of thousands of priests at the Dachau concentration camp, although one wishes he would do so in greater detail. The story of the imprisonment of more than 2,000 priests from across Europe in the oldest Nazi concentration camp needs to be better known, as it is a graphic representation of Hitler’s disdain for Christianity.
Weikart also brings an important perspective to the debate on the relationship between traditional Christian anti-Judaism and Nazi Germany’s anti-Semitism. Weikart does not sugarcoat anything and correctly notes that the Christian churches had a long history of disdain for the Jews and Judaism (although it should be mentioned that parallel to this tradition was also one of Christian support for theJews centuries before the Second Vatican Council: in the Middle Ages, for instance, numerous popes beginning with Innocent IV in 1247 condemned the blood libel myth that often led to anti-Semitic violence across Europe). However, he brilliantly demonstrates how Christian anti-Judaism differed from Nazi anti-Semitism.
The former, Weikart notes, was related to theological matters. He notes that Jewish converts to Christianity were treated no differently than other Christians by the Christian churches.
Furthermore, Weikart writes that while the Christian churches were for centuries disdainful of Judaism, they at the same time preached love for one’s neighbor regardless of his or her origins. As St. Paul says in Galatians 3:28: “There is neither Jew nor Greek, there is neither slave nor free person, there is not male and female; for you are all one in Christ Jesus. Hitler’s anti-Semitism, however, had nothing to do with religion and was solely related to race. In fact, Hitler hated the Christian churches for refusing to see Jews as such after they were baptized. For Hitler, a Jew was a Jew, regardless of his or her membership in a church. Weikart’s book would be enhanced if he included an overview of the varied responses of the Christian churches—both in Germany and in the countries that it occupied during the war—to the Third Reich’s persecution and later slaughter of the Jews.
What, then, did Hitler believe? Weikart convincingly writes that, although there is no evidence that he explicitly applied the term to himself, Adolf Hitler was a pantheist. Hitler loved spending time in nature, and often spoke of nature and God interchangeably. Hitler believed that the world was willed and ordered by nature, which he gave divine properties. However, Hitler’s worldview was closer to anmaterialistic awe for the orderliness of the universe than to mystical panentheism. While Hitler saw nature as God, his worldview allowed little room for the supernatural. For example, Hitler did not believe in an afterlife in the way most people understand the term. Rather, his concept of the afterlife was that the collective memory of the greatness of a nation would be passed on in history. Weikartnotes that while all nouns are capitalized in German, English translations of Mein Kampf—including the one billed as the Official Nazi Translation”consistently translate Natur as “Nature” with a capital “N.” In Weikart’s view, Hitler actually derived his anti-Semitism in part from the racist, pseudo-biological social Darwinism of German biologist Ernst Haeckel.

It is surprising, however, that Weikart does not mention Hitler’s vegetarianism at all. Just as the SS was killing millions in concentration camps or through mass shootings, Hitler often entertained his dinner guests with nauseating, visceral descriptions of what goes on in butcher shops and meat processing plants.
For all its many important contributions to intellectual history, Hitler’s Religion does have a couple flaws that should be noted. For instance, Weikart incorrectly writes that Hitler’s notion of the Volk “could even mean all those having Nordic racial characteristics, even if they were ethnically Danish or Dutch or Norwegian or Polish.” This error is quite striking. Whereas the Danes, Dutch, and Norwegians are undoubtedly Germanic nations, the Slavic Poles clearly are not.
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