sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Vídeo: Crianças brincam com o Inferno do ISIS.


Ficamos sabendo mais uma vez hoje que o ISIS obriga que crianças assistam decapitações e matanças. Na semana, soubemos que o ISIS capturou uma base militar e fez 250 soldados sírios marcharem no deserto para depois executá-los e deixar os corpos lá, o jornal Daily Mail da Inglaterra chamou de Marcha da Morte.

Santo Agostinho disse que o pior mal é o mal pelo mal, é roubar frutas podres apenas para jogá-las fora. Tenho a impressão que o ISIS supera a descrição de Santo Agostinho. Ele não podia saber, Santo Agostinho viveu 300 anos antes do Islã. O ISIS não jogam fora frutas podres, eles estragam e jogam fora crianças.

Em 2011, eu coloquei um vídeo no meu blog que foi parar até no site do jornalista Augusto Nunes, no qual mostro crianças brincando de serem terroristas suicidas.

Ontem, eu vi outro vídeo nesta mesma linha do mal, dessa vez crianças brincam de fazer execuções sumárias.

Vejam abaixo:





Rezemos pelo mundo, e nos armemos.


(Agradeço o vídeo ao site Weasel Zippers e o texto do Daily Mail ao site PewSitter)

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Vídeo Padre Barron: Acreditar em Si Mesmo vs. Acreditar em Deus


Meta-narrativa é a narrativa por trás da história, ou a lógica da narrativa, ou ainda moral da narrativa. O padre Robert Barron fez um excelente comentário comparando a meta-narrativa moderna versus a meta-narrativa cristã. Para isso, ele usou principalmente o livro do bispo anglicano N.T.Wrigth (capa abaixo) e o filme Hercules (imagem acima).


Barron fez um vídeo em que diz que o livro de N.T.Wright trata da "batalha das meta-narrativas" entre a meta-narrativa da modernidade e a meta-narrativa do cristianismo.

Barron explica que e meta-narrativa da modernidade diz que o mundo chegou a seu clímax na segunda metade do século 18, quando teria surgido a ciência moderna e a democracia e este clímax foi possível superando "as trevas " da religião.

Refletida na frase de Diderot (filósofo francês): Men will never be free until the last king is strangled with the entrails of the last priest." (Os homens nunca serão livres enquanto o último rei não for estrangulado com as entranhas do último padre)

Quantas vezes lemos esta meta-narrativa moderna nos livros escolares, não é?

Para o cristianismo, o clímax do mundo aconteceu quando Deus esteve entre nós, e ensinou a superar o ódio a pregar o amor e superou a morte. O clímax é a superação do mundo e da morte por Deus

Na meta-narrativa moderna, há um tendência de tratar como anacrônico, estúpido tudo que é religioso ou mitológico. Pessoas religiosas são tratados como "pessoas atrasadas, arcaicas, medievais".

O filme Hércules segue a meta-narrativa moderna. Todo os mitos de Hércules viram apenas imaginação e o cara que supostamente teria ver Hércules como um filho de Zeus argumenta que Hércules não é divino mas se "ele acreditar em si mesmo, ele vai fazer o que precisa ser feito". Hércules é descrito como um libertador político contra um tirano no filme.

Vejam o vídeo do Padre Barron abaixo.





Bom, para mim, pegue uma pessoa que extremamente acredita muito si mesma e você está lidando com uma pessoa muito perigosa para os outros e até para ela mesma.

Todos que costumam falar muito no primeiro pronome, tipo eu fiz, eu faço, etc..e também coisas como: "eu mereço" ou "eu sou mais eu", tendem a ser pessoas sem fé.

Pegue um ateu e a fé dele será baseada nele mesmo ou em algum ser-humano idealizado. Nietzsche idealizou Richard Wagner até brigar com ele. Comunistas idealizam Lenin, Stalin, Mao, Fidel ou Chavez.


(Agradeço o vídeo ao site Aggie Catholics)

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

São Francisco, Papa Inocente III e os Muçulmanos.


São Francisco lidou com os muçulmanos da maneira que o Papa Francisco propõe? Não.

Tenho a impressão que o Papa Francisco escolheu o nome Francisco querendo sinalizar a imagem popular que São Francisco tem. Mas a imagem popular está longe do que foi realmente São Francisco.

O Papa Francisco procura ser "mais pastoral", não criticar ninguém, "não julgar ninguém", não atacar nenhuma religião, nem religiões protestantes, nem muito menos o Islã. Dizem que o Papa Francisco quando era cardeal criticou duramente o discurso de Regensburg do Papa Bento XVI, discurso que tratou do relacionamento entre fé e razão e tinha uma alusão ao Islã.

Mas São Francisco não era nada "pastoral" no que se refere à Doutrina da Igreja. Ele era extremamente exigente, especialmente com a liturgia da missa. Ele não suportaria nossas missas "modernas". Ele exigia o máximo de devoção a Cristo e à Igreja Católica.

Sobre os muçulmanos, eu acho que já comentei aqui que São Francisco fez parte da 5ª Cruzada em 1213 (800 anos atrás). Ele foi em pessoa desarmado desafiar o Sultão do Egito, al-Kamil. Discutiu religião com o Sultão, fez prova de fogo (como retrata o quadro acima)  e defendeu as cruzadas dos cristãos contra os muçulmanos, usando o verso Mateus 5:29:30 (Se o seu olho direito faz você pecar...). São Francisco saiu ileso do encontro com o Sultão (depois do desafio do fogo), mas os cruzados que estavam com São Francisco tiveram que lutar muito contra o Sultão, venceram uma importante batalha mas não conquistaram Cairo (um acordo de paz foi feito). 

Aliás, Santa Clara, que compartilhou com São Francisco, o mesmo amor pela Igreja, também enfrentou os sarracenos (muçulmanos).

Para um detalhamento deste ato de São Francisco, leiam o excelente livro de Frank Rega, capa abaixo:




Se o Papa Francisco não segue os passos de São Francisco em vários assuntos, muito menos o Papa Francisco escreveria o que Papa Inocente III escreveu sobre o Islã. O Papa Inocente III proclamou a cruzada que São Francisco fez parte, porque "os cristãos estão nas mãos malignas dos sarracenos (muçulmanos)". 

Hoje, no pontificado do Papa Francisco, milhões de cristãos sofrem em mãos muçulmanas. E morrem muito mais cristãos agora em mãos islâmicas do que na época de Inocente III, muito mais.

O Papa Inocente III estabeleceu a 5ª Cruzada por meio da Bula Quia Maior. É muito difícil achar essa Bula na internet, mas o site de Frank Rega disponibilizou um link para a versão em inglês.

Como é muito difícil ver esta bula na internet, vou disponibilizá-la inteira aqui no blog, na versão em inglês, não vou fazer a loucura de traduzir sem cuidado uma Bula tão importante historicamente (para ler sobre a importância da Bula clique aqui).

Vejam como o Papa Inocente III trata Maomé: "um filho da perdição, um falso profeta que seduziu homens com prazeres mundanos". São Tomás de Aquino disse a mesma coisa de Maomé (já comentei isso aqui no blog).

Bula Quia Maior (abril de 1213)

Because at this time there is a more compelling urgency than there has ever been before to help the Holy Land in her great need and because we hope that the aid sent to her and will be greater than that which has ever reached her before, listen when,again taking up the old cry, we cry to you. We cry on behalf of him who when dying cried with a loud voice on the cross, becoming obedient to God the father unto the death of the cross, crying out so that he might snatch us from the crucifixion of eternal death. He also cries out with his own voice and says, “If any man will come after me, let him deny himself and take up his cross and follow me,” as if to say, to put it more plainly, “If anyone wishes to follow me to the crown, let him also follow me to the battle, which is now proposed as a test for all men.” For it was entirely in the power of almighty God, if he had so wished, to prevent that land from being handed over into hostile hands. And if he wishes he can easily free it from the hands of the enemy, since nothing can resist his will. But when already wickedness had gone beyond all bounds and love in the hearts of many men had grown cold, he put this contest before his faithful followers to awaken them from the sleep of death to the pursuit of life, in which he might try their faith “as gold in the furnace.” He has granted them an opportunity to win salvation, nay more, a means of salvation, so that those who fight faithfully for him will be crowned in happiness by him, but those who refuse to pay him the servant’s service that they owe him in a crisis of such great urgency will justly deserve to suffer a sentence of damnation of the Last Day of severe Judgment.

Oh, how much good has already come from this cause! How many men, converted to penance, have delivered themselves up to the service of the Crucified One in order to liberate the Holy Land and have won a crown of glory as if they had suffered the agony of martyrdom, men who perhaps might have died in their wicked ways, ensnared in carnal pleasures and worldy enticements! This is the ancient device of Jesus Christ which he has deigned to renew in these times for the salvation of his faithful. For if any temporal king is thrown out of his kingdom by his enemies, when he regains his lost kingdom surely he will condemn his vassals as faithless men and for these bad men will devise unimagined torments, with which he will bring them to a bad end, unless they risk for him not only their possessions but also their persons? In just such a way will the King of Kings, the Lord Jesus Christ, who bestowed on you body and soul and all the other good things you have, condemn you for the vice of ingratitude and the crime of infidelity if you fail to come to his aid when he has been, as it were, thrown out of his kingdom, which he purchased with the price of his blood. So you must know that anyone who fails to serve his Redeemer in this hour of need is blameworthily severe and severely to be blamed.

For how can a man be said to love his neighbor as himself, in obedience to God’s commandwhen, knowing that his brothers, who are Christians in faith and in name, are held in the hands of the perfidious Saracens in dire imprisonment and are weighed down by the yoke of most heavy slavery, he does not do something effective to liberate them, thereby transgressing the command of that naturl law which the Lord gave in the gospel,“Whatsoever you would that men should do to you, do you also to them?” Or perhaps you do not know that many thousands of Christians are being held in slavery and imprisonment in their hands, tortured by countless torments?

The Christian peoples, in fact, held almost all the Saracen provinces up to the time of Blessed Gregorybut since then a son of perdition has arisen, the false prophet Muhammad, who has seduced many men from the truth by worldly enticements and the pleasures of the flesh. Although his treachery has prevailed up to the present day, we nevertheless put out trust in the Lord who has already given us a sign that good is to come, that the end of this beast is approaching, whose “number”, according to the Revelation of St. John, will end in 666 years, of which already nearly 600 have passed. And in addition to the former great and grave injuries which the treacherous Saracens have inflicted on our Redeemer, on account of our offences, the same perfidious Saracens have recently built a fortified stronghold to confound the Christian name on Mount Thabor, where Christ revealed to his disciples a vision of his future glory; by means of this fortress they think they will easily occupy the city of Acre, which is very near them, and then invade the rest of that land without any obstructive resistance, since it is almost entirely devoid of forces or supplies.

So rouse yourselves, most beloved sons, transforming your quarrels and rivalries, brother against brother, into associations of peace and affection; gird yourselves for the service of the Crucified One, not hesitating to risk your possessions and your persons for him who laid down his life and shed his blood for you, equally certain and sure that if you are truly penitent you will achieve eternal rest as a profit from this temporal labour. For we, trusting in the mercy of almighty God and the authority of the blessed apostles Peter and Paul, by that power of binding and loosing that God as conferred on us, although unworthy, grant to all those submitting to this labour personally or at their own expense full forgiveness of their sins, of which they make truthful oral confession with contrite hearts, and as the reward of the just we promise them a greater share of eternal salvation. To those who do not personally campaign but at least send out suitable men at their own expense according to their means and station in life and similarly to those who go personally although at another’s expense we concede full forgiveness of their sins. We also wish and concede that all those who donate a fitting proportion of their goods to the aid of that land should share in the remission of sins, according to the amount of their aid and the depth of their devotion.

We also take under the protection of Blessed Peter and ourselvesthe persons and goods of those same people from the time they take the cross; in fact they are to remain under the protection of the archbishops and the bishops and all the prelates of the Church of God and we decree that these goods are to remain untouched and rest unmolested until it is known for certain whether they have died or have returned home. If anyone dares to defy this he must be restrained by the prelates of the churches with ecclesiastical censure and with no right of appeal.

And if any of those setting out to that place are strictly held by oath to repay usuries we order with the same strictness that their creditors be compelled by the prelates of the churches to refrain from enforcing the oaths that had been made to them and to stop exacting usuries. And if any of their creditors forces them to pay usuries we command him to be compelled by a similar censure to restore them. We command Jews to be compelled by means of the secular power to remit usuries to the same people; and all contact of any kind, whether in commercial dealings or in anything else, with all the Christian faithful should be denied them by sentence of excommunication until they have remitted them.

But so that the aid to the Holy Land may be given more easily if it is shared by many, we beg each and every one of you through the Father and the Son and the Holy Spirit, the one only true, the one eternal God – and we speak as Vicar of Christ for Christ - for an adequate number of fighting men with expenses for three years, to be provided by archbishops and bishops, abbots and priors and chapters, whether of cathedrals or other conventual churches, and all clergy, and also cities, villages and castles, according to their own means. And if there are not enough fighting men for this in any particular company, several groups must be joined together. For we certainly hope that manpower will not be insufficient if the means are not lacking. We ask the same thing from those kings and princes, count, barons and other magnates, who themselves perhaps are not going personally to the service of the Crucified one. We also demand naval help from maritime cities.

And so that we should not seem to be laying on others “heavy and insupportable burdens” which we are not willing to “move with a finger of our own”, we declare truthfully before God that we ourselves will do with a willing heart what we have demanded others to do.

We give special license to the clergy for their needs in this business; for this matter and without any contradiction they may pledge the returns of their benefices for up to three years.

Because in fact it would mean that aid to the Holy Land would be much impeded or delayed if before taking the cross each person had to be examined to see whether he was personally fit and able to fulfill a vow of this kind, we concede that anyone who wishes, except persons bound by religious profession, may take the cross in such a way that this vow maybe be commuted, redeemed or deferred by apostolic mandate when urgent need or evident expediency demands it.

And for the same reason we revoke the remissions and indulgences formerly granted by us to those setting out for Spain against the Moors or against the heretics in Provencechiefly because these were conceded to them in circumstances which have already entirely passed and for that particular cause which has already for the most part disappeared, for so far affairs in both places have gone well, by the grace of God, so that the immediate use of force is not needed. If perchance it were needed, we would take care to give our attention to any serious situation that arises. We concede, however, that remissions and indulgences of this kind should remain available to the people of Provence and the Spaniards.

And because corsairs and pirates hinder exceedingly aid to the Holy Land by capturing and despoiling those traveling to and from her, we bind them and their principal aiders and abettors with the bond of excommunication, forbidding, under threat of unending anathema, anyone knowingly to communicate with them in any contract of sale or purchase and enjoining the rulers of their cities and districts to call them back and curb them from committing this inquity. Otherwise we will take pains to show ecclesiastical severity towards their persons and their lands, since such people are turned against the Christian name no less than are the Saracens, and because to them unwilling to confound the wicked is nothing less than to foster them, and a man who openly fails to challenge a malefactor does not escape the suspicion of being in some secret league with him. We renew, moreover, the sentence of excommunication promulgated at the Lateran Council against those who carry weapons, iron and wood, for building galleys to the Saracens and who captain the Saracens’ pirate vessels, and if these people are captured we judge that they are to be punished by the confiscation of their goods and are to become the slaves of their captors. We order sentence of this kind to be read out publicly each Sunday and feastday in all maritime cities.

We are sure that, since we ought to put much more trust in divine mercy than in human power, we ought to fight in such a conflict not so much with physical arms as with spiritual ones. And so we decree and command that once a month there must be a general procession of men separately and, where it can be done, of women separately, praying with minds and bodies humbly disposed and with devout and fervent prayer, that merciful God will relive us of this shameful disgrace by liberating from the hands of the pagans that land in which he accomplished the universal sacrament of our redemption and by restoring it to the Christian people to the praise and glory of his holy name; with this wise proviso that during that procession the preaching of the cross which brings salvation should always be offered to the people in a way that is assiduous and encouraging. Fasting and almsgiving should be joined to prayer, so that with these as wings the prayer itself may fly more easily and quickly to the most loving ears of God, who will mercifully listen to us at the appointed time. And every day during the celebration of mass, when the moment has come after the Kiss of Peace when the saving sacrifice is to be offered for the sins of the world or is about to be consumed, everyone, men and women alike, must humbly prostrate themselves on the ground and the psalm “Oh God, the heathens are come into thy inheritance” should be sung loudly by the clergy. When this has been ended reverently with this verse, “Let God Arise, and let his enemies be scattered: and let them that hate him flee from before his face, the priest who is celebrating must chant this prayer over the altar:
God, who disposes all things with marvelous providence, we humbly beseech thee to snatch from the hands of the enemies of the cross the land which thine only-begotten son consecrated with his own blood and to restore it to Christian worship by mercifully directing in the way of eternal salvation the vows of the faithful here present, made for its liberation, though the same Our Lord etc.

An empty chest must be placed in each church where a general procession gathers. It is to be locked with three keys which are to be looked after faithfully and held, one by an honest priest, another by a devout layman and a third by another religious. The clergy and laity, men and women, should put their alms for the aid of the Holy Land into this chest, to be spent according to the decision of those to whom this concern is entrusted. Nothing ought to be laid down about arranging a fitting place from which the army of the Lord may depart and about its proper and orderly passage and its time of departure until the crusaders have taken the cross. But then, when the circumstances on every side have been taken into consideration, we must decide to take whatever measures seem right with the advice of prudent men.

And so we are committing the task of carrying this out. To our beloved sons the abbot of Salem and the former abbot of Neuburg and Conrad the dean of Speyer and the provost of Augsburg, men of entirely proven integrity and faith, who, after they have admitted to their company men of foresight and integrity, must on our authority lay down and determine whatever arrangements they consider advantageous to promote this business. And they must see to it that their decisions are faithfully and carefully carried out in each diocese by suitable men especially appointed for this task.And so we ask, advise and beseech all of you in the Lord, commanding you by means of apostolic letters and enjoining you in the power of the Holy Spirit, to take pains to show them that you are the kind of people through and in whom they may produce the much desired result, supplying them with necessities inasmuch as these men are acting in the office of Christ’s legation.



(Agradeço a indicação da Bula ao site Big Pulpit)

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Como Perder Fiéis na Igreja? Adotem o Casamento Gay. EUA mostram.


Há apenas um grande motivo para perder fiéis nas igrejas cristãs americanas, a "modernização da doutrina" sobre o casamento, como apoiar casamento gay. É o que mostra Alexander Griswold em um texto escrito no site The Federalist.

Vou traduzir aqui parte do texto de Griswold (em azul).

Até agora, todos nós temos ouvido o refrão de que as igrejas dos EUA precisam liberalizar seus ensinamentos sobre sexualidade e homossexualidade ou elas perderão fiéis. A lógica por trás do argumento é simples: mais e mais americanos estão adotando o homossexualismo e o casamento homossexual. Enquanto as igrejas permanecem em oposição ao casamento gay, essas igrejas vão encolher em irrelevância quando o casamento gay (inevitavelmente, somos informados) torna-se uma questão política estabelecida. 

Esses argumentos muitas vezes servem como uma cenoura, bem como uma vara. Não é tanto que denunciar a homossexualidade vai afastar as pessoas da igreja, mas que abraçar ela também vai levar as pessoas à igreja. Indivíduos LGBT e seus simpatizantes, muitos dos quais possuem uma visão negativa da religião depois de uma guerra cultural de décadas, vão reconsiderar  as igrejas se denominações removessem suas restrições sobre o casamento gay e a ordenação.

Mas uma série de denominações cristãs já deram passos significativos no sentido da liberalização de suas posições sobre a homossexualidade e o casamento, e a evidência até agora parece indicar que a homossexualidade não é um remédio para o número de fiéis. Pelo contrário, todas as grandes igrejas americanas que tomaram medidas no sentido da liberalização das questões sexuais têm visto um declínio no número de membros. 

Griswold considera os casos das igrejas que passaram a apoiar o casamento gay:  Igreja Episcopal, Igreja Luterana Evangélica, Igreja Unida de Cristo (United Church of Christ), Igreja Presbiteriana. Elas perderam fiéis.

Enquanto igrejas que mantiveram seus ensinamentos contrários à agenda gay (Igreja Católica, Mórmons e Assembléia de Deus) aumentam o número de fiéis nos Estados Unidos.

O resultado serve de alerta tanto para fiéis como para padres que defendem uma agenda "mais pastoral" da Igreja e que, muitas vezes, na verdade, isso significa adotar doutrinas contrárias a Cristo.


(Agradeço o texto de Griswold ao site The American Catholic)

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Islã é Religião de Paz? ISIS responde.


Ficamos sabendo hoje pela manhã que o ISIS dominou uma base militar da Síria, decapitou os soldados e expôs as cabeças deles na cidade de Raqqa. Também soubemos hoje que um outro grupo extremista chamado Al-Shabab sequestrou quatro pessoas no Quênia, liberou três que eram muçulmanas e decapitou o cristão. Outro grupo terrorista muçulmano, Boko Haram, declarou que a cidade nigeriana de maioria cristã Gwoza estava sob "domínio do califado" (eu falei dessa cidade aqui no blog, recentemente)

No final da semana, eu li a entrevista de um líder militar do ISIS, que é muçulmano checheno, chamado Tarkhan Batirashvili, mas se auto denomina Abu Omar al-Shishani (foto acima).

Ele disse que o ISIS fará guerra com todos até o domínio completo do Islã. Segundo ele, após o Iraque, o ISIS invadirá o Irã. Diz que o ISIS faz isso tudo seguindo a lei islâmica (Sharia).

Daí, perguntaram se o Islã era uma religião da paz.

Ele não respondeu nem que sim, nem que não. Mas disse: "O Islã é a religião de Maomé. O Islã não é religião hippie ocidental".

Bom, acho que ficou claro, não é? 

Atenção todos os pensamentos do tipo "paz e amor", o Islã não é deste tipo. Outro dia, eu falei aqui no blog do pensamento hippie sobre a guerra.

Na semana passada, o Obama disse que o ISIS não seguida nenhuma religião, pois nenhuma religião motivaria o que o ISIS estava fazendo. Bom, os caras do ISIS certamente leem o Alcorão. Que tal o mundo ver o que está escrito lá, especialmente nos capítulos 8 e 9, os mais lidos pelos terroristas?


(A informação sobre o ataque do ISIS a base militar na Síria está em todos os jornais importantes. Agradeço a informação sobre o Al-Shabab e o Boko Haram ao site Weasel Zippers)

sábado, 23 de agosto de 2014

Discutindo com um Ateu. Dawkins e os Ateus que eu conheço.


Esta semana o ateu mais famoso do mundo, Richard Dawkins, declarou que é uma "obrigação moral" abortar crianças com síndrome de Down, refletindo o pensamento de eugenia antigo que pode ser encontrado de Charles Darwin (no livro The Descent of Man),  passando por Nietszche (livro Beyond the Good and Evil), por Margaret Sanger (livro The Pivot of Civilization) até Hitler (que matou milhares de deficientes durante o nazismo).

J.D.Flynn fez uma carta aberta para Dawkins sobre esta sugestão diabólica dele. A ex-candidata a vice-presidente dos Estados Unidos, Sarah Palin, que tem um filho com síndrome de Down, também reagiu, lindamente.

Como diz o site Real Life Catholic, um ateu pode sim ter uma vida com boas experiências, pode ser uma pessoa de bom trato com as outras, educada, etc. Mas o ateísmo leva sempre a conclusão lógica de que a vida humana não tem nenhum sentido, por isso a ideologia dessas pessoas bem educadas logicamente levam à destruição do homem. Como mostra Dawkins.

Eu acrescentaria que o ateu tende a ter mais sucesso no mundo. O mundo não pertence aos cristãos, como alertou Cristo. Como o ateu tende a ser dedicar ao mundo, às coisas materiais, ele tende a ter mais sucesso. Usando um exemplo bem simples, quando eu era jovem eu via claramente a diferença de tratamento das pessoas quando eu andava no carro de meu pai e quando eu andava a pé. Todos sabem como o dinheiro atrai pessoas. E todos sabem que elas desaparecem quando o dinheiro (poder, fama, etc.) acaba.

Eu de vez em quando debato com ateus. Não porque eu ande atrás de debate é que eu não deixo passar certas frases ditas pelas pessoas.

Eu sempre vejo caraterísticas semelhantes em ateus. Tais como:

1) Eles não estudaram religião. Eles costumam não saber nada sobre cristianismo, islamismo, judaísmo, etc. Não lêem a Bíblia. Não estudam teologia.

2) Mesmo sem ter estudado, eles falam como alguém que tem toda certeza sobre o que dizem. Eles parecem religiosos fanáticos.

3) Rapidamente, eles vão se irritar pois logo fica claro que eles não conhecem nada sobre religião, se você mostra isso de forma educada.

4) Eles podem até ter estudado lógica, e até saberem muita matemática, mas cometem erros grosseiros de lógica no raciocínio.

Esta semana eu debati duas vezes com ateus. E vi todas estas características acima.

O primeiro é muito estudioso e fala diversas línguas, segundo ele. Estávamos conversando sobre economia. Quando ele disse que a economia não tinha base moral. Daí, eu respondi que tudo tem base moral e a base moral da economia desde Adam Smith é o pecado do egoísmo.

Daí, o debate passou a ser religião, e ele soltou várias informações absurdas, como: "Desde de 2 anos, eu sei que Deus não existe".

Como uma criança de dois anos pode responder a maior pergunta da humanidade?

Ele falou também que "não está nem aí para pecado". Então, eu perguntei se ele cometia então qualquer pecado sem se preocupar. Ele respondeu que não. Daí, eu disse que então ele estava sim aí para pecado. E que ele acabara de cometer o maior pecado ao dizer que não está nem aí. Ele disse que nem sabe quais são os 10 mandamentos (!). Daí, eu disse que esse pecado que ele cometeu não faz parte dos 10 mandamentos, mas era o único imperdoável. Era o pecado contra o Espírito Santo, que o próprio Cristo disse que não tinha perdão. A partir daí, ele ficou meio perturbado, não soube como responder às minhas informações, e ainda disse que esperava que "Deus o perdoasse"(!).

O outro debate foi em na cadeira da dentista.

Ela estava me contando um caso e lá pelas tantas disse que "para médicos, dentistas e advogados" não se mente. Eu acrescentei que ela deveria incluir os padres na lista. Ela ficou irritada e disse que não, que "tem muito padre ruim, que não confia em padre".

Daí, eu perguntei: "você confia em advogados, médicos e dentistas? Todos são ótimos?". Ela, então, entrou em contradição, respondeu: "Eu não, detesto advogados e a grande maioria dos médicos e dentistas são péssimos". Daí, eu perguntei: qual diferença em relação aos padres, então?

Ela não soube responder obviamente e perguntou se eu conhecia um tal padre Marcos. Mas mesmo se o tal padre Marcos seja terrível, ele não representa a totalidade dos padres, nem a média dos padres. É um erro lógico tomar o todo pelo particular.

Bom, em resumo, eu diria que debater religião é uma das coisas mais importantes da humanidade. Se você quer defender o cristianismo, deve se preparar para não cair em armadilhas de ateus. Lembre que o próprio Demônio usou passagens da Bíblia contra Cristo (Lucas 4). Além disso, sempre seja educado debatendo, sendo também assertivo. E, finalmente, estude lógica. Eu sou professor de lógica e costumo dizer aos meus alunos que se os brasileiros soubessem apenas lógica (não precisa saber português ou matemática) seríamos um país muito melhor. Deus é logos, razão, lógica. Além de amor.


sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Vídeo: Como Derrotar o ISIS?


Será que o Islã é como a tribo Amalec da Bíblia? Falo disso mais adiante, mas antes vamos ao que motivou a pergunta.

Ontem, eu vi um tenente coronel americano chamado Ralph Peters respondendo sobre como deve-se lidar com o terroristas islâmicos do ISIS que destroem a Síria e o Iraque e matam milhares, especialmente cristãos e muçulmanos xiitas.

Ralph Peters é muito conhecido nos Estados Unidos, está sempre dando entrevista sobre questões militares na Fox News (principal canal a cabo dos Estados Unidos).  E ele costuma ser muito sensato nas suas respostas. É bastante respeitado. A patente de tenente coronel (lieuitenant colonel), está abaixo de coronel, mas coronel é logo abaixo de general de brigada. Em suma, tenente coronel é uma patente bem elevada.

Peters respondeu a pergunta em um debate sobre a morte do jornalista americano James Foley (foto acima), que foi decapitado pelos terroristas do ISIS.

Peters respondeu assim: "O jeito que deve-se lidar com estes terroristas nojentos sanguinários do ISIS é: você os mata, continua matando, até que você mata o último deles, então você mata a cabra de estimação deles".

(No original: Kill them, keep on killing them until you’ve killed the last one, then kill his pet goat.)

No vídeo abaixo aparece a resposta de Peters, a pessoa que editou o vídeo resolveu fazer troça do que disse o tenente coronel. Esqueçam as animações colocadas no vídeos, com ursos e explosões, e se concentrem no que disse Peters.





Assim que eu li o que disse Peters, eu me lembrei de I Samuel 15 da Bíblia, no qual Deus ordena Saul que mate e destrua todo que representa a tribo Amalec. A ordem é exterminar  toda a tribo de Amalec (homens, mulheres, crianças), suas casas, bois, ovelhas, tudo, não era para poupar nada, era para realizar completo extermínio. Acontece que Saul desobedeceu Deus e poupou o rei Amalec, chamado Agag, e os melhores animais da tribo. Por conta disso, Deus não quis mais que Saul fosse rei de Israel.

Ao que parece, Peters pensa no ISIS como algo que representa o mal em si, como os Amalecitas que atacaram Israel durante a fuga do Egito.

Mas pelo o que conheço Peters, não acredito que ele defenda o genocídio. Mas apenas em dar uma lição a um grupo terrorista, sendo impiedoso na guerra contra eles. Ele apoia que os Estados Unidos lancem o poder militar americano com muita força contra o ISIS, não fiquem apenas jogando bombas do alto. As palavras que ele usou são alimentadas pela decapitação bárbara de um jornalista americano.

Por outro lado, mais do que matar os terroristas, o mundo precisa reconhecer que lida com uma ideologia maligna, escrita no Alcorão, isto é bem mais difícil de derrotar do que simplesmente matar os terroristas do ISIS. Esta ideologia não está apenas no ISIS, nem apenas no Oriente Médio. Temos inúmeros grupos terroristas islâmicos no mundo e temos radicais islâmicos morando em todos os países.

Finalmente, o mundo precisa reconhecer, inclusive o Papa Francisco, que precisa do exército americano para vencer o ISIS e proteger os inocentes.

As palavras do tenente coronel, relativizando pela emoção de ver uma decapitação, são bem mais sensatas do que dizer que é preciso manter diálogo com os terroristas, na esperança inocente de que se pode convencê-los de que eles não devem matar pessoas, usando apenas o diálogo ou dinheiro.


(Agradeço o vídeo ao site Weasel Zippers)

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Quem matou o Americano foi um Britânico. E Muitos Franceses acham Bom.


O jornal inglês Daily Mail revelou que quem matou o jornalista americano (que era católico), James Foley, foi um britânico. No vídeo, o assassino tem forte sotaque britânico. E o Reino Unido diz que sabe quem é.

Diz o jornal:

U.S. Secret Service and intelligence services in the United Kingdom are searching for Foley's executioner who spoke with a British accent in the video, the Guardian reported Wednesday.
The Englishman is believed to be the ringleader of a group of British fighters holding other foreign hostages in Syria.

He is reportedly from London, and one of the point-men engaged in hostage negotiations in Raqqa, Syria, an ISIS stronghold. 

One former hostage told the Guardian that the British executioner is 'intelligent, educated and a devout believer in radical Islamic teachings,'.

Traduzo em azul: (O serviço secreto americano e a inteligência britânia estão atrás do assassino de Foley que falou com forte sotaque britânico no vídeo, o jornal The Guardian disse ontem. O inglês faz parte de um grupo de britânicos que lutam pelo ISIS. Relata-se que ele é de Londres, e um dos que fazem as negociações com os reféns em Raqqa, na Síria, reduto militar do ISIS. Um antigo refém disse ao The Guardian que o assassino é britânico, é inteligente, educado e um fiel devoto dos ensinamentos islâmicos).

Eu já tinha lido sobre isso, mas ontem, li de novo que há mais britânicos se unindo ao ISIS do que ao exército do Reino Unido (!).

Ontem, eu também li que a ICM Research perguntou na Alemanha, Reino Unido e na França se a população tinha opinião favorável ou não com relação ao ISIS.

O resultado surpreendeu pela enorme quantidade de franceses que defendem o ISIS, 16% da população, coisa de 10 milhões de pessoas! Vejam abaixo:


Como disse o arcebispo Emil Nona, o ISIS vai chegar no Ocidente. Mesmo porque há muitos defensores do ISIS dentro do Ocidente e muitos já estão lutando pelo califado islâmico.


(Agradeço a informação sobre o assassino britânico e sobre a pesquisa ao site PewSitter,  e a informação sobre britânicos no ISIS ao site Weasel Zippers).