sábado, 22 de abril de 2017

Criador do Dia da Terra Matou e Mumificou Namorada e As Previsões Lunáticas Ambientais


Neste dia da Terra, que tal relembrar seu criador, Ira Einhorn? Ele era defensor da paz, do amor livre, do fim da violência (defendeu o fim da guerra no Vietnã). Ele argumentava pelo "poder das flores".

Ele foi o mestre de cerimônia do primeiro dia da Terra no dia 22 de abril de 1970, mas se mostrou extremamente violento e adotou escravidão para o amor.

Ira não aceitou o fim de relacionamento com Hellen Maddux. Quando ela foi buscar os pertences dela no apartamento dele, Ira a espancou, a matou e tentou mumificá-la. Escondeu o corpo no seu closet. Até que a polícia fez uma investigação no apartamento dele e achou o corpo. Ele fugiu dos Estados Unidos, e só foi pego depois de 23 anos quando a França o extraditou. Durante seu julgamento ele disse que a CIA tinha matado Hellen. Ele foi condenado pela morte de Hellen.

Vejam o relato da história do violento assassino Ira Einhorn.

Que tal lembrar também das previsões ridículas que não cansam de aparecer, feitas por ambientalistas radicais como Ira Einhorn?

O site Ricochet mostrou uma coleção das 13 mais ridículas previsões ambientais que envolveram o Dia da Terra:

Behold the coming apocalypse, as predicted on and around Earth Day, 1970:
  1. “Civilization will end within 15 or 30 years unless immediate action is taken against problems facing mankind.” — Harvard biologist George Wald
  2. “We are in an environmental crisis which threatens the survival of this nation, and of the world as a suitable place of human habitation.” — Washington University biologist Barry Commoner
  3. “Man must stop pollution and conserve his resources, not merely to enhance existence but to save the race from intolerable deterioration and possible extinction.” — New York Times editorial
  4. “Population will inevitably and completely outstrip whatever small increases in food supplies we make. The death rate will increase until at least 100-200 million people per year will be starving to death during the next ten years.” — Stanford University biologist Paul Ehrlich
  5. “Most of the people who are going to die in the greatest cataclysm in the history of man have already been born… [By 1975] some experts feel that food shortages will have escalated the present level of world hunger and starvation into famines of unbelievable proportions. Other experts, more optimistic, think the ultimate food-population collision will not occur until the decade of the 1980s.” — Paul Ehrlich
  6. “It is already too late to avoid mass starvation,” — Denis Hayes, Chief organizer for Earth Day
  7. “Demographers agree almost unanimously on the following grim timetable: by 1975 widespread famines will begin in India; these will spread by 1990 to include all of India, Pakistan, China and the Near East, Africa. By the year 2000, or conceivably sooner, South and Central America will exist under famine conditions…. By the year 2000, thirty years from now, the entire world, with the exception of Western Europe, North America, and Australia, will be in famine.” — North Texas State University professor Peter Gunter
  8. “In a decade, urban dwellers will have to wear gas masks to survive air pollution… by 1985 air pollution will have reduced the amount of sunlight reaching earth by one half.” — Life magazine
  9. “At the present rate of nitrogen buildup, it’s only a matter of time before light will be filtered out of the atmosphere and none of our land will be usable.” — Ecologist Kenneth Watt
  10. “Air pollution…is certainly going to take hundreds of thousands of lives in the next few years alone.” — Paul Ehrlich
  11. “By the year 2000, if present trends continue, we will be using up crude oil at such a rate… that there won’t be any more crude oil. You’ll drive up to the pump and say, ‘Fill ‘er up, buddy,’ and he’ll say, ‘I am very sorry, there isn’t any.’” — Ecologist Kenneth Watt
  12. “[One] theory assumes that the earth’s cloud cover will continue to thicken as more dust, fumes, and water vapor are belched into the atmosphere by industrial smokestacks and jet planes. Screened from the sun’s heat, the planet will cool, the water vapor will fall and freeze, and a new Ice Age will be born.” — Newsweek magazine
  13. “The world has been chilling sharply for about twenty years. If present trends continue, the world will be about four degrees colder for the global mean temperature in 1990, but eleven degrees colder in the year 2000. This is about twice what it would take to put us into an ice age.” — Kenneth Watt
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quinta-feira, 20 de abril de 2017

Sheik do Dubai Patrocina Cartazes em Homenagem ao Papa Francisco


O Wikipedia descreve Mohammad Bin Rashid Al Maktoum,  como onorificamente chamado de Sheikh Mohammed, atual primeiro-ministro e vice-presidente dos Emirados Árabes Unidos, além de ser emir de Dubai

Dubai costuma ter muitos problemas relacionados ao não respeito aos direitos humanos. Mas Mohammad lançou em outubro passado a organização Global Tolerance Initiative

Essa organização está fazendo sucesso em Roma por colocar inúmeros cartazes espalhados na cidade em homenagem ao Papa Francisco, saudando o Papa pelos seus "atos de misericórdia e tolerância",

O Papa Francisco foi nomeado "Campeão da Tolerância Global na Páscoa de 2017". A organização convida a todos a seguir o "sábio conselho" do Papa Francisco e "ler a Bíblia com mentes e corações abertos".

A organização diz que além de colocar 300 cartazes em Roma mandou 700 panfletos foram divulgados entre bispos e padres.

Humm... 

Será que a Igreja pode colocar uns cartazes em Dubai?

Será que a Igreja pode ler a Bíblia abertamente e fazer trabalhos missionários na defesa de Cristo em Dubai?

Chesterton dizia que tolerância era a qualidade daqueles sem princípios!

Humm...

Leiam sobre os cartazes, clicando aqui


quarta-feira, 19 de abril de 2017

Gays e Lésbicas Engravidam e Abortam Bem Mais que Heterossexuais. Lésbicas não ficam Lésbicas.


Pesquisa mostra que gays e lésbicas engravidam e abortam muito mais do que heterossexuais. Certamente isso tem a ver com a vida bem mais desregulada sexualmente.

Mas também a pesquisa mostra que mulheres lésbicas têm muito mais chance de engravidar do que mulheres heterossexuais. As mulheres que se dizem lésbicas parecem revelar apenas uma situação de momento e não uma decisão para a vida toda. Em geral, estudos mostram que as mulheres que se dizem lésbicas são movidas por questões sociais e do ambiente que vivem, elas não ficam lésbicas para sempre, elas não se tornam bissexuais, tendem a se tornar heterossexuais. Os homens gays são um pouco mais constantes no tempo, e são mais bissexuais.

Mas, em geral, não levem a sério quando se diz que gays e lésbicas são de nascença. 

Essas questões são discutidas no excelente texto abaixo do site The Witherspoon Institute. Vale muito a pena lê-lo.

Why Are So Many Lesbians Getting Pregnant?

terça-feira, 18 de abril de 2017

Documentário: A Invasão Global do Radicalismo Islâmico.





O documentário acima trata de como a imigração é um método islâmico para dominar os países ocidentais.

Na semana passada, a primeira-ministra da Alemanha admitiu que entre os refugiados admitidos na Alemanha há muitos terroristas.

Mas o problema não é apenas que o terrorista islâmico esteja entrando como imigrante, o problema é a ideologia de morte islâmica, que pode dominar não só os imigrantes, como qualquer um.

O problema não são apenas os terroristas islâmicos, o problema é o forte impacto cultural em um país europeu.

Como eu costumo dizer, para se vencer o terrorismo islâmico deve-se usar duas armas.1) Armas tradicionais contra aqueles que querem matar; e 2) Armas culturais, é preciso colocar o Alcorão debaixo do sol e ver o que este livro mostra. Daí, negá-lo na sociedade. Sem essas duas armas, não é possível vencer o terrorismo islâmico.

Discuto no meu livro sobre Guerra Justa, como o Papa Francisco está historicamente e teologicamente equivocado ao defender a imigração em massa e ao dizer que Islã é religião de paz. No meu livro, eu não trato de imigração, não é esse o foco do livro. Mas discuto o efeito da chamada "Primavera Árabe" na imigração para a Europa.

O controle de imigração é saudável, pois a imigração em massa é terrível contra a cultura de um povo.

Hoje li que a candidata Marine Le Pen da França está furiosa contra o Papa Francisco por ele defender a imigração se esquecendo, não apenas do impacto cultural, como também do custo financeiro disso na sociedade.


segunda-feira, 17 de abril de 2017

Turcos na Alemanha e na França Dizem Não para Democracia


Os bens materiais, o conhecimento da democracia e da diversidade cultural não ensinaram nada aos turcos que moram na Alemanha, na França, na Áustria e na Bélgica.

A população de origem turca que vive na Europa, vive principalmente na Alemanha e na França, muito especialmente na Alemanha, onde uma partida de futebol entre Alemanha e Turquia terá o estádio com maioria turca. A Alemanha é o país mais rico da Europa, onde há melhores chances de se conseguir um emprego bom e há muitas chances de apoio do governo. País para onde correm milhões de imigrantes.

Na votação de domingo, 63,07% dos turcos morando na Alemanha decidiram apoiar o ditador Recep Erdogan, dando mais poderes a ele e chance dele ficar no poder até 2029. Na França, um proporção ainda maior de turcos apoiou Endorgan (64,85%), na Áustria alcançou 73,23% e foi recorde na Bélgica (74,89%).  Eles deram o YES para o ditador Erdogan.

Se os bens materiais, a democracia ocidental e o politicamente correto não ensinaram nada aos turcos vivendo na Europa, o que os manteve pró-ditadura?

Será o Islã?

Bem, provável. O Islã não reconhece a democracia.

O site Wikipedia traz a descrição da distribuição dos votos.

O New York Times relatou que um advogado alemão reclamou que turcos vivendo na Alemanha deveriam ter votado pela democracia na Turquia. O líder do Partido Verde na Alemanha ao ver o resultado que apoia a ditadura disse que o culpado era a "falha na integração". Sempre a mesma desculpa.

Vejam abaixo:

A leading German lawmaker has called on Turkish immigrants to show more commitment to Germany's democratic values after a clear majority of the 1.4 million Turkish immigrants who were eligible to vote in the Turkish referendum cast their ballot in favor of President Recep Tayyip Erdogan.
According to state-run Anadolu Agency, 63.07 percent of the Turks in Germany voted in favor of Erdogan's plans to greatly expand the powers of his office.
Cem Ozdemir, one of the heads of the Green Party and a son of Turkish immigrants himself, told German news agency dpa on Monday the strong support for Erdogan was also the result of decades of failed integration policies in Germany, which as a society never gave Turks a sense of fully belonging.

domingo, 16 de abril de 2017

Vídeo: Qual é a Data Exata da Crucificação de Jesus Cristo



O vídeo acima é do Dr. Taylor Marshall, do New Saint Thomas Institute (NSTI). Eu, durante três anos, fui aluno do Dr. Marshall e de seu fantástico instituto. Tenho dois certificados desse Instituto.

No vídeo acima, ele mostra uma aula sua no NSTI sobre a data exata da cruficação de Jesus Cristo, usando a Bíblia e dados astronômicos.

Não tenho tempo para traduzir o vídeo, mas aqui vão os 9 pontos que Marshall mostra e que estabelecem a data exata.

1) Lucas 3:1, diz que João Batista começou seu ministério no décimo-quinto ano de governo do imperador romano Tibério Cesar;

2) Tibério Cesar substituiu o imperador Augusto Cesar no dia 19 de agosto do ano 14. E governou até o ano de 37. Então, João Batista começou seu ministério entre os anos 28 e 29;

3) Dessa forma, Jesus Cristo foi batizado por João Batista entre os anos 29 e 30;

4) O ministério de Jesus se estendeu de 3 a 3 anos e meio. O Evangelho de São João diz que Cristo, durante seu ministério, passou por pelo menos três celebrações de Páscoa e no máximo quatro:

1. João 2:13,23;
2. João 6:4;
3. João 11:55 e 12:1

5) Isso coloca a morte de Cristo por volta dos anos 33 e 34;

6) Todos os quatro evangelistas dizem que a crucificação de Cristo começou poucas horas antes do início do dia sabbath judeu, que é observado do pôr do sol da sexta-feira até o por do sol do sábado. Esse dia é celebrado na Páscoa com a presença da lua cheia.

7) Com ajuda de computadores astronômicos, podemos saber com certeza como estava o céu em qualquer período. Assim, é possível procurar uma sexta-feira com lua cheia entre os anos 30 a 34. 

Há apenas duas datas possíveis:

- 7 de abril de 30
- 3 de abril de 33.

Pelas informações anteriores, a única data possível é 3 de abril de 33.

8) Assim, o batismo de Cristo deve ter sido no início do ano 30 ( a Igreja marca a epifania para​ dia 6 de janeiro) e a ressurreição ocorreu no dia 5 de abril de 33.

9) Os judeus consideravam que o dia começava no por do sol. Assim, quinta-feira santa à noite já era a sexta da Páscoa.


sábado, 15 de abril de 2017

Padre Samir: "Papa Francisco Deveria Dizer a Verdade sobre o Islã"


Eu já falei aqui algumas vezes do Padre Samir Khalil Samir, também mencionei o padre no meu livro de Guerra Justa. Ele é um padre egípcio, que é autoridade em Islã.

Ele deu uma entrevista ao National Catholic Register,  sobre a próxima visita do Papa Francisco ao Egito, após os ataques terroristas a duas igrejas cristãs.

Padre Samir foi claro, disse:

- "O Islã não é religião de paz";

- "O Estado Islâmico só faz o que o Islã sempre fez ao seguir o Alcorão e Maomé", e que o

- "Papa Francisco deveria dizer a verdade sobre o Islã no Egito".

A entrevista é sensacional sob vários aspectos.

Vejam parte da entrevista feita pelo National Catholic Register.

Father Samir: Egypt’s Palm Sunday Terror Reflects a Sickness Within Islam
The Egyptian priest, who is an authority on Islam, discusses the factors driving the murderous attacks on Christians and what he hopes the Pope will say when he visits Egypt this month.
VATICAN CITY — Oil money, Wahhabi extremism and an Islam unwilling to reform itself are the principal reasons for the terrorist attacks on two Egyptian churches on Palm Sunday and the rise of Islamism over the past 100 years.
This is according to Jesuit Father Samir Khalil Samir, professor of Islamic studies at the Pontifical Oriental Institute in Rome, who says it is false when people say such attacks have nothing to do with Islam. “ISIS is not doing anything which is neither in the Quran nor in the Mohammedan tradition,” he says.
In this April 10 interview with the Register, Father Samir — who is Egyptian himself — discusses the main motivations behind Islamic violence, why it’s important to say exactly how things are within Islam and help reform it, and his hopes for Pope Francis’ April 28-29 visit to Egypt.

What are the primary causes of these attacks? What’s behind them? Is it primarily to do with Islam, politics or something else?
For a year or more, the Muslim Brotherhood were attacking regularly during the presidency of Mohamed Morsi (2012-2013); they were attacking Christians, for any reason. For instance, they alleged a Christian who was building a house for his two children was in fact not building a house, but a church, so they are trying to make problems for the Christians. This happens regularly, but it became much more intense.
Now this time, what we hear from Egypt is that ISIS is saying they are behind these attacks, but there’s also support from the Muslim Brotherhood because they were ejected from the political system. The feeling is that the attacks against Christians in Egypt are becoming more frequent and violent. This has never happened before, that they attack so many churches and precisely on such a great Christian feast. The last ones took place before Christmas, and now these two attacks during Holy Week. The intent is probably to attack the president indirectly, through the Christians, to say he’s not able to govern or control the situation. In north Sinai, they attacked Christians and so the government moved them. Now they’ve come back under the protection of the army. In the past month, we’ve had three big attacks, and four months ago we had the attack near the Coptic cathedral.

Is attacking Christians, therefore, really about attracting negative attention against the government more than it is against Christians per se?
It’s both because they attack Christians without reason, in different situations — this year, last year and so on. Christians and Jews are their enemies, but there are no more Jews in Egypt. Christians are 10% of the population, 9 million people. So this Islamic movement, for six years now, has simply wanted to create a new caliphate, by all means possible, because there’s a great crisis within the Islamic world, and the crisis is turning into violence.

What is precipitating this crisis?
In Islam they are not prepared nor able to renew themselves, as [Egypt’s] President [Abdel Fattah Saeed Hussein Khalil] el-Sisi said in December 2014 when he took power. He spoke to Al-Azhar University and gave a beautiful speech, in which he said we need to make a revolution in Islam, to rethink the whole system. The scholars all applauded, said, “Yes, Yes,” but they haven’t changed anything in the teaching. Many intellectuals on Egyptian television came and developed this argument and said Al-Azhar is unable to make the reform we need. Nothing has changed.

Are you of the view that Islamism is the true Islam?
ISIS is the application of what is taught. It’s not outside Islam, or something invented. No, they are applying Islam. When we hear it has nothing to do with Islam — that it means salaam; that it means peace — this is all false. It’s not true. ISIS is not doing anything which is neither in the Quran nor in the Mohammedan tradition. Everything is taken after a decision taken by an imam. A mufti and imam will say this is or is not allowed.
This isn’t just a problem in Egypt, but Egypt represents the greatest and strongest country, and also where you have the most important school of Islamic learning — just as we have Rome for the Catholic Church, Islam has Al-Azhar University.

Given this fact, what do you think about the Pope’s visit to Cairo? Should he say this hard truth about Islam, but in a diplomatic way?
Yes. He should certainly be very diplomatic. He wants to be more than diplomatic, to foster good relations with them, this is sure. He is avoiding hard words. He never said Islam is also a religion of violence — he said the opposite. He said there’s no violence in religion and so on, because this is his aim: to help Muslims, who are the second-most important group in the world, to have a dialogue and understanding.

Is that an acceptable way of approaching the issue, in your view?
Well, it’s not my way. I think it’s important to say things with charity, with friendship, but to say things as they are: that it cannot continue like this; we have to rethink Islam. This is my vision. They cannot take the texts of the seventh century literally as they are in the Quran. He [the Pope] does not dare to say something like that because he doesn’t know the Quran well enough, and so on. So I understand his position, but it would be better to have a clearer and more frank discussion — with openness, but also with some realism.

The Pope called for the hearts of the terrorists to be converted and for the conversion of the hearts of those who traffic weapons. Is that a fair point, or is that not going to the root cause?
Certainly, in Egypt everyone says the whole structure of ISIS is something elaborated by Saudi Arabia and Qatar, the Wahhabi countries, against the Shia. It’s also my opinion. What does ISIS mean? It’s “Islamic State for Iraq and Syria.” This is the name they have chosen, taken from the Arabic Daesh, which means exactly that.
Now why Iraq and Syria? Because in Iraq we have a Shia government after the death of Saddam Hussein. The U.S.A. organized the country like that; they said the Shia are a small majority so the government should be led by Shia, with Sunni. In Syria the government is Alawite, which is a branch of Shia, although they are at most 15% of the population. This has been the case for 50 years now, with the father, Hafez al-Assad, and now his son, Bashar al-Assad. So the Sunni — who are 70%-75% — organized the protest against the government because they want to take power.
The question is religious, too, and supported by the rich countries of Arabia. And the rich buy the weapons from the U.S. principally, but also England, France, Italy and Germany to a smaller degree. So there is in fact an international war going on, but it is not clear. It seems to be they’re using this revolutionary Islamic State, which was partly formed by the U.S., from Iraq, after the occupation of Iraq, after the death of Saddam Hussein, because the U.S. formed a group of well-trained military. The so-called caliph, Abū Bakr al-Baghdadi, was one of these people trained by the U.S.
So all the conditions were there, but no one was thinking it would be so savage, that it would be absolutely inhuman. They killed and tortured people; they took women and people as slaves and turned children into bombs.

This was unprecedented?
We had never seen something like that, so the reaction of official Islam is that this has nothing to do with Islam, but this is in fact a lie. It has 100% to do with Islam, with chosen texts from the Quran and sharia [Islamic law]. They’re not doing anything against Islamic law.

How much is Islamism primarily due to Islam rather than, perhaps, Arab culture? Why, for instance, does Islamism appear much less prominent in Indonesia, the world’s largest Muslim country, than in the Middle East? 
Everything comes from the Middle East in Islam, this is sure, but, unfortunately, even in Indonesia, where there are 220 million people, they are now no longer as they were 15 years ago. There was a Protestant who was elected to parliament, and they wanted to put him in prison simply because he said something against Muhammad. This was once unthinkable in Indonesia.
Then you have Pakistan and Bangladesh, which are much worse than what we see in the Arab world. The propaganda coming from the Wahhabi countries is organized to go everywhere — to Asia and Africa. You have Boko Haram [in Nigeria] and others in Sudan. This is the general movement of this Wahhabi thinking and for the imams. It’s organized by Al-Azhar, whether they want it to be or not.

Do you think Al-Azhar is also partly responsible for Islamism?
I don’t think Al-Azhar has wanted to create something like that, but the teaching they are giving, as a consequence, is a radical Islam. President el-Sisi some weeks ago proposed that, from now on, a man is not allowed to say to his wife: “You are repudiated” (I divorce you). The repudiation by words, as it is practiced today, means you just had to say three times you are repudiated in the presence of two Muslim men. He said no, from now on, all should go through a tribunal, but Al-Azhar refused with the argument that this was already in force in the time of Muhammad and we cannot touch it.
So the conflict is within Islam, and the solution is within Islam. We have to reform Islam and our understanding of Islam.

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Possível Milagre: Hóstia Sangrando na Argentina Nesta Semana Santa.


O site Catholic News relata a ocorrência de um possível milagre em hóstia durante adoração ocorrida em um centro de reabilitação para drogados na Argentina, província de Santa Fé.

A hóstia começou a sangrar durante a adoração no dia 11 abril desta semana de Páscoa.

O nome da província é sugestivo e o nome do centro de reabilitação também, chama-se São Miguel.

Que São Miguel nos proteja e guie a Igreja a Cristo.

O bispo iniciou processo de investigação.

Vejam relato do fato clicando aqui.

Feliz Páscoa em Cristo a todos os amigos do blog. Que Cristo nos abençoe. Rezemos.