segunda-feira, 22 de maio de 2017

O Envenamento de Robert Spencer (talvez maior especialista em Islã do mundo)





Li muitos livros sobre o Islã e sobre a história do Islã para escrever meu livro Teoria e Tradição da Guerra Justa: do Império Romano ao Estado Islâmico, incluindo o próprio Alcorão, claro. E um dos primeiros livros que li sobre o assunto foi  Inside Islam: A Guide for Catholics, escrito por Robert Spencer e Daniel Ali. No meu livro, eu cito outro livro de Spencer chamado The Complete Infidel's Guide to ISIS.

Para mim, Robert Spencer, além de ser brilhante e profundo conhecedor de Islã, é um guerreiro, ele está sempre disposto a discutir sobre o Islã com qualquer pessoa, com qualquer líder ou imã islâmico em qualquer lugar todo mundo. Ele já fez inúmeros debates. Eu já assisti muitos debates dele pelo youtube contra religiosos muçulmanos e mesmo com católicos famosos como Dr. Peter Kreeft. Eu, sinceramente, nunca vi Spencer perder um debate.

Por isso mesmo, por ser um profundo conhecedor dos perigos da ideologia muçulmana, Spencer é odiado por muçulmanos e esquerdistas de todo tipo.

Agora soube que tentaram envenenar Robert Spencer na Islândia, onde ele foi para realizar mais uma conferência.

O próprio Robert Spencer, que graças a Deus, sobrevivieu ao envenenamento, que conta como ocorreu o ataque a ele, no vídeo acima.

Ele conta que tinha marcado uma conferência na Islândia, e antes de sua chegada por lá, ele foi atacado com todo tipo de nome pelos jornais islândeses. Ele seria propagador de ódio e até um Adolf Hitler.

Mesmo assim os islândeses foram em peso assistí-lo falar e a conferência foi um sucesso.

Como é de praxe, após a conferência, ele e outros palestrantes foram a um restaurante celebrar. Durante o jantar chegou um jovem junto a mesa dele e o cumprimentou dizendo que era seu fã. Depois, longe da mesa de jantar, chegou outro jovem e o xingou.

Acabado o jantar, Spencer foi para o hotel e começou a passar muito mal, vomitando e tendo taquicardia. Foi levado pelo seus seguranças para um hospital, onde os médicos diagnosticaram o envenenamento. Spencer acha que foi o jovem que disse que era seu fã. Suspeita que tenha jogado um narcótico e sua bebida, pois o outro que o xingou não estava perto da mesa.

Em todo caso, ele mostra o totalitarismo muçulmano ou esquerdista que nao deseja o confronto de ideias. Não é por acaso que Spencer que se move protegido por seguranças.

Rezemos pela saúde de Spencer, que ele continue em pé como um guerreiro das ideias para a grande guerra cultural de nossos dias.


domingo, 21 de maio de 2017

Trump na Arábia Saudita: Defesa de Judeus, Cristãos e Mulheres e Defesa do Bem contra o Mal.






Primeiro, Trump não se curvou quando cumprimentou o Rei Salman da Arábia Saudita. Como Obama fez, a quase beijar o chão. Vejam a comparação dos dois cumprimentos, clicando aqui.

Apesar de se curvar frente ao Rei, Obama foi muito permissivo com o maior inimigo da Arábia Saudita, o Irã. Assim, a Arábia Saudita está muito feliz com a vitória de Trump.

Agora, temos um discurso histórico de Trump frente aos líderes dos países islâmicos. Estou assistindo ao vivo, mas o discurso foi antecipado pela Casa Branca e muitos jornais já colocam partes do discurso.

Trump fala mais termos religiosos do que em termos políticos. Ao ponto de falar da alma dos terroristas, que irão para o inferno. E diz que  a luta contra o terrorismo não é um questão de luta contra civilização, é uma luta do bem contra o mal que todos os líderes islâmicos têm de se juntar aos Estados Unidos para derrotar o jihadismo e até defender judeus e cristãos. Trump mencionou Deus diversas vezes e usou a palavra Deus, não Alá. E mencionou grupos terroristas, incluindo o Hamas, que domina a Faixa de Gaza. O presidente a Autoridade Palestina estava presente.

Frases lapidares do discurso:

-  "Terroristas não fazem adoração a Deus, eles fazem adoração a Morte"!!

- "Terroristas inspiram apenas a morte"

- "Heróis não matam inocentes, eles as salvam"

- "As almas dos terroristas estão condenadas".

- "As terras muçulmanas são também terras de cristãos e judeus".

Trump disse que os países muçulmanos têm de fazer a parte deles na luta contra o terrorismo.

Eles repetiu várias vezes que os países islâmicos têm de eliminar o radicalismo islâmico.

Arábia Saudita não é, no entanto, inocente com relação ao terrorismo mundial. Por exemplo, dos 19 terroristas de 11 de setembro de 2001, 15 eram sauditas. O país também financia escolas que ensinam o radicalismo islâmico pelo mundo.  Além disso, a Arábia Saudita é uma ditadura que oprime seu povo.

Finalmente, como eu costumo dizer, para que os países muçulmanos sigam o que pediu Trump, teriam que rasgar metade do Alcorão e uma imensa parte da vida de Maomé. Foi um discurso fantástico, maravilhoso, o Papa Francisco não teria a coragem de Trump de dizer aqueleas palavras, mas foi jogar pérolas aos porcos.



Trump Ordena Militares "Aniquilarem" Estado Islâmico


General Jim Mattis (foto acima) revelou o plano do governo Trump contra o Estado Islâmico ontem.Trump publicou um decreto executivo assim que tomou posse dando 30 dias para os generais elaborarem um plano para finalizar os jihadistas do Estado Islâmico.

Ontem foi divulgado esse plano: "avançar, cercar e aniquilar os jihadistas evitando que eles levem terror para Europa e outras partes do mundo". O pentágono chamou de "Campanha de Aniquilação". 

Trump também determinou mais liberdade para que os generais em batalha decidam como proceder contra os jihadistas.

O governo Trump também revelou que está trabalhando junto com a Rússia contra os terroristas e até estabeleceu uma "linha vermelha" de comunicação entre os dois países para que cada um diga sua localização evitando fogo amigo.

Trump assim muda completamente a estratégia de Obama, que fazia "microgerenciamento" das ações contra o Estado Islâmico e controlava as decisões dos generais, tomando muito tempo para decidir.

Bom, concordo com o método de Trump. Será que a Europa e o resto do mundo vão agradecer a Trump se o plano der certo?

Vejam o relato da notícia feito pelo Yahoo News.



Pentagon plans to 'annihilate' IS fighters

Thomas WATKINS

Washington (AFP) - President Donald Trump has instructed the Pentagon to "annihilate" the Islamic State group in Syria in a bid to prevent escaped foreign fighters from returning home, Defense Secretary Jim Mattis said Friday.
The move to encircle then kill as many jihadists in place as possible -- rather than letting them exit a city and targeting them as they flee -- reflects an increased urgency to stop battle-hardened jihadists bringing their military expertise and ideology back to European capitals and other areas.
The president has "directed a tactical shift from shoving ISIS out of safe locations in an attrition fight to surrounding the enemy in their strongholds so we can annihilate ISIS," Mattis said, using an acronym for IS.
"The intent is to prevent the return home of escaped foreign fighters."
Trump, who campaigned on a pledge to quickly defeat IS, signed an executive order soon after taking office giving his generals 30 days to come up with a revised plan to wipe the jihadists out.
The review resulted in the new "annihilation campaign" and saw commanders gain greater autonomy to make battlefield decisions.
Critics of Barack Obama's administration frequently complained of White House micromanagement and a lengthy approval process causing delays on the ground.
Mattis called foreign fighters a "strategic threat" should they return home and said the annihilation effort would prevent the problem from being transplanted from one location to another.
- Arming the Kurds -
The US-led coalition has been battling IS since late summer 2014, supporting local fighters on the ground with a combination of considerable air support, training and weaponry.
Trump this month authorized the United States to arm the Kurdish faction of an alliance fighting IS in northern Syria, much to the consternation of Turkey, which views them as terrorists.
Though the jihadists have lost 55 percent of the territory they once held in Iraq and Syria and over four million people have been liberated, IS still controls the Syrian stronghold Raqa, swaths of the Euphrates River valley and other areas including a small part of Mosul in Iraq.
Operations in Syria are further complicated by the country's tangled knot of groups fighting in the civil war.
Russia joined that conflict in late 2015 to prop up President Bashar al-Assad, bringing a new dimension of complexity and risk.
General Joe Dunford, who chairs the Joint Chiefs of Staff, noted the US is working successfully with Russia to "deconflict" military operations in Syria.
The two sides established a hotline to inform each other of their forces' location to avoid any mishaps.
Dunford hinted the US had a "proposal" to further enhance deconfliction, but he didn't give any details.
"My sense is that the Russians are as enthusiastic as we are to deconflict operations and ensure that we can continue to take the campaign to ISIS and ensure the safety of our personnel," he said.
Separately, the Pentagon announced that Dunford has been nominated to serve a second two-year term in his job as the country's top military officer.

quarta-feira, 17 de maio de 2017

O Que Alimenta o Ódio a Trump?


A Editora Prismas me pediu para dirigir uma coletânea sobre comércio exterior. Há princípio sairão três livros. O primeiro foi eu que escrevi e já sairá por volta de julho.

O que isso tem a ver com o ódio a Trump?

Bom, no meu livro sobre comércio exterior eu uso bases teóricas que não são comuns em livros sobre o assunto. Eu considero teoria do caos, racionalidade limitada e erística.

O ódio a Trump tem a ver com a erística: "arte" de vencer um debate sem ter razão, usando argumentos falaciosos.

No livro, eu falo de "fake news" e como jornalistas são a principal fonte de fake news. Isso afeta a economia, a política e a própria concepção de mundo.

Nesta parte, eu uso Trump como exemplo. Mostro o conluio de jornalistas, Facebook e Google com Hillary para derrotar Trump, ao ponto de passar as perguntas a Hillary antes do debate e ao ponto de dar muito dinheiro a Hillary mesmo. Mostro um gráfico de todo o dinheiro de jornalistas para Hillary.

O ódio a Trump agora é ainda mais forte, pois apesar de todo apoio da mídia, Hillary perdeu.

Isso chega ao Brasil. A primeira página do Estadão de hoje é um ataque Trump, feito por um cara demitido por Trump que era odiado por Hillary e pelos democratas que agora dizem ama-lo.

Por que o Estadão faz uma primeira página contra Trump para o público brasileiro que ainda não sabe nem o que é a Lava Jato?

Outro grande fonte de ódio a Trump é apoio dele contra o aborto. Feministas, ONU e esquerdistas em geral odeiam Trump por isso pois perderão muito dinheiro.

Ontem saiu mais uma notícia de Trump contra o aborto global que não saiu no Brasil, mas que alimenta o ódio da esquerda abortista do mundo.

Trump expandiu política que impede o financiamento de dinheiro público americano ao aborto global. Grupos pró-vida estão muito felizes com ele. Nas palavras de uma líder pró-vida, Trump acabou com a "exportação de aborto". Um péssimo e maligno comércio exterior.

A notícia foi divulgada pelo National Catholic Register.

Vejam abaixo:

Trump Administration Expands Pro-Life Mexico City Policy
Pro-life leaders applaud the move, which allows more forms of foreign funding to be directed to organizations that do not perform or support abortions overseas.


WASHINGTON — The Trump administration on Monday announced that it would begin implementing an expanded “Mexico City Policy,” which pro-life leaders hailed as a key step to curtailing abortion funding.

The expansion means that more forms of foreign funding will be directed to organizations that do not perform or support abortions overseas.

Secretary of State Rex Tillerson released the plan to put this expansion into action. Entitled “Protecting Life in Global Health Assistance,” the plan extends the ban on funding of abortion supporters to other forms of foreign aid like global health assistance.

“With the implementation of ‘Protecting Life in Global Health Assistance,’ we have officially ceased exporting abortion to foreign nations,” said Marjorie Dannenfelser, president of the Susan B. Anthony List, on Monday.

Back in January, President Donald Trump reinstated the Mexico City Policy, which prohibits U.S. funding of non-government organizations that perform or promote abortions through family-planning funds.

The repeal or reinstatement of that policy is typically one of the first actions a new president takes once in office and is usually a sign of support for abortion or for the pro-life cause during his presidential term. President Trump re-instated it days after taking office.

The policy was begun by Ronald Reagan in 1984, repealed by Bill Clinton in 1993, reinstated by George W. Bush in 2001, repealed by Barack Obama in 2009, and again reinstated by President Trump in January, on the same week that Vice President Mike Pence addressed the March for Life in person.

In this week’s press release, the State Department explained that this expanded ban on funding of abortion supporters would apply to “international health programs, such as those for HIV/AIDS, maternal and child health, malaria, global health security, and family planning and reproductive health.”

All in all, $8.8 billion in foreign aid would be covered under the expanded policy, the pro-life Susan B. Anthony List said.

However, some funding would not be affected by the stipulations, the State Department said.
Funding not affected by the policy change would include “global health assistance to national or local governments, public international organizations, and other similar multilateral entities,” along with “humanitarian assistance, including State Department migration and refugee-assistance activities, USAID disaster and humanitarian-relief activities, and U.S. Department of Defense (DoD) disaster and humanitarian relief.”
The overall amount of foreign aid would not be cut under the policy, the State Department insisted, and “funding previously obligated will not be affected as a result of this policy.”

“The United States remains deeply committed to supporting health programs around the world,” the agency stated.
Pro-life leaders applauded the Trump administration for expanding the Mexico City Policy.

“This humane policy seeks to respect and protect the precious lives of unborn girls and boys from the violence of abortion,” said Rep. Chris Smith, R-New Jersey.

The policy change “simply ensures our hard-earned tax dollars are used by other health care entities that act consistently to save lives, rather than promoting and performing abortion,” Dannenfelser said. “Abortion is not health care.”

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Trump não é perfeito, ninguém é, muito menos políticos. 

Mas ele é um grande apoio para a vida e para os cristãos no mundo, ao contrário de Obama, Hillary e a mídia global.



sábado, 13 de maio de 2017

Qual a Influência do Pai na Religião do Filho?


A Sociedade Chesterton do Brasil publicou ontem um artigo meu sobre a influência do pai na religião do filho. Eu usei o caso do pai do puro de coração Gilbert Keith Chesterton, brilhante escritor inglês.

Além de falar de paternidade, do pai de Chesterton e das religiões de Chesterton, eu acabei falando do espiritismo brasileiro e de modelo de educação.

Leiam no site da Sociedade.

Espero que gostem.

Obrigado ao meu amigo Diego.

Viva Nossa Senhora de Fátima.


sexta-feira, 12 de maio de 2017

"Papa Francisco é Pôncio Pilatos para a Venezuela"



Amanhã faz 100 anos da primeira aparição de Fátima. O comunismo está ainda por aí e dentro da Igreja. Infelizmente, o que Nossa Senhora nos alertou sobre os "erros da Rússia" ainda está forte entre nós e no Vaticano.

Vejamos o caso da Venezuela.

Acima são venezuelanos carregando cruzes negras no Vaticano, cruzes representando os mortos pela ditadura de Maduro. Mas parece que ninguém no Vaticano está preocupado com isso.

O jornalista Sandro Magister foi direto ao ponto: O Papa Francisco se mostra um Pôncio Pilatos, lava as mãos para os mortos e para o regime terrível da Venezuela.

Vejamos parte do artigo dele:

Pontius Pilate Has Reappeared In Venezuela


The number of dead is now around forty, the wounded number a thousand. It is the price of a month of popular demonstrations, even of only women dressed in white, against the presidency of Nicolás Maduro, in a Venezuela on the brink.
A Venezuela in which a new factor has recently taken the field, and this is the growing, systematic aggression against properties and personnel of the Catholic Church.
Vatican sources - starting with “L'Osservatore Romano” - as detailed as they are in covering the developments of the crisis, are sparing with news about aggression against the Church.
There is not a single reference to this even in the letter that Pope Francis wrote on May 5 to the Venezuelan bishops, who on the same day published a vibrant declaration against the announcement made by Maduro of a “constitutional convention” to reform the state for his use and consumption, meaning in practice - the bishops charge - to impose “a totalitarian, militaristic, violent, oppressive police state system” even worse than the “21st-century socialism” set up by Maduro’s predecesssor, Hugo Chávez, a leader still praised by many leftist populist groups in Latin America and elsewhere.
For Sunday, May 21, the bishop have called a “Day of prayer for peace in Venezuela.” But meanwhile, here is an initial survey of the aggression against the Catholic Church, published by the Venezuelan journalist Marinellys Tremamunno in La Nuova Bussola Quotidiana of April 2:
Nothing is off-limits. Death threats and blasphemous graffiti on the walls of churches. Masses interrupted by incursions of Chavist “colectivos.” Caracas cardinal Jorge Urosa Savino silenced during the homily and forced to leave the church. The venerated image of the Nazarene in the cathedral of Valencia smeared with human excrement. The chanceries of the dioceses of Guarenas and Maracay plundered. Thefts of consecrated hosts in Maracaibo. The headquarters of the episcopal conference devastated. One priest killed in Guayana and another abducted.
But it doesn’t end there. On May 4, the doors of the cathedral of Caracas were damaged and its walls were covered with graffiti in praise of the government. That same day, a crowd of students from the Catholic university marched on the episcopal residence, as a sign of solidarity.
Because by now the bishops too are an “enemy” against whom the Maduro presidency is lashing out with vehemence. Especially after the failure at the outset of the attempt at mediation between the government and opposition groups supported at the end of last year by pope Jorge Mario Bergoglio through his envoys:
The stance adopted by the Vatican authorities to foster a reconciliation among the parties was that expressed by Cardinal Pietro Parolin, formerly the nuncio in Caracas before his appointment as secretary of state, in the letter he sent to the parties in mid-December, “in the name and at the behest of the Holy Father.”
In it, he identified four conditions for the opening of dialogue:
- humanitarian channels to guarantee the population food and medicine;
- restitution to the parliament (in which the opposition groups are in the majority) of the prerogatives stipulated by the constitution;
- the liberation of political prisoners;
- new free elections.
But the Maduro presidency has not wanted to meet any of these conditions. On the contrary, it has made additional decisions that have ramped up the repression.
And Pope Francis has been punctually informed about everything. Also through direct conversations with Venezuelan bishops, including the president of the episcopal conference, Cardinal Baltazar Porras Cardozo, archbishop of Mérida, who met with the pope in Rome on April 27, on the eve of his journey to Egypt.
So one can understand the disappointment and anger of many Venezuelans, including bishops, when two days later, on April 29, during the customary press conference on the flight back to Rome from Cairo, Francis said this about the crisis in Venezuela:
“There was an effort by the Holy See, but this did not produce results, because the proposals were not accepted, or were diluted with a ‘yes, yes, but no, no.’ We all know the difficult situation in Venezuela, which is a country that I love very much. I know that now there is insistence - I believe on the part of the four former presidents [of Colombia, Spain, Panama, and Santo Domingo - editor’s note] - to restore this facilitation. I believe that conditions have already been presented. Very clear conditions. But part of the opposition does not want this. Because it is curious, the opposition is divided. And, on the other hand, it appears that the conflicts are intensifying all the time. There is something astir, I am informed about it, but it is very much up in the air. But everything that can be done for Venezuela must be done. With the necessary guarantees. If not, we are playing ‘tintìn pirulero’ [where everyone wants to get out of paying the pledge - editor’s note], and this is no good.”
The next day, Sunday, April 30, speaking at the “Regina Caeli,” Francis moderated somewhat the dismissive words he spoke on the plane against the Venezuelan opposition groups, practically blamed for being the ones who ruined the agreement. He addressed “a heartfelt appeal to the government and to all the components of society that every further form of violence be avoided, human rights be respected, and negotiated solutions be sought for the grave humanitarian, social, political, and economic crisis that is devastating the population.” But this correction has by no means calmed the waters. Twelve hours later, in fact, the opposition groups wrote a letter to the pope in which “not divided but unanimous” they said that they agree to the conditions set by Cardinal Parolin - unlike the government, which has always rejected them - and indicated free elections as the only way out of the crisis.
The fact is that between Pope Francis and the Venezuelan bishops, concerning the crisis that is ravaging the country, there is an abyss. The bishops stand with the population that is protesting against the dictatorship, and are respected and listened to as authoritative guides. While Bergoglio is judged on a par with Pontius Pilate, unforgivably reckless with Maduro and Chavism, in addition to being incomprehensibly reticent on the victims of the repression and on the aggression that is striking the Church itself.

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Rezemos como Fátima nos pediu.
Vou viajar amigos, devo demorar um pouco a postar novamente.

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Vídeo: Como um Milionário Pode Servir a Deus- Tom Monaghan.


Tom Monaghan perdeu o pai quando tinha 4 anos, sua mãe entregou ele e seu irmão para um orfanato. Ele ficou lá por seis anos. O orfanato era católico e assim Tom se tornou católico, Sua mãe tirou ele do orfanato quando ele tinha 12 anos. Ele quis ser padre, entrou no seminário, mas foi expulso por conta de infrações. Entrou na universidade, queria ser arquiteto, mas precisava de dinheiro para pagar a universidade, daí comprou com seu irmão um pequena pizzaria, fundando a Domino´s Pizza. O negócio cresceu, e Tom junto com o irmão abriram mais três pizzarias. Depois deu um fusca ao seu irmão e comprou a parte dele. Tom Monaghan ficou riquíssimo com pizzas e se tornou até dono de um time de basebol.

Mas seu catolicismo aos poucos o fez perceber que estava cada vez mais apegado a ter mais riqueza, a ser mais ricos que os outros.

Então, em 1998, vendeu 93% da Domino's Pizza e hoje se dedica a ajudar os outros, especialmente a ajudar os outros a servir a Deus. Tom também é um dos grandes lutadores contra o aborto nos Estados Unidos.

Tom Monaghan fundou a Legatus que reúne homens de negócio católicos e a Ave Maria University . Duas organizações católicas fantásticas.



Vejam o vídeo abaixo da vida de Tom, acessem o Legatus, que é um fantástico site para homens de negócio católicos, e aprendam sobre a Ave Maria University, que fica na Flórida.




Tom é um enorme inspiração para os ricos.

Há alguns versos na Bíblia contra os ricos, a Doutrina que se tira na Bíblia é que o ser humano pode enriquecer mas deve saber o valor do dinheiro não paga pela alma. Os bens materiais devem ser usados para engrandecer a alma e a Deus.

Eu costumo dizer que a partir de um nível de riqueza, o homem passa a valorizar o dinheiro pelo dinheiro, daí ele se perde. E esse nível não é muito alto, depende de cada pessoa, mas não é muito alto.

A vida de Tom Monaghan, um milionário americano, mostra que ele entendeu perfeitamente a mensagem de Cristo.

Rezemos por ele.



quarta-feira, 10 de maio de 2017

Vídeo: Repórter Italiana Atacada por "Refugiados" ao Vivo.





Eu lembrei do caso da repórter americana Lara Logan que foi toda feliz fazer reportagem da chamada "Primavera Árabe" no Egito em 2011, achando que o povo ali queria democracia, e acabou sendo estuprada pela multidão.

Por vezes, a estupidez leva uma surra imediata.