sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Exército da Síria Reconquista Aleppo e Assad está mais Forte.


Mutos disseram "Assad Must Go" (Assad deve Sair do Poder na Síria), como Obama, Hillary e David Cameron. Mas Assad termina 2016 mais forte do que nunca, desde a guerra iniciada em 2011 na Síria.

Foi anunciado que o Exército de Assad, com a ajuda decisiva da Rússia, reconquistou Aleppo, derrotando as forças do Estado Islâmico e outros rebeldes que inclusive são financiados pela Europa, pelos Estados Unidos de Obama e pela Arábia Saudita.

Trump já disse que seu objetivo não é tirar Assad, mas derrotar o Estado Islâmico, muito semelhante ao que diz Putin. Assim, Assad deve comear 2017 bem fortalecido.

Resta ainda saber como será de fato o relacionamento entre Putin e Trump. Tende a ser mais tranquilo, mas Putin é até menos previsível que Trump e a Rússia não tem histórico de ser pacífica. Também vai depender de como Assad vai sair da guerra, se ele vai ficar mais próximo dos Estados Unidos de Trump ou mais próximo de Putin e do Irã.

Não quero dizer aqui que Assad é ótimo para a Síria. Mas ele é bem melhor que as alternativas a ele financiadas pela ONU, Obama, Arábia Saudita e afins. Assim, a vitória de Assad em Aleppo é uma boa notícia para o mundo.

Rezemos pela Síria, que o país volte a ter a força cristã, que por séculos teve.

O site Zero Hedge traz uma descrição do que a vitória de Assad em Aleppo significa.


The Battle For Aleppo Is Over, Now The Real War Has Begun

The Syrian Arab Army (SAA) has essentially reclaimed the city of Aleppo in the past couple of days.  The failure to break the siege from the Southwest coupled with the Turkish Army not resupplying militants meant the situation wouldn’t hold for long.
Aleppo is the key to the Syrian ‘civil war.’ Now that pro-Assad forces have won the day it touches off a number of responses around the region.  This further breaks down the position of U.S/NATO-backed forces trying to oust Syrian President Bashar al-Assad from powerregardless of what Turkish President Recep Tayyip Erdogan has to say about it.
It also ushers in the next potential escalation of the proxy war between the outgoing Obama administration, doing the bidding of the U.S. Deep State, and its opponents coalescing around Russia and its front-man President Vladimir Putin.

The Aleppo Fulcrum

Aleppo is the strategic key to Assad remaining in power.  This is why it has been fought for with such vigor by all sides.
The only thing left for the U.S./NATO/GCC coalition is a diplomatic solution.  But, given the military facts on the ground there is little hope of that as well.  The time for that was back in February when U.S. Secretary of State John Kerry and Russian Foreign Minister Sergei Lavrov brokered a cease-fire and Russia announced the removal of military assets from Syria.
That agreement, however, held no more water than the Minsk II agreement over Ukraine or the later ceasefire in September. That one was broken within 24 hours by a ‘mistaken’ U.S. military strike on SAA forces near Deir Ezzor.
And now that the battle for Aleppo is over, the whole regional situation becomes more dangerous, not less.  Because the window for any kind of victory for those within the U.S. and NATO that pushed for this conflict is closing as each day brings us closer to the inauguration of President Trump.
And Trump has all but said that his primary foreign policy goal is to reverse this operation and assist Russia and Iran in wiping out ISIS.

The Responses to Aleppo

Within hours of the news that the Sunni militant resistance in eastern Aleppo collapsed, the U.S. House passed House Bill 5732, authorizing an investigation into creating a No-Fly-Zone over Syria.
In other words, the U.S. House is looking for ways to start a hot war in Syria with Russia.  This may just be more impotent sabre rattling by a fading group of back-bencher neoconservatives – think Lindsay Graham and John McCain– but it is something that bears witness all the same.
The goal of a No-Fly Zone is to implement the ‘Plan B’ strategy to break Syria up into two separate countries.  Then they can create some form of Greater Kurdistan across parts of Syria, Iraq, Iran and eastern Turkey.
Russia’s deployment of S-300 and S-400 missile defense systems around Syria and delivering them as well to Iran is an important counter-move to this plan.
On the other side, Sunni Egypt pledged to send pilots to Syria to help Assad wipe out what remains of the ISIS/Al-Qaeda resistance in the South and East of the country.
When you have Sunni Egyptians fighting alongside Shi’ite Syrians it is time to seriously re-assess any conventional narrative you might have in your head.  Egypt has now openly sided with Russia in stopping the expansion of U.S.-fomented chaos around the Middle East and North Africa.
And it seems the election of Donald Trump was the impetus to break open these old definitions of who is on which side.

Wither Saudi Arabia

When all of this is viewed within the context of the goings-on at the latest OPEC meeting the picture becomes even clearer.
The agreement by OPEC to cut production by 1.2 million barrels was done to prop up oil prices in the medium term. This is an attempt by the Saudis to remain the marginal oil producer in the world, a status they have not held now for the past couple of years with the emergence of U.S. shale production.
But cutting production to raise prices alone will not plug the massive hole in the Saudi’s budget.  So, they threw Indonesia out of OPEC to allow individual GCC members to pump more oil under the rubric of OPEC but cut overall production.
As this situation gets more desperate for the U.S./Saudi forces trying to hold onto power in the region, expect more aggressive counter moves.
We’re seeing provocations by Ukraine into Crimea now.  Erdogan was likely forced to make that statement about Turkey’s invasion of Syria being in service of ousting Assad.
The European Union and Canada are contemplating and/or enacting new anti-Russian sanctions.
All of this means that the likelihood of some ugly false flag incident rises by the hour.  I expect Putin understands this and will not take the bait but there are no guarantees.

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

O Papa que Foi Corrigido por Teólogos e Reis. Será que Francisco se juntará a Ele?


No meu livro, eu relato por que o século 13 é considerado o ano de ouro da cristandade e por que o século 14, logo em seguida, é um dos piores, se não o pior século da Cristandade.

O site EWTN traz a história de um papa do século 14, o Papa João XXII (foto acima), que ficou dos anos 1316 a 1334, no cargo.

João XXII insistiu em uma heresia até ser corrigido por teólogos e até líderes políticos.

A heresia do Papa João XXII na frente do que pode ser a heresia moral do Papa Francisco parece brincadeira ou coisa acadêmica. Apesar de que em se tratando de Cristo tudo é importante.

O Papa João XXII quis impor na Igreja a ideia de que quando a pessoa morre, a alma dela não era julgada imediatamente, esperaria até o juizo final para ser admimitida ou não no Paraíso e ter acesso à visão beatífica. Ele dizia que a heresia dele tinha apoio da Bíblia e dos Patriarcas e escreveu três homilias em apoio a ela.

O Papa João XXII insistiu em uma sua heresia, arregimentou padres e cardeais e favoreceu aqueles que o apoiavam, mas ele encontrou resistência na escola de teologia dominicana de Paris e no próprio rei francês Filipe VI.

A Doutrina da Igreja atesta desde o início que o julgamento da alma é imediato após a morte. A alma vai para o paraíso, purgatório ou inferno e fica lá eternamente.

No dia 19 de dezembro de 1333, uma comissão de 23 teólogos. sob a presidência do patriarca dominicano de Jerusalém, Peter de la Palud, na presença de reis, muitos bispos e padres, unanimamente declararou que o Papa João XXII estava errado.

Eles escreveram ao Papa declarando a posição deles e disseram que o Papa deveria dizer que o que ele defendia era apenas uma opinião e não uma decisão como Líder da Igreja.

Sob pressão, o Papa João XXII aceitou a decisão.

Espero que, caso ocorra tal pressão sob o Papa Francisco, ele tenha a mesma humildade do Papa João XXII.

A heresia moral que está aberta no documento Amoris Laetitita parece-me muito mais destrutiva do que a heresia de João XXII.

Vejam o relato da EWTN sobre o Papa João XXII, clicando aqui.


terça-feira, 29 de novembro de 2016

Pesquisas: Terroristas Islâmicos NÃO são Pobres e Analfabetos. São até Ricos.



Vejam abaixo texto do Gatestone Institute, em português, mostrando pesquisas holandesa e francesa, do Banco Mundial e do MI5, que explicam que terroristas Islâmicos em geral NÃO são Pobres e analfabetos, pelo contrário.

Os terroristas Islâmicos não são terroristas porque são marginalizados economicamente. São os mais educados e de situação econômica boa que têm mais chance de virarem terroristas. Não são oportunidades econômicas que impedirão o terror. Só quem tem visão marxista acha que as pessoas são determinadas pelo poder econômico.

Ler artigo abaixo.

Terroristas Islâmicos não são Pobres e Analfabetos, são Ricos e Educados

por Giulio Meotti
24 de Novembro de 2016


§  "Quanto mais os jovens estiverem integrados maior a chance deles se radicalizarem. Esta hipótese é sustentada por uma série de evidências". — De um relatório realizado por pesquisadores da Universidade Erasmus em Roterdã.

§  "A proporção de administradores (do Estado Islâmico) e também de combatentes suicidas aumenta com o grau educacional", segundo o relatório do Banco Mundial. "Além disso, aqueles que se propunham se tornar homens-bomba se situavam, em média, no ranking do grupo mais educado".

§  O MI5 da Grã-Bretanha revelou que "dois terços dos suspeitos britânicos têm um perfil de classe média e aqueles que querem se tornar homens-bomba são muitas vezes os mais educados".

§  Os pesquisadores descobriram que "quanto mais ricos forem os países maior a probabilidade deles fornecerem mais recrutas estrangeiros ao grupo terrorista (ISIS)".

§  O Ocidente parece ter dificuldade em aceitar que os terroristas não são movidos pela desigualdade e sim pelo ódio à civilização ocidental e aos valores judaico-cristãos do Ocidente.

§  Para os nazistas a "raça inferior" (judeus) não merecia existir, para os stalinistas os "inimigos do povo" não tinham direito de continuar vivendo, para os islamistas é o próprio Ocidente que não merece existir.

§  Foi o antissemitismo, não a pobreza, que levou a Autoridade Palestina a dar o nome de Abu Daoud, arquiteto do massacre de atletas israelenses nas Olimpíadas de Munique, a uma escola.

"Há uma convicção preconcebida de que os jovens da Europa que deixam o continente para irem para a Síria são vítimas de uma sociedade que não os aceita e não lhes oferece suficientes oportunidades... Outra convicção preconcebida muito comum em curso na Bélgica é a de que, apesar das pesquisas que refutam isso, a radicalização ainda é muito frequentemente, de forma equivocada, interpretada como um processo resultante da malograda integração... Por esta razão, ouso dizer que quanto mais os jovens estiverem integrados, maior a chance deles se radicalizarem. Esta hipótese é sustentada por uma série de evidências".

Esse foi o resultado de uma pesquisa holandesa, de extrema importância, conduzida por um grupo de acadêmicos da Universidade Erasmus, em Roterdã. Os terroristas parecem ser modelos de integração bem sucedida, por exemplo: Mohammed Bouyeri, o terrorista marroquino-holandês que em 2004 baleou e matou o cineasta Theo van Gogh  e em seguida o esfaqueou e cortou sua garganta. "Ele (Bouyeri) era um cara educado, com boas perspectivas de vida", salientou Job Cohen, prefeito do Partido Trabalhista de Amsterdã.

O levantamento holandês foi seguido por outro realizado na França, aumentando ainda mais as evidências que sustentam a tese que vai contra a crença liberal segundo a qual para derrotar o terrorismo a Europa precisa investir em oportunidades econômicas e em integração social. Dounia Bouza, diretora do Centro de Prevenção, Desradicalização e Acompanhamento Individualizado (CPDSI), uma organização francesa especializada em radicalismo islâmico, estudou os casos de 160 famílias cujos filhos tinham deixado a França para lutar na Síria. Dois terços pertenciam à classe média.

Estas constatações desmantelam o mito do proletariado do terror. De acordo com um novo relatório do Banco Mundial: "recrutas do Estado islâmico são mais educados do que seus compatriotas".

Pobreza e privação não são, segundo ressaltou John Kerry "as causas fundamentais do terrorismo". Estudando os perfis de 331 recrutas de um banco de dados do Estado Islâmico, o Banco Mundial constatou que 69% pelo menos concluíram o ensino médio, ao passo que um quarto é formado em uma faculdade. A grande maioria desses terroristas tinha um emprego ou profissão antes de se juntar à organização islamista. "A proporção de administradores e também de combatentes suicidas aumenta com o grau educacional", segundo o relatório do Banco Mundial. "Além disso, aqueles que se propunham se tornar homens-bomba se situavam, em média, no ranking do grupo mais educado".

Menos de 2% dos terroristas são analfabetos. O estudo também aponta para os países que abastecem o ISIS com o maior número de recrutas: Arábia Saudita, Tunísia, Marrocos, Turquia e Egito. Ao analisar a situação econômica desses países, os pesquisadores descobriram que "quanto mais ricos forem os países maior a probabilidade deles fornecerem mais recrutas estrangeiros ao grupo terrorista".

Outro relatório explica que "os países mais pobres do mundo não têm níveis excepcionais de terrorismo".

Apesar das evidências, um mantra progressivo vive repetindo que o terrorismo islâmico é o resultado da injustiça, miséria, depressão econômica e agitação social. Esta afirmação não tem absolutamente nada a ver com a realidade. A tese de que a miséria gera terrorismo é muito difundida hoje no Ocidente, desde o economista francês Thomas Piketty ao Papa Francisco. Ela é provavelmente tão popular porque cai como uma luva no sentimento coletivo de culpa do Ocidente, buscando racionalizar o que o Ocidente parece ter dificuldade em aceitar: que os terroristas não são movidos pela desigualdade e sim pelo ódio à civilização ocidental e aos valores judaico-cristãos do Ocidente. Quanto a Israel isso significa: o que os judeus estão fazendo na terra que - embora por 3.000 anos vem sendo chamada Judeia - nós achamos deve ser dada aos terroristas palestinos? Os terroristas provavelmente perguntam a si mesmos porque deveriam negociar se podem ter tudo o que quiserem sem oferecer nada em troca.

Para os nazistas a "raça inferior" (judeus) não merecia existir, mas devia ser morta nas câmaras de gás, para os stalinistas os "inimigos do povo" não tinham direito de continuar vivendo e tinham que morrer no trabalho forçado e frio do Gulag, para os islamistas é o próprio Ocidente que não merece existir e tem que ser explodido.

Foi o antissemitismo, não a pobreza, que levou a Autoridade Palestina a dar o nome de Abu Daoud , arquiteto do massacre de atletas israelenses nas Olimpíadas de Munique, a uma escola.

Os atentados de Paris, cujo aniversário foi lembrado há poucos dias na França, foi um golpe desencadeado por uma ideologia que não procura lutar contra a pobreza e sim conquistar o poder através do terrorismo. É a mesma ideologia islamista que massacrou os jornalistas da revista Charlie Hebdo e policiais que estavam em serviço para protegê-los, que forçou o escritor britânico Salman Rushdie a se esconder por uma década, que cortou a garganta do Padre Jacques Hamel, que massacrou passageiros em Londres, Bruxelas e Madrid, que assassinou centenas de judeus israelenses em ônibus e restaurantes, que matou 3.000 pessoas nos Estados Unidos no 11 de setembro, que assassinou Theo Van Gogh em uma rua de Amsterdã por ele ter feito um filme, que cometeu estupros em massa na Europa e massacres nas cidades e desertos da Síria e do Iraque, que explodiu 132 crianças em Peshawar e que mata normalmente tantos nigerianos que ninguém mais presta nenhuma atenção a isso.

É a ideologia islamista que impulsiona o terrorismo, não a pobreza, a corrupção ou o desespero. São eles (terroristas), não nós.

Toda a história do terror político é marcada por fanáticos com educação avançada que declararam guerra contra suas próprias sociedades. O genocídio comunista do Khmer Vermelho no Camboja saiu das salas de aula da Sorbonne em Paris, onde seu líder Pol Pot, estudou os textos dos comunistas europeus. As Brigadas Vermelhas na Itália eram um projeto de meninas e meninos privilegiados e ricos da classe média. Entre 1969 e 1985 o terrorismo na Itália matou 428 pessoas. Fusako Shigenobu, o líder do grupo terrorista japonês Exército Vermelho, tinha um elevado nível de formação em literatura. Abimael Guzman, Fundador do Sendero Luminoso no Peru, um dos grupos guerrilheiros mais cruéis da história, lecionou na Universidade de Ayacucho onde concebeu uma guerra contra "a democracia das barrigas vazias." "Carlos, o Chacal, "o terrorista mais famoso da década de 1970, era filho de um dos advogados mais ricos da Venezuela, José Altagracia Ramirez. Mikel Albizu Iriarte, líder dos terroristas bascos do ETA, veio de uma família rica de San Sebastián. Sabri al-Banna, o terrorista palestino conhecido mundialmente como "Abu Nidal", era filho de um rico comerciante natural de Jaffa.

Alguns dos terroristas britânicos que se juntaram ao Estado Islâmico vêm de famílias ricas e estudaram nas escolas de maior prestígio do Reino Unido. Abdul Waheed Majid fez a longa viagem desde a cidade inglesa de Crawley à Aleppo, na Síria, onde detonou uma bomba presa ao corpo. Ahmed Omar Saeed Sheikh, arquiteto do sequestro e assassinato do jornalista americano Daniel Pearl, era graduado pela London School of Economics. Kafeel Ahmed  que entrou com um jipe repleto de explosivos no aeroporto de Glasgow, havia sido presidente da Sociedade Islâmica da Queen's University. Faisal Shahzad, o terrorista fracassado de Times Square, em Nova Iorque, era filho de um alto funcionário do exército paquistanês. Zacarias Moussaoui, o vigésimo homem dos ataques do 11 de setembro, era Ph.D em Economia Internacional da Universidade de South Bank de Londres. Saajid Badat, que queria explodir um voo comercial, estudou optometria na Universidade de Londres. Azahari Husin, o terrorista que preparou as bombas em Bali, estudou na Universidade de Reading.

O MI5 da Grã-Bretanha revelou que "dois terços dos suspeitos britânicos têm perfil de classe média e aqueles que querem se tornar homens-bomba são muitas vezes os mais educados". A maioria dos terroristas britânicos também tinha esposa e filhos, ridicularizando a falsidade de outro mito, o de que terroristas são vítimas da sociedade. Mohammad Sidique Khan, um dos homens-bomba do 7 de julho de 2005, estudou na Leeds Metropolitan University. Omar Khan Sharif tinha uma bolsa de estudos no King's College antes de realizar um atentado suicida no calçadão da orla marítima de Tel Aviv em 2003. Sharif não estava procurando redenção econômica e sim o massacre do maior número de judeus possível.

Praticamente todos os chefes de grupos terroristas internacionais são filhos do privilégio, que levaram vidas douradas antes de se juntarem às fileiras terroristas. Quinze dos dezenove terroristas suicidas do 11 de Setembro vieram de famílias proeminentes do Oriente Médio. Mohammed Atta era filho de um advogado no Cairo. Ziad Jarrah, que derrubou o voo 93 na Pensilvânia, pertencia a uma das famílias libaneses mais ricas do país.

Nasra Hassan, que retratou um brilhante perfil dos homens-bomba palestinos para a revista The New Yorker, explicou que "dos 250 homens-bomba nenhum era analfabeto, miserável ou deprimido". Os desempregados, ao que parece, são sempre os menos propensos a apoiarem ataques terroristas.

A Europa e os Estados Unidos deram tudo a estes terroristas: oportunidades de educação e emprego, entretenimento popular e prazeres sexuais, salários e bem-estar social e liberdade religiosa. Esses terroristas, como o "homem-bomba da cueca", Umar Farouk Abulmutallab, filho de um banqueiro, não viu um dia de pobreza em sua vida. Os terroristas de Paris rejeitaram os valores seculares de Liberté, Egalité, Fraternité, os jihadistas britânicos que cometeram atentados em Londres e agora combatem ao lado do Califado rejeitaram o multiculturalismo, o islamista que matou Theo van Gogh em Amsterdã repudiou o relativismo holandês e Omar Mateen o soldado do ISIS que transformou o Pulse Club de Orlando em um matadouro, disse que queria purgar o que ele achava ser libertinagem e, ao que tudo indica, seus próprios desejos homofóbicos.

Se o Ocidente não entender a verdadeira origem desse ódio e sucumbir a falsos pretextos como a pobreza, não irá vencer essa guerra que está sendo travada contra nós.


sábado, 26 de novembro de 2016

Europa tem Medo do Fim da Guerra contra Estado Islâmico. A Guerra irá para a Europa.


É como o uso da mentira para resolver um problema, acaba criando problemas muito piores.

A Europa não fez coisa certa contra o Estado Islâmico que era proteger com armas a população civil lá na região do Oriente Médio e derrotar militarmente o Estado Islâmico. Resolveu deixar a população civil morrer e abrir as portas para refugiados que muitas vezes nem são da região em guerra. Aceitando até terroristas entre os refugiados.

Agora a Europa tem medo que a guerra contra o Estado Islâmico acabe no Oriente Médio, pois muitos terroristas são europeus.

Eles voltariam pra casa depois de terem feito enormes atrocidades contra civis, crianças, crucificado cristãos, etc.

O que esses assassinos terríveis fariam na Europa?

Alguns políticos imbecis acham que basta dar empregos para que esses terroristas se acalmem.

Para começar, quem disse que esses terroristas são pobres. Pesquisas mostram que a maioria é de classe média e muitos têm formação superior. E ser pobre significa ser terrorista ou criminoso? Coisa de marxista que define pessoas pela riquez

Leiam sobre o medo da Europa clicando aqui no site Zero Hedge.


sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Turquia usa Refugiados como Arma Contra Europa. Toma Europa, Você Merece.


Ontem, a Europa decidiu suspender as negociações com a Turquia para a entrada no bloco europeu, por conta dos efeitos da ditadura de Erdogan contra os direitos humanos e os valores democráticos.

A resposta da Turquia foi: "Europa, ou você aceita meu governo ou eu vou soltar três milhões de refugiados nos seus países". A Europa tinha feito um acordo com a Turquia para segurar três milhões de sírios e não deixá-los entrar na Europa.

Nas palavras de Endorgan:

“We are the ones who feed 3m-3.5m refugees in this country. You have betrayed your promises. If you go any further those border gates will be opened.”

(traduzindo: "Somos nós que alimentamos de 3 a 3,5 milhoes de refugiados. Vocês da Europa estão renegando os que nos prometeram. Se vocês continuarem com isso eu vou abrir as fronteiras")

Toma Europa, você merece, agora está sendo chantageada, por um país que considerava amiguinho.

Agora se a Europa voltar atrás se mostrará fraca, e se mostrar força vai ter de receber quem não deseja.

Minha aposta, Europa vai ceder, não quer mais refugiados.

Do outro lado, o povo turco também não quer manter os refugiados dentro do país.

Europa agiu de forma imbecil, evitou entrar em guerra e resolver os conflitos do Oriente Médio, no Oriente Médio, agora o conflito continua e os países europeus aceleram a decadência moral, cultural e econômica.


quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Documentário sobre Perseguição a Cristãos: Under Caesar's Sword


Aqui vai um documentário muito bem feito que mostra a tristeza e sofrimento dos cristãos perseguidos ao redor do mundo. O documentário foi produzido pela Universidade de Notre Dame e se chama Under Caesar's Sword.

Assistam, tem apenas 26 minutos.




quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Canonista Ed Condon: "Papa Fez Bruta Confusão sobre Aborto, Cúria Podia ter Evitado"



O meu amigo e comentarista do blog, Adilson, me fez algumas perguntas sobre a questão do aborto tratada recentemente pelo Papa Francisco no documento Misericordia et Misera, no qual o Papa concede "a todos os sacerdotes a faculdade de absolver a todas as pessoas que incorreram no pecado do aborto".

Em minhas respostas, eu lembrei que eu não era especialista em lei canônica, que estava esperando o que os canonistas iriam dizer, especialmente Edward Peters.

Não achei o comentário de Peters ainda, mas sim de outro canonista também chamado Edward, Edward Condon (foto acima).

Condon tem muito experiência em lei canônica, colabora em tribunais eclesiásticos de várias dioceses e escreve para o jornal inglês The Catholic Herald.

Condon não gostou nada das palavras usadas pelo Papa na questão do aborto. 

Segundo ele, o Papa trouxe muita confusão (de novo?) e essa confusão poderia ter sido evitada pela Cúria.

Vocês podem ler o comentário dele clicando aqui, em resumo ele diz:

1) 99% dos padres já podiam antes do texto do Papa absolver o pecado do aborto, pois quando um bispo dá a faculdade de perdoar pecados a um padre, ele pode perdoar qualquer pecado;

2) Aqueles que não podiam perdoar era porque tinham a faculdade de perdoar revogada pelo bispo, por conta de algum problema sério;

3) Quem tinha sido perdoado antes continua perdoado. Muitas mulheres acham que precisam se confessar de novo para conseguir perdão, lendo o que disse o Papa;

4) O que o Papa parece querer dizer é que os padres agora podem também liberar as mulheres da penalidade do aborto, que é a excomunhão. Pois é comum que só bispos podem liberar a penalidade, por vezes o bispo também delega isso a padres;

5) Um padre que pode liberar da excomunhão, só pode fazer isso na sua diocese. Talvez o Papa queira estender a faculdade para que o padre libere em qualquer lugar.

Bom, repito que eu não sou especialista em lei canônica, mas o texto de Condon vale o debate.

Condon está bem chateado com o assunto, com o descuido do Papa e a inação da Cúria para corrigi-lo.

Que confusão!!

Leiam o artigo de Condon.




terça-feira, 22 de novembro de 2016

Cardeal Robert Sarah: "Nenhum Papa pode Mudar as Leis Divinas da Eucaristia"


Que sensacional. Meus aplausos de pé, para esse ilustre cardeal, que atualmente é prefeito da Congregação da Adoração e da Disciplina dos Sacramentos.

Como eu gostaria que essas palavras fossem as palavras de um papa.

O cardeal Sarah falou sobre o tema da eucaristia na revista francesa L'Homme Noveau, no qual ressaltou que as leis divinas para a recepção da eucaristia não podem ser mudadas por nenhum papa. Se alguém está em pecado mortal, e padre sabe disso, o padre não pode ministrar a eucaristia para essa pessoa, sob pena de pecar ainda de forma pior, profanando o Corpo e o Sangue de Cristo.

O site Life News traz algumas passagens do artigo do cardeal Sara traduzido para o Inglês.

Vejamos o que mostra o Life News:

ROME, November 19, 2015 (LifeSiteNews) -- On the heels of a statement by Pope Francis seeming to suggest openness to non-Catholic Christians receiving Holy Communion, the cardinal who heads the Vatican congregation dealing with the sacraments has said that there are preconditions for the reception of Holy Communion and when those conditions are not met, and the situation is publicly known, ministers of the sacrament “have no right to give him communion.”  
Cardinal Robert Sarah, prefect of the Congregation for Divine Worship and the Discipline of the Sacraments, added, speaking of priests: “If they do so, their sin will be more grave before the Lord. It would be unequivocally a premeditated complicity and profanation of the Most Holy Body and Blood of Jesus.”
...
“The entire Church has always firmly held that one may not receive communion with the knowledge of being in a state of mortal sin, a principle recalled as definitive by John Paul II in his 2003 encyclical ‘Ecclesia de Eucharistia,’” said the prefect.  “Not even a pope can dispense from such a divine law.”
With confusion rampant even among the clergy about Pope Francis’ own stance regarding communion for those in grave sin, such as divorced and remarried couples, homosexual couples, and others, Cardinal Sarah’s statements come at a critical moment.
Regarding “communion for all, without discrimination,” Cardinal Sarah says that those in grave sin who are unrepentant (unless in total ignorance) “would remain in a state of mortal sin and would commit a grave sin by receiving communion.”  
Even in the toughest case of an abused wife who left her first marriage and was remarried without an annulment, Cardinal Sarah notes there can be no communion unless she decides to live without sexual relations with her new partner.
The cardinal’s most powerful statements, however, are his lament at the confusion about Holy Communion among the clergy.  “I feel wounded in my heart as a bishop in witnessing such incomprehension of the Church’s definitive teaching on the part of my brother priests,” he said.  “I cannot allow myself to imagine as the cause of such confusion anything but the insufficiency of the formation of my confreres.”
Recalling his position as “responsible for the discipline of the sacraments in the whole Latin Church,” Cardinal Sarah said he was “bound in conscience” to spell out the Church’s teaching regarding sexuality – the source of much of the current confusion.
The Church, he said, “stigmatizes the deformations introduced into human love: homosexuality, polygamy, chauvinism, free love, divorce, contraception, etc.”
“In any case, it never condemns persons. But it does not leave them in their sin. Like its Master, it has the courage and the charity to say to them: go and from now on sin no more.”
“The Church does not only welcome with mercy, respect, and delicacy. It firmly invites to conversion. As its follower, I promote mercy for sinners - which all of us are - but also firmness toward sins incompatible with the love for God that is professed with sacramental communion.”