sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Exibição na Europa: "Islã Faz Parte de Nossa História".


A Exibição teve que ser adiada duas vezes por conta de ataques terroristas (o de Paris em 2015 e o de Bruxelas em 2016) e teve dificuldade de encontrar um lugar pois traria controvérsia, acabou ficando em um prédio público em Bruxelas.

Realmente, o Islã faz parte da história da Europa, muito especialmente da história das guerras. No meu livro sobre Guerra Justa (Teoria e Tradição da Guerra Justa: Do Império Romano ao Estado Islâmico) eu tive que tratar muito do relacionamento de guerra entre cristianismo e Islã.

O Islã já nasceu em guerra contra todos em volta e muito especialmente com a Europa, vide as Cruzadas.

A Exibição está equivocada. Se fosse para ser séria, teria que mostrar os conflitos bélicos, o terrorismo, as Cruzadas, os mortos, e os mártires da relação do Islã com a Europa. Fatores que são, de longe, os mais marcantes na relação do Islã com a Europa. 

Aliás, como eu mostro no meu livro, países como Portugal e Alemanha surgiram exatamente de Cruzadas contra o Islã. Esses países só existem como tal por causa da luta contra o Islã. Sem falar da luta histórica da Espanha e de Santiago Matamouros contra o Islã.

A Exibição tentar exaltar o bom relacionamento entre o Islã e a Europa, um coisa que não existiu na história, como fator determinante do relacionamento. Nem os ataques terroristas que impediram a exibição fizeram com aqueles que fizeram a exibição se convencessem da estupidez do que tentam mostrar.

A Exibição, como não podia deixar de ser, é financiada pelo poder público europeu.

No futuro, possivelmente, já que, por exemplo, o nome Maomé é o nome mais comum no Reino Unido pelo quinto ano consecutivo, o Islã realmente terá um relacionamento bem mais pacífico com a Europa, porque já terá conquistado. Se é que a região se chamará Europa, pois Londres, por exemplo, já é conhecido como Londonistão.

Vejam o texto do Breibart.

‘Islam, It’s Also Our History!’: EU Funded Exhibition, Featuring Fake Bomb, Opens After Terror Delay


European Union (EU) funded exhibition, called ‘Islam, It’s also our history!’, has opened in Brussels after months of delays caused by Islamic terror attacks and security concerns.

The project tracks the impact of Islam in Europe throughout history, focusing on positive achievements in medicine, philosophy, architecture, and food, as well as the migrant crisis and recent terror attacks.
The exhibition includes items of historical interest, as well as “artistic” installations showing the full-face veil and fake terrorist bombs.
The project, in the EU’s capital, has cost the European taxpayer €2,500,000 according to the website of the European Commission, the unelected executive branch of the EU. A statement claims:

“The historical evidence displayed by the exhibition – the reality of an old-age Muslim presence in Europe and the complex interplay of two civilisations that fought against each other but also interpenetrated each other – underpins an educational and political endeavour: helping European Muslims and non Muslims alike to better grasp their common cultural roots and cultivate their shared citizenship.”
Isabelle Benoit, a historian with Tempora, the organisation that designed the exhibition, told AP: “We want to make clear to Europeans that Islam is part of European civilisation and that it isn’t a recent import but has roots going back 13 centuries.”
However, after the Paris attacks in November 2015 and the Brussels bombings in March 2016, authorities and organisers were forced to postpone the arrival of the touring exhibition in the city. Organisers also struggled to find a venue as many were concerned that the event would attract controversy.
The exhibition finally opened on the 15th of September at the Vanderborght Building, which is owned by the Brussels city authorities.
“Should we cancel it or at least postpone it until happier circumstances? Definitely not, we believe,” the website insists. “It is precisely because the timing is tragic that it is important to show our contemporaries the extraordinary richness of this history, which has helped to make us what we are.”
In fact, the event’s website claims that the timing of the event, during a wave of Islamic immigration and terror, is significant and some installation references the migrant crisis and Islamist attacks.
An installation by Danish artist Nikolaj Bendix Skyum Larsen commemorates migrants who have drowned attempting to cross the Mediterranean Sea, and an installation by a U.S. artist, Gregory Green, shows a Louis Vuitton case with a fake bomb inside.
The website says: “It turns out that our exhibition comes at a very relevant time in history when the meeting between Europe and Islam is witnessed by citizens from the continent in all its tragic manifestations – massive and chaotic waves of immigration, senseless terrorist violence, feelings of alienation, incomprehension and hostility.”
The opening of the exhibition comes as the EU releases a report claiming Muslims are discriminated against in the labour and housing markets in Europe due to their names and the way they dress.
A third of Muslims in Europe said they had faced discrimination when looking for jobs in the past five years, according to the report published on Wednesday by the EU Fundamental Rights Agency (FRA).





quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Vídeo: "Não é Mais Piada Perguntar se o Papa é Católico". "O Papa é Pontífice da Elite e não do Povo"



No vídeo acima, George Neumayr, o autor do livro "The Political Pope" (que mencionei aqui no blog), é entrevistado por Cliff Kincaid.

Neumayr começa respondendo que não é mais piada perguntar se o Papa é católico, pois Papa detesta os ortodoxos católicos, assim como esquerdistas detestam. O Papa Francisco vê a Doutrina Católica da mesma forma que esquerdistas, que detestam a Igreja, veem. Ele aparece constantemente do lado de líderes e instituições que pregam políticas "progressistas" que procuram derrubar a Doutrina Católica e destruir a força dessa doutrina no mundo.

O assunto é centrado no apoio que o Papa dá para a ONU, que tradicionalmente age contra a Igreja. O Papa parece querer conduzir a Igreja para ser dominada por um "governo global". Neumayr cita cardeal Turkson, Leonardo Boff, e outros que são admirados pelo Papa e que favorecem um tipo de "governo global". Neumayr diz que todo aquele que prega o fim das fronteiras está pensando em um governo global.

Ao ser perguntado sobre a "deposição" do Papa Bento XVI, Neumayr lembra o grupo de cardeais esquerdistas que participam do chamado Grupo de St. Gallen, que teria conseguido eleger o Papa Francisco como representante. Já falei disso no blog algumas vezes.

O entrevistador lembra a proximidade do Papa Francisco com Obama, Vladimir Putin, Igreja Ortodoxa Russa e com o Islã. Neumayr lembra as palavras agressivas de Francisco contra Trump (já mostrei essas agressões aqui no blog) e todos que defendem cultura nacional. Papa Francisco é hostil a populistas conservadores.

Interessante é o resumo de Neumayr, ao dizer que Papa Francisco é o papa da elite (poder global, e mídia global) e não o papa do povo, que sofre as consequências do globalismo.

Neumayr cita Esther Ballestrino, uma bioquímica marxista, que foi chefe do Papa Francisco em um laboratório. O Papa Francisco disse que foi muito influenciado pelas ideias dela. Ballestrino foi morta pela ditadura argentina. Na biografia de Ballestrino é dito que o Papa, na época, ajudou a esconder os livros marxistas dela para que ela não fosse presa. Neumayr confirma isso. E o Papa, ele se encontrou com o ex-marido de Ballestrino.

Os dois então começam a falar, em seguida, da influência satânica na Igreja.

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Acho que passei a mensagem geral, o Papa Francisco é formado por ideias esquerdistas e as defende como Papa, ideias que, muitas vezes, são uma afronta a Cristo e que levam à destruição da própria Igreja.

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Gostaria de mencionar um texto que li hoje e que,de certa forma, complementa o vídeo acima.

É um artigo do The Catholic Herald que fala da amizade e coincidência de objetivos políticos entre o Papa Francisco e Angela Merkel, líder política da Alemanha.

Eu teria alguns comentários ao artigo, acho, por exemplo, que o autor podia ser mais explícito. Mas é um bom artigo e mostra como a ideia de "pluralismo democrático" defendido por Jacques Maritain, e apoiado por Francisco e Merkel, leva inexoravelmente à destruição da Igreja.

O autor do texto podia ter concluído que os dois sabem disso.

leiam o texto clicando aqui.



quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Polícia do Papa Francisco Expulsa Sem Tetos do Vaticano


O site Infovaticana não perdoou. "Ele não é um Papa que pede que todos acolham os mendigos  incondicionalmente"? Aliás, a InfoVaticana ressalta que os mendigos e sem tetos estão lá, morando e fazendo suas necessidades básicas nas colunas do Vaticano, justamente porque o próprio Papa os convidou.

Eu complementaria: ele não é um Papa que pede que todos acolham imigrantes muçulmanos?

O Papa aceitaria uma Praça de São Pedro cheio de imigrantes muçulmanos rezando para Alá? Por que ele deseja que os outros países e bairros europeus aceitem? 

É a mesma hipocrisia de riquinhos e artistas de Hollywood que pregam em favor dos imigrantes, enquanto moram em mansões, localizadas em bairros murados (como o Muro do Vaticano), cercados de segurança. 

Finalmente, quem vai querer visitar o Vaticano em meio a lixos e sujeiras?

Aceitar mendigos e imigrantes não é solução, nem para os mendigos, nem para quem os recebe. A Igreja é a instituição mais caridosa do mundo, mas nunca pregou, antes de Francisco, que mendigos e imigrantes devam agir livremente sem qualquer controle.

Vejam texto da InfoVaticana

La policía del Papa expulsa a los ‘sintecho’ que dormían en la columnata del Vaticano

Carlos Esteban
20 septiembre, 2017
La operación para ‘limpiar’ la columnata de la Plaza de San Pedro de mendigos y vagabundos ha coincidido con las palabras del Papa en la misa de Santa Marta pidiendo que nos acerquemos a los pobres “aunque apesten”.
Que lo que haga tu mano derecha no lo sepa tu mano izquierda es, naturalmente, un excelente consejo evangélico, pero, mal entendido, puede tener consecuencias poco vistosas. Es lo que ha sucedido en la Ciudad del Vaticano, que la operación para ‘limpiar’ la columnata de la Plaza de San Pedro de mendigos y vagabundos por parte de la policía ha coincidido con las palabras de Su Santidad pidiendo que nos acerquemos a los pobres “aunque apesten”.
Bueno, la policía ciertamente se ha acercado a ellos, pero nos tememos que no sea exactamente a eso a lo que se refería Francisco.
Ayer se lo preguntaba en Santa Marta: “Ante el necesitado, ¿somos capaces de verdadera compasión”. No basta, añadí el Papa, con ayudarle “desde lejos” porque hiede, sino que hay que acercarse a él.
Mientras, hacia las seis, la Gendarmería -los hombres del Papa, aunque en principio sería una labor que corresponde a la policía italiana- iniciaban una operación largamente prevista hacia las 6 para expulsar -¿podría hablarse de ‘deshauciar’, tratándose del único refugio que conocen?- a las decenas de indigentes que han hecho de las columnas de Bernini su hogar cuasi permanente.
La compasión, decía a pocos metros el Papa, es la respuesta justa a las tragedias de nuestro tiempo, un “sentimiento que remueve, un sentimiento del corazón, de las vísceras, que remueve todo”.
Más que removidos, han quedado perplejos por esta operación estrictamente vaticana los sintecho, a quienes ha atraído el propio Francisco, que ha hecho instalar para ellos letrinas y duchas, e incluso un servicio de peluquería.
Es necesario, ha añadido el Papa, “acercarse y tocar la realidad. Tocar. No mirarla de lejos”.
Pocas horas antes, si no simultáneamente, sus gendarme seguían literalmente sus palabras “acercándose” a la realidad de los mendigos y, muy probablemente, “tocándola”.
A un tiro de piedra, insistía Su Santidad en que debemos hacer lo mismo que Cristo, acercarnos al que sufre, “no ayudarlo desde lejos porque quizá está sucio, no se ducha, hiede”.
Como sin duda debía apestar entre las hermosas columnas después de que un sintecho defecara y orinara entre ellas a plena luz del día mientras un romano grababa el desahogo con su móvil y lo subía a las redes en un vídeo que pronto dio la vuelta al mundo y que probablemente esté tras la operación limpieza de la Gendarmería.
“Cuando veo estas cosas, que me las traen a casa a través de los medios, ¿se conmueven mis vísceras?”, exclamaba Su Santidad no lejos de donde al citado mendigo se le habían removido las vísceras en un sentido harto diferente. Y concluía el Pontífice haciendo votos por que ayudemos a la gente que sufre para restituirlos a la sociedad, a la “vida de familia”, en suma, “a la vida cotidiana”.
Y si no “restituirles a la sociedad”, al menos alejar a los indigentes de la zona es el objetivo de la operación iniciada por la Gendarmería que se retomará con nuevas acciones hoy miércoles. La perplejidad de los afectados se debe a que si están allí es precisamente porque el Papa insistió en que se abrieran las puertas de la columnata pese a los riesgos de seguridad.
Lo que pedantemente suele llamarse ‘opción preferencial por los pobres’ no es algo inventado anteayer por la malhadada ‘Teología de la Liberación’, sino una consecuencia evidente del Evangelio y un práctica que se ha mantenido constante -con sus tropiezos- a lo largo de toda la Historia de la Iglesia.
Pero si hay un aspecto de la doctrina donde sea tentadora la demagogia es precisamente este de la compasión hacia los más necesitados, que ocupa a decenas de miles de voluntarios católicos en el mundo. El mundo -en el sentido teológico- ha hecho de esta doctrina, pervertida en mera ‘empatía’, excusa para regímenes que han amado tanto a los pobres que los han multiplicado hasta el extremo, y aun hoy es más usada como instrumento del debate político que como preocupación real.
Parte de esa preocupación ha degenerado en un ‘miserabilismo’ descerebrado que deifica al pobre en lugar de ayudar a que deje de serlo, y la consecuencia es, no pocas veces, algo parecido al espectáculo de un individuo haciendo sus necesidades sin pudor ni consideración sobre uno de los tesoros del arte cristiano.

terça-feira, 19 de setembro de 2017

O Discurso Histórico de Trump na ONU, Chamou Terrorismo e Socialismo pelos Verdadeiros Nomes



Vejam, a partir de 5 minutos de vídeo, o primeiro discurso de Trump na ONU. No qual ele:

1) Chamou terrorismo pelo nome: "radical islâmico";

2) Chamou o ditador da Coreia do Norte pelo nome: "homem bomba" (rocket man)

3) Chamou o Socialismo pelo nome: "Venezuela não aplicou mal o socialismo, ela aplicou o socialismo fielmente".

4) Chamou o Irã pelo nome: "regime perverso" (rogue regime)

Dentre outras coisas.

Histórico e sensacional, ponto final.


1 Ano de Desprezo do Papa Francisco a Quatro Cardeais


No dia 19 de setembro de 2016,  há exatamente um ano, quatro cardeais apresentaram ao Papa Francisco cinco questões sobre a encíclica Amoris Laetitia, no qual o Papa deveria responder apenas sim ou não.

O Papa, que sempre fala que a solução para tudo é o diálogo, desprezou os quatro cardeais e não respondeu até hoje.

Dois desses cardeais morreram nesse 1 ano. Antes de morrer, o cardeal Caffarra, um dos quatro, escreveu ao Papa, pedindo audiência, mas foi sumariamente desprezado.

O Papa, claramente, não quer diálogo sobre o assunto, prefere a confusão.

Ele também não quer diálogo nas questões políticas que ele defende, como imigração e aquecimento global.

Outro dia eu li que ele desprezou pedido de audiência da Heartland para debater aquecimento global. Sobre imigração, ele simplesmente acusa aqueles que querem defender a cultura de suas pátrias de retrógrados e medrosos.

Enquanto, por outro lado, o Papa pede ao mundo que dialogue com o Estado Islâmico, com os ditadores da Coreia do Norte, da Venezuela e do Irã. O que o Estado Islâmico pediria em um diálogo? Será que os ditadores querem dialogar? Eles não são ditadores justamente porque odeiam o diálogo?

Neste aniversário de 1 ano de desprezo do Papa aos cardeais, o site Life Petitions fez uma petição ao Papa Francisco, assine clicando aqui.




segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Lady Gaga Posta Foto com Rosário e Diz que Sofre


Em um texto bem forte, Lady Gaga (acima) diz que sofre. Devemos acreditar. Se alguém pede oração, devemos oferecer.

Ela diz que tem problemas físico e mentais. E mostra um rosário na foto.

O site Church Pop diz que não é a primeira vez que ela posta foto católica. Já colocou foto com um padre segurando uma Bíblia.



Que ela leve mais luz ao mundo. Suas músicas e performances não ajudam ao mundo.

Que ela encontre mais Cristo.

Recentemente, ela cancelou show no Brasil.

Não sei, mas pelo visto, vim ao Brasil traz algumas dúvidas existenciais. O Papa Bento XVI deveria ter vindo ao Brasil, mas antes renunciou. Nossa Senhora. Apenas uma coincidência, deve ser.




sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Vídeo: Roger Scruton: "Se Você Não Sabe o Que é Belo, Não Sabe o Que Significa Viver"



O grande Roger Scruton explica a feiúra  das artes de nossos tempos, que não sabe o que é bom, nem belo, nem verdadeiro, e assim valoriza a morte, morte tão destruidora como a arte do Santander na exposição "queer"

A beleza importa como uma necessidade humana objetiva, seja nas artes, seja na liturgia da missa, viu Papa Francisco?


(Agradeço a indicação do vídeo ao facebook do Veritatis Catholicus)


quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Arte, Santander, Chico Buarque e Roberto Carlos


Muito debate está ocorrendo no Brasil por conta de uma exposição realizada pelo Santander que faz apologia à pedofilia e à zoofilia. Alguns dizem que a arte deve "transgredir", outros dizem que a arte devem trazer beleza.

Entre esses dois extremos, eu me coloco do lado daqueles que dizem que a arte deve trazer a beleza. Mas beleza tem um significado teológico muito forte. É preciso definí-la.  Para engrandecer o ser humano, a arte deve ter uma verdadeira beleza. Os desfiles militares nazistas e comunistas são muito belos, mas qual o caminho para o ser humano que traçam?

Nada é imparcial, as coisas têm lados teológicos. A arte leva pessoas para algum lado no espectro do que é bom e mal. E aí chegamos na necessidade de dizer o que é bom e mal, e seguramente, teremos de falar de Deus, pois sem ele não há base para se dizer o que é bom e mal.

Eu vou dar um exemplo, usando duas músicas, de dois ilustres compositores brasileiros, Chico Buarque e Roberto Carlos. Eles são, vamos dizer assim, teologicamente bem diferentes em suas músicas. Eles têm também origens bem diferentes. Chico é filho ilustre de um escritor, Roberto Carlos não tem família ilustre, nasceu modesto em Cachoeiro de Itapemirim.

Eles possuem uma música sobre o mesmo tema: cotidiano (ou rotina) da vida de um casal.

A música de Chico Buarque se chama "Cotidiano" e o personagem da música quer escapar todos os dias das garras do casamento e detesta a rotina que têm. Detesta até os carinhos da esposa. A esposa dele é apenas como "toda mulher". O que isso significa? Que a rotina é péssima, se afaste de casamento, o bom seria estar livre disso.

Veja abaixo:




A música de Roberto Carlos se chama Rotina e exalta a rotina, exalta o amor do marido pela esposa, exalta o casamento, o quanto o marido deseja estar perto da esposa. E o quanto ele detesta ter de trabalhar e se afastar da rotina do casamento.





Qual é mais bonita? Qual é a melhor em termos teológicos? Qual é a que ensina o que é divino?