sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Minhas Publicações: Islã, Terrorismo, Mudança Climática, Finanças Internacionais, Commodities.


Após o anúncio da publicação do artigo mais importante de minha carreira profissional (até agora), por uma revista acadêmica do Reino Unido, eu me sinto mais confortável de divulgar minhas publicações. Alguns leitores do meu blog, como Nik, avmss e Duddu, em um momento ou outro, pediram para que eu fizesse isso.

Vocês vão ver que eu tenho escrito sobre coisas muito diferentes e, graças a Deus, tenho conseguido publicar, depois de muito esforço. Pois como os assuntos são bem distintos eu acabo enfrentando grupos de analistas bem diferentes, que não fazem parte da minha área de formação natural, e por isso eles  têm mais facilidade de negar o artigo. Eu sou um completo estranho para os avaliadores e editores dos journals. Por isso, fico mais orgulhoso quando consigo publicar, pois é um sinal de que a ideia do meu artigo foi bem convincente.

As minhas publicações vão desde questões econômicas brasileiras até um artigo que trata exclusivamente sobre a religião islâmica.

O artigo que publico este mês se chama Trying to Catch the Deluge: Shari'ah, Terrorism and Religious Freedom, que poderia ser traduzido por "Tentando Conter o Dilúvio: Sharia, Terrorismo e Liberdade Religiosa". Eu considero este o artigo mais importante que já escrevi. Foram quase três anos de estudo e eu o apresentei em quatro países diferentes. 

No artigo, eu discuto como o Islã trata o "Povo do Livro" (judeus e cristãos), terrorismo, e liberdade religiosa, além de analisar se Alá comanda que os fiéis amem o inimigo (infiel ou pecador), como Cristo fez. Faço toda a análise observando o que diz o Alcorão.

E por que dilúvio no título? Porque no artigo eu faço uma crítica às ciências sociais de hoje em dia que abandonaram completamente o conhecimento sobre teologia (revelada ou natural), mas continua falando de assuntos extermamente relacionados a religião, como Sharia, Terrorismo e Liberdade Religiosa. O dilúvio é porque o conhecimento sobre religião exige muito do estudioso, é um conhecimento muito vasto, mas os modernos tentando conter a dimensão desse conhecimento para falar de religião, como se tentassem não enxergar um dilúvio ou tentassem conter um dilúvio com um copo de papel.

O título também é inspirado em uma música que gosto muito, chamada Don't Dream Its Over, do grupo Crowded House.  Eu já coloquei a letra desta música aqui no blog e um vídeo de Susan Boyle cantando-a.

Bom, este paper ainda não está disponível na internet no site do journal. Eu pedi hoje que o editor fizesse pequenas modificações ainda. Assim, que tiver pronto eu posso enviar para quem quiser do blog. Basta me passar uma mensagem com um email, eu não publicarei o email.

Este ano eu publiquei outro artigo, dessa vez sobre commodities e industrialização no Brasil. Vejam abaixo minha lista de artigos, muitos podem ser acessados na internet. Não são muitos artigos, tenho amigos que publicaram 5 vezes mais, mas são todos importantes para mim, revelam uma fase da minha vida profissional e todo esforço que fiz para publicá-los.

Journal of Law of Justice - Reino Unido
Artigo “Trying to Catch the Deluge: Shari'ah, Terrorism and Religious Freedom" a ser publicado em novembro de 2014.


Escola de Administração Fazendária –ESAF
Artigo “Desafios na Terra Média: Commodities e Indústria no Brasil" publicado no Caderno de Finanças Públicas, n.13. dez/2013, pp 133-173. Disponível em http://www.esaf.fazenda.gov.br/a_esaf/biblioteca/cadernos-de-financas-publicas

Journal World Environment - Estados Unidos
Artigo “The Immoderate Complexities to Model Government and the Environment”, 2012, Volume 2, Number 5. Disponível no site http://www.sapub.org/journal/archive.aspx?journalid=1004&issueid=713

Ambivium Institute Press - Estados Unidos
Artigo “Tear Down this Wall: The Tri-Border Area Terrorism”. Incluído no livro  Global Security: Flexibility, Issues, and the Thin Lines on the War Against Terrorism. Ed. Nubert Boubeka. Ambivium Institute Press. 2012. Disponível na Amazon: http://www.amazon.com/Global-Security-Flexibility-Against-Terrorism/dp/0615644376/ref=sr_1_1?ie=UTF8&qid=1363956242&sr=8-1&keywords=boubeka

Donetsk: Donetsk National Technical University, 2011 - Ucrânia

Journal of Risk Finance – Estados Unidos
Artigo “10 Years’ Analysis on Sovereign Risk: Noise Rater Risk, Panels and Errors”. Volume 10, Issue 2, April 2009, pp 107-130.

Contexto Internacional – Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro
Artigo: “Mudança Climática e Gasto Público”, vol 30, nº 1, 2008.

Prêmio do Tesouro Nacional
Obtida menção honrosa pelo artigo “Gerenciamento de Risco Soberano: Fatores Observados e Erros Praticados pelas Agências de Classificação de Risco”, publicado em 2005.

Revista da Associação Brasileira de Orçamento Público
Artigo: “Os impactos da Lei Complementar nº. 87”. Publicado em 1997.


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Vejam se os artigos interessam a vocês. E se quiserem meu novo artigo, me enviem um comentário com o email de vocês.



Caros, vou viajar. Só volto a publicar posts a partir do dia 27/11. Até lá. 


quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Contaram os Mortos do Terrorismo em 2013: Aumento de 61% em 10 mil (!) Ataques.


O Institute for Economics and Peace acompanha o número de mortos do terrorismo global. E o númeors são assustadores. No relatório do Instituo de 2014, que avalia os mortos do ano anterior, observou-se que em 2013 houve quase 10 mil ataques terroristas, isto mesmo quase 10 mil ataques em apenas um ano, aumento de 44% em relação ao número de ataques de 2012. Nestes ataques, quase 18 mil pessoas morreram, um aumento de 61% no números de mortos pelo terror em relação a 2012.

Mais de 80% dos ataques terroristas foram concentrados em apenas 5 países: Iraque, Afeganistão, Paquistão, Nigéria e Síria. No Iraque houve aumento de 164% (!) no número de mortes.

O que estes países têm em comum?

Quatro grupos terroristas foram responsáveis por 66% de todas as mortes: ISIS, Boko Haram, Al Qaeda e Talibã.

Apesar da concentração em poucos países há aumento do terror em muitos outros países: Bangladesh, Burundi, República Centro-Africana, Costa do Marfim, Irã, Israel, Mali, México, Myanmar, Sri Lanka e Uganda.

Vejam gráfico abaixo.




quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Papa Bento XVI em Ação. Corrige Texto de 1972 e Atinge Cardeal Kasper


O cardeal Kasper costuma mencionar o artigo do Papa Bento XVI de 1972, em que o então cardeal Ratzinger defendeu a comunhão para divorciados que se casaram novamente. Mas agora foi feita uma edição das obras do Papa Bento XVI, e ele resolveu editar este artigo e mudar esta conclusão, retirando as palavras usadas por Kasper e defendendo no lugar um aprimoramento do processo de anulação de casamento.

Em 1972, o cardeal Ratzinger dizia que o casamento era sim indissolúvel, mas se um segundo casamento por um longo período fosse para engradecimento moral e elevação da fé talvez pudesse ser admitido que recebesse a comunhão. Agora, o Papa Bento XVI mudou todo este argumento ressaltando a indissolubilidade do casamento e afastando a hipótese de comunhão de divorciados que se casaram novamente.

A revelação da edição do artigo foi feita pelo jornal alemão Suddeutsche. O jornalista que escreveu sobre o assunto não gostou da edição do artigo feita pelo Papa Bento XVI. Mas eu adorei.  

Quem me sugeriu este artigo do Suddeutsche, foi o site Dyspetic Mutterings. Lá ele inclui um link para a tradução para o inglês do que disse o jornal, usando o Google Translate, que sempre traz uma tradução rápida mas ruim. Mas vou fazer o mesmo que o Dyspetic Mutterings e disponibilizar um link para a tradução dessa feita para o português. Aqui vai.

O Papa Bento XVI está "alive and kicking" (vivo e chutando) os que atacam a doutrina.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

O Que é a Palestina? Hoje, Mais um Ataque Terrorista.


Vejam esta bandeira acima. Vocês acham que uma bandeira da Palestina teria uma Estrela de Davi? Pois é, a bandeira da Palestina já foi esta.

Por quê? Porque a ideia de uma região chamada Palestina, veio dos Romanos, no ano 134 d.C, depois que eles expulsaram os judeus. O nome Palestina é derivado de Filisteus, inimigos históricos dos judeus na Bíblia. Quem deu o nome Palestina não foram muçulmanos, mesmo porque o Islã só surgiu depois de 5 séculos após o nome Palestina. E o nome Palestina é muito posterior ao povo que habita a região ha milhares de anos.

A bandeira acima é de 1939, antes da criação do Estado Judeu em 1948.

Depois os árabes adotaram o nome Palestina. Mas não existe um povo palestino, o que existe são habitantes não judeus descendentes de diversos países, que após conflitos contra Israel resolveram se chamar palestinos. A ideia de povo palestino, então, existe apenas em contradição ao Estado de Israel e não como povo culturalmente da região.

É o que explica, em um excelente texto Robert Spencer, mostrando um enciclopédia francesa de 1939 que contava a bandeira acima.

Hoje vemos no novo ataque contra judeus dentro de uma sinagoga, que acabou mantando americanos e um britânico, feito pela Frente pela Libertação da Palestina. Terroristas usaram facas e machados para matar. Terrível.

O conflito Israel-Palestina não é simples. Mas não é muito difícil saber qual lado tem uma ideologia que defende a vida e qual tem uma ideologia de morte, apesar da condenação ao ataque feita pela Autoridade Palestina, que só manda em parte da chamada Palestina e foi expulsa da Faixa de Gaza por outros "palestinos".

Os "palestinos" até comemoram a matança de civis judeus nas ruas da Faixa de Gaza. Como pode? Bom, vejamos o que diz a ideologia destes "palestinos".


segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Livro: A Guerra do Islã contra o Cristianismo. E o Silêncio do Papa.


Michael Coren autor de um livro best seller chamado Why Catholics are Right (Por que Católicos estão Certos), acaba de lançar outro livro chamado Hatred: Islam´s War on Christianity (que poderia ser traduzido como Ódio: A Guerra do Islã contra o Cristianismo). Parece-me muito bom, dentro da linha de livros que eu já recomendei aqui, como o sensacional Crucificed Again, de Raymond Ibrahim.

O especialista em Islã, também católico, Robert Spencer, comentou o livro de Coren no site Truth Revolt, tecendo considerações sobre a atuação do Papa Francisco.

Vou traduzir aqui parte do que disse Spencer sobre o livro, em azul.

Na semana passada, Kirill, Patriarca de Moscou, escreveu uma carta a Himari Hussain, o presidente do Paquistão, pedindo que ele perdoasse Asia Bibi, uma mulher cristã que foi condenada à morte sob a acusação de blasfêmia contra o Islã.

"Seria uma perda irreparável para a sua família, e seus parentes e amigoso" se ela morresse, Kirill escreveu, e iria "causar um grande dano para o diálogo islâmico-cristão e também pode agravar a tensão entre cristãos e muçulmanos, tanto em Paquistão e em todo o mundo ".

A amarga ironia é que a quimera de diálogo islâmico-cristão é o que tem mantido todos os demais líderes cristãos no Ocidente de falar contra a crescente horror da perseguição muçulmana aos cristãos em todo o mundo. Em seu breve mas completo novo livro, Hatred: Islam's War on Christianity, Michael Coren expõe toda a história horrível e terrível: como leis estabelecendo status de segunda classe para os cristãos e um nível contínuo, legalmente sancionado de assédio e perseguição islâmica; como os muçulmanos que perseguem os cristãos de hoje estão seguindo escrupulosamente essas diretrizes, que são considerados ser a lei do próprio Deus; e como os cristãos de hoje estão sofrendo níveis de perseguição não vistos desde os dias em que o cristianismo era uma seita desprezada e proibida no Império Romano - e em alguns casos, os muçulmanos contemporâneos fazem os antigos romanos parecer multiculturalistas tolerantes.

Síria, Iraque, Egito, Paquistão, Irã, Indonésia, África e em outros lugares - praticamente todos os lugares que os cristãos vivem entre muçulmanos hoje, Coren mostra que eles estão sendo perseguindo. Na Síria e no Iraque, Coren detalha como esta perseguição chegou a tal nível que as comunidades cristãs que viveram naqueles países desde o tempo de Cristo foram totalmente dizimadas e provavelmente nunca mais vão voltar .

Indiscutivelmente tão horrível como as contas desta perseguição, no entanto, é a informação que Coren inclui sobre como os líderes cristãos no Ocidente têm reagido a essa perseguição. Enquanto os líderes cristãos estendem a mão amiga e chamam para o diálogo com os muçulmanos, Coren escreve, "simplesmente não há reciprocidade genuína. Os líderes muçulmanos que são corajosos o suficiente para chamar para o diálogo e compromisso semelhante tendem a falar para as comunidades islâmicas pequenas e geralmente marginais, e eles são geralmente ignorados ou mesmo condenado pela maior parte do mundo muçulmano...não há nenhum compromisso por parte do Islã para reformular sua relação com o cristianismo. "

No entanto, apesar de tão óbvio como isso é, todos os demais líderes cristãos se apegam à falsa esperança de "diálogo", a tal ponto que eles hesitam mesmo de dizer qualquer coisa em defesa de seus irmãos perseguidos. Patriarca Kirill é uma das poucas excepções a esta, e é singular entre os principais líderes cristãos em tomando conhecimento da situação de Asia Bibi. Em janeiro passado, Asia Bibi apelou ao Papa Francisco. Segundo o máximo do que eu tenho conhecimento, ela não obteve resposta dele.

Este é, naturalmente, o mesmo Papa Francisco, que escreveu que " a leitura adequada do autêntico Islã se opõe a todas as formas de violência" - uma declaração que Coren caracteriza como "otimista ao ponto do absurdo ou mesmo irresponsabilidade.

No entanto, o que é bom de todo esse "diálogo" se ele não faz nada para acabar com a perseguição dos cristãos que Coren descreve tão dolorosamente em ódio?

E em nossos dias, como Michael Coren mostra em ódio, novos santos e mártires estão sendo feitos todos os dias. Que o livro de Coren seja um catalisador para trazer-lhes o reconhecimento que merecem.

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Eu diria o seguinte sobre o Papa Francisco e os terroristas islâmicos.

O Papa Francisco tem falado de vez em quando sobre a perseguição aos cristãos no Oriente Médio, mas ao meu ver suas palavras são como aquelas que saem da boca da ONU: "precisamos que a comunidade internacional faça alguma coisa, blá, blá, blá...".

E ele nunca pediu intervenção armada, chegou apenas a dizer que era preciso "parar" os terroristas. Mas, em seguida, alertou que não estava defendendo a guerra. Como seria então esse "parar"? Ele não revelou.

O que ele acha das bombas lançadas pelos Estados Unidos sobre o Estado Islâmico, grupo terrorista que continua decapitando gente na Síria e no Iraque? Se os aliados derrotarem o Estado islâmico, ele vai elogiar a ação armada?

Ai, minha paciência..

Compremos os livros de Coren, parecem muito bons.

(Agradeço a indicação do livro de Coren ao site Jihad Watch)

domingo, 16 de novembro de 2014

Vídeo mais Bonito que vi na minha Vida.


E tem um sentido muito pessoal.

A esposa de Chris Picco faleceu e os médicos tentaram salvar a criança em seu ventre, que estava na 24a semana. A criança recebeu um nome: Lennon James Picco e foi para incubadora.

Durante este período, Chris acompanhava de perto seu fragilíssimo filho e percebeu que Lennon se mexia quando ouvia música. Então ele pediu autorização para cantar para Lennon.

E ele cantou uma música que eu adoro. Durante um momento bem difícil da minha vida, esta música me estimulava a continuar, coloquei parte da letra da música em minha tese de doutorado.

A música se chama Blackbird, de autoria de Paul McCartney e John Lennon.

Lennon James Picco não sobreviveu, infelizmente, mas Chris, seu pai, mostrou que qualquer vida tem um imenso valor. Chris declarou: 

I am so thankful for the four unforgettable days I got to spend with him.

Vejam Chris cantando Blackbird para Lennon James Picco.





Muito obrigado, Chris Picco.

Rezemos por Chris. Que Deus tenha Ashley e Lennon Picco.

Viva a Vida!

sábado, 15 de novembro de 2014

Vídeo: 100 Anos do Natal da Primeira Guerra Mundial.


Durante o Natal de 1914, no front de guerra entre ingleses em alemães, eles pararam o conflito ao som de Noite Feliz, e se cumprimentaram, trocaram presentes e até jogaram futebol. Esta história belíssima foi contada pelo History Channel.

Eu tenho verdadeira devoção pela música Noite Feliz, já contei a história desta música aqui no blog, que tem letra de um padre austríaco e tem até museu dedicado a ela.

No Natal deste ano celebra-se 100 anos da trégua mais bonita da história da humanidade. Trégua que já foi motivo de filme, chamado Feliz Natal (Joyeux Noel).

Aproveitando a comemoração dos 100 anos da trégua, uma belíssima propaganda da rede supermercados britânica Saisnbury's foi feita para o Natal. Apesar de eu achar a descrição do History Channel, por contar com relatos de testemunhas daquele momento, bem mais sensacional.

Eu não consegui baixar para o blog o vídeo do History Channel, vejam lá no site do canal, clicando no vídeo The Christmas Truce. Abaixo, a bela propaganda da Sainsbury's.





Que todos meus queridos amigos do blog tenham uma Stille Nacht neste natal.


(Agradeço a indicação dos vídeos ao site The Crescat)

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Eugenia: Churchill, Roosevelt e até Helen Keller apoiavam. Mas Nossa Senhora de Lourdes explicou.


É impressionante, mas é corriqueiro, ver líderes da elite política e intelectual, defender a cultura da morte: aborto, eutanásia, casamento gay e eugenia. Líderes políticos e intelectuais (incluindo artistas famosos) muitas vezes acham que têm respostas para o mundo, que podem resolver os problemas dos pobres, que os pobres, leigos e pouco alfabetizados são estúpidos que precisam ser conduzidos por eles.

Assim, a lista que Matthew Archbold sobre personalidades renomadas que apoiavam a eugenia, método que estimula a morte de que é considerado incapaz, não me assustou, até o ponto em que incluiu Helen Keller, que ficou cega e surda quando tinha apenas 19 meses de idade, mas conseguiu vencer na vida e ser a primeira surda e cega a se formar e ser líder na sua área. Apesar de Keller ser membro do Partido Socialista, ideologia que prega o ateísmo, era de se supor que ela defenderia a vida de todos. Ela certamente seria considerada incapaz quando era criança pelos eugenistas.

Archbold reporta 7 famosos que eram eugenistas, além de Hitler: Theodore Roosvelt, Winston Churchill, George Bernard Shaw, H.G.Wells, Alexandre Graham Bell, Francis Crick e Helen Keller.

Como Archbold diz, é muito deprimente vendo pessoas respeitadas defendendo a morte de quem eles consideravam incapazes.

Mas ao fim do texto, Archbold conta a história do "Pai da Câmara de Gás", um ateu francês vencedor do Prêmio Nobel de Medicina, chamado Alexis Carrel, que foi convertido pelos milagres de Nossa Senhora de Lourdes, que ele não soube explicar.

Antes de se convencer dos milagres em Lourdes, Carrel promoveu a eugenia na França, colaborou com os nazistas, foi membro honorário da academia de ciências da União Soviética. 

Vejamos o que diz Archbold, traduzo em azul.

Alexis Carrel era ateu confesso que recebeu o Prêmio Nobel em 1912 e apareceu na capa da revista Time com Charles Lindbergh (também um defensor da eugenia.) Esse cara era tão popular na França que as ruas foram nomeadas em sua homenagem. Ele também foi um dos principais eugenistas da época.

Em 1935, Carrel publicou um livro que argumentou que os seres humanos "desviantes" devem ser suprimidos para aumentar a "aristocracia hereditária". (Eu sempre me pergunto se eles são tão superiores, por que eles precisam de tanto para aumentar de tamanho.)

Carrel era tão extremista que ele tem sido chamado de "Pai da câmara de gás."

"A criação da eutanásia, equipado com um gás apropriado, permitiria a eliminação humanitária e econômica daqueles que matariam, assaltariam à mão armada cometidos, raptariam crianças, roubariam a confiança da população pobre", Carrel escreveu em seu livro Man, este Desconhecido.

Carrel tinha um segredo, no entanto. Ele havia testemunhado um milagre em Lourdes que ocorreu em 28 de maio de 1902, quando ele conheceu Marie Bailly, uma jovem morrendo de tuberculose em seu caminho para Lourdes. Ela estava tão perto de morrer que os médicos se recusaram a operá-la. Em 25 de maio de 1902, ela entrou escondida em um trem que transportava pessoas doentes a Lourdes. Ela entrou escondida porque esses trens eram proibidos de transportar pessoas morrendo por medo de contágio.

Às duas horas da manhã seguinte, ficou claro que ela estava morrendo. Carrel foi chamado. Ele deu-lhe morfina e ficou com ela, e diagnosticou com um caso fatal de peritonite tuberculosa. Em 27 de maio, ela insistiu em ser levado para a gruta, embora os médicos temiam que ela morreria no caminho até lá. Ao chegar na gruta de Lourdes, um pouco de água da gruta foi derramada em seu abdômen doente.

Por incrível que pareça, Carrel observou como seu abdômen distendido enorme e muito duro começou a nivelar e suavizar. À noite, ela sentou-se em sua cama e jantou. Na manhã seguinte, ela se levantou sozinha e já estava vestida quando Carrel a viu de novo. Ela estava curada. Carrel perguntou o que ela faria com sua vida agora. Ela lhe disse que iria se juntar as Irmãs da Caridade e passar sua vida cuidando dos doentes. E assim ela fez.

A parte anti-religião de Carrel se recusou a aceitar a possibilidade de um milagre por anos. Ele era um teórico da eugenia sem uso para Deus. Por muitos anos, Carrel tentou explicar a cura de Marie a "forças psíquicas" e outras explicações esfarrapadas. Mas Carrel não poderia abalar o que viu e voltou a Lourdes novo e de novo por causa de sua incapacidade de explicar plenamente o que ele tinha visto. Em sua terceira viagem a Lourdes, em 1910, Carrel viu uma criança de 18 meses de idade recuperar sua capacidade de ver.

Chegando ao fim de sua vida, Carrel finalmente aceitou o que tinha visto e recebeu os sacramentos da Igreja e morreu reconciliado com Deus. Estranhamente, o mundo da ciência parou de o saudar como um gênio do seu tempo.

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Hoje em dia, milhões de casais pelo mundo praticam eugenia, especialmente depois de fazer ultrassom e ver que o filho vai nascer com alguma anomalia. Não é mais necessário que a elite defenda a eugenia, a cultura da morte está muito mais presente. Abandonamos Deus, mesmo depois do fim do comunismo.

A luta contra a eugenia agora é dentro de nossas famílias e não contra líderes e intelectuais estúpidos.

Leiam todo o texto de Archbold.


(Agradeço a indicação do texto ao site Creative Minority Report)