domingo, 26 de junho de 2016

Trailer do Filme sobre Herói da Guerra Fria. Baseado Fatos Reais. O Espião Polonês que Salvou o Mundo.



Ryszard Kuklinski (foto acima com João Paulo II) nasceu em Varsóvia em 1930. seu pai foi da Resistência Polonesa contra os Nazistas, e morreu em um campo de concentração. Depois da guerra, Kuklinski conseguiu subir na carreira no exército polonês que estava dominada pelos comunistas da União Soviética. Ele chegou a trabalhar entre os generais poloneses.

Depois de ver como os soviéticos tratavam os poloneses e os tchecos e de descobrir que a União Soviética planejava uma Terceira Guerra Mundial, que sacrificaria todos os habitantes da Polônia, resolveu escrever uma carta para a embaixada dos Estados Unidos em Bonn e se tornou o mais importante espião da CIA dentro da Polônia.

É relatado que Kuklinski deu mais de 40 mil páginas de informações e fotografias dos soviéticos aos americanos. Incluindo o plano completo da União Soviética para atacar a OTAN. O site dedicado a Kuklinski diz as ações dele salvaram a Polônia duas vezes de invasão destrutiva pelos soviéticos. É possível comprar um dvd com muitos documentos do trabalho de espião feito por Kuklinski, inclusive sua carta de 1972 se oferecendo para ser espião para a CIA.

Em 1981, Kuklinski foi descoberto, mas a CIA conseguiu levar ele e sua família secretamente para os Estados Unidos. Pouco antes da lei marcial da Polônica contra o sindicato Solidariedade.

O diretor da CIA, William Casey, em carta ao Presidente Ronald Reagan, disse que "Em 40 anos ninguém fez mais prejuízos ao comunismo do que Kuklinski".

Apesar de morar nos Estados Unidos, mudar de nome e de endereços várias vezes, os dois filhos de Kuklinski morreram em circunstâncias suspeitas. Um foi atropelado por um caminhão sem placa e o motorista fugiu e o outro morreu quando pescava em dias de mar tranquilo.

Kuklinski nunca disse que as mortes foram vingança de comunistas, mas também nunca descartou essa hipótese.

Kuklinski morreu em 2004, na Flórida, recebeu honras militares da CIA e seu corpo foi levado para a Polônia. O local onde estar enterrado de vez em quando sofre ataques de comunistas raivosos com ele até hoje, com pichações no túmulo.

Você pode ler como a CIA é agradecida a Kuklinski, clicando aqui.

Agora surgiu um fillme polonês sobre Kuklinski, chamado Jack Strong, que era seu codinome como espião. O filme é baseado no livro A Secret of Life que conta a história de Kuklinski.

Vejam trailer abaixo.





(Agradeço o início das informações obre Kuklinski ao site National Catholic Register)

sábado, 25 de junho de 2016

Reino Unido Traz Ar de Liberdade ao Mundo



Que legal, ninguém esperava, nem mesmo os líderes do movimento pela saída do Reino Unido da União Europeia. Nick Farage e Boris Johnson já tinham declarado que perderiam. Aí, o povo britânico, mais especificamente, o povo inglês e galês, disseram um Não forte a União Europeia.

Estou naqueles dias que tenho inveja de um povo. Mesmo debaixo de torrente de chuva, de ameaças de todo tipo vindas do primeiro-ministro Cameron, do FMI, de banqueiros, de outros líderes da Europa e até do Obama, a votação teve a maior participação popular da história do Reino Unido e o povo disse Não ao medo. E pensou no futuro.

Como mostrou o site Drudge Report, Obama e Hillary estão do lado errado da história.

Agora, o resultado do Reino Unido é contagioso e levantará aqueles que entendem como a União Europeia é anti-democrática, e querem ter domínio sobre as decisões de seus países.

O que acontecerá agora?

Nada mais do que negociação. O novo líder do Reino Unido vai negociar com a União Europeia uma saída tranquila. No momento, ele deve enfrentar ameaças daqueles que perderam e estão desesperados, com medo de que outros países deixem a União Europeia. Mas eles entenderão que ameaçar não atrai apoio para eles e terão que negociar.


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PS: Postagem publicada originalmente no dia 24 de junho (tive um problema no blogger e tive que republicá-la)

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Dados do Congresso Americano: Centenas de Tentativas de Ataque Terrorista nos EUA. 711 Pessoas Condenadas por Terrorismo.



A rede de televisão Fox News divulgou dados do Congresso dos Estados Unidos sobre os ataques e tentativas de ataque terroristas nos Estados Unidos. São centenas de tentativas de ataque terrorista, a maioria não ocorre porque algum informante ou cidadão denuncia na polícia.

Desde os ataques às torres gêmeas em 2001 até 2014, 580 pessoas condenadas por terrorismo nos EUA, sendo 380 estrangeiros, e 40 que admitiram ser refugiados. De 2014 até junho de 2016, 131 pessoas foram acusadas de terrorismo.

De 2001 a 2014, o Estado de Nova York tem a mais alta concentração, teve 77 casos de terrorismo diagnosticado, em segundo lugar vem a Califórnia, seguida pela Flórida. São estados Estados turísticos.

A maioria dos terroristas veio do Paquistão e 1 veio do Brasil. Entre os latino-americanos, os colombianos, por conta das FARC, foram os que mais tentaram ataques terroristas nos Estados Unidos.

De 2001 a 2014, a al-Qaeda liderava como grupo terrorista tentando atacar os Estados Unidos, agora é o Estado Islâmico.

Vejam alguns gráficos:

- De 2001 a 2014




 De 2014 até  06/2016




Se é assim nos Estados Unidos, é assim também na Europa. E lembrem que a administração Obama resiste a implicar qualquer um em atos de terrorismo e que aumentou em muito o número de refugiados de países islâmicos no país. Assim como faz a Europa.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Que Tipo de Gente Vota para Permanecer ou Sair da União Europeia no Reino Unido?



Eu já morei no Reino Unido. Se fosse eleitor de lá, votaria pela saída do país da União Europeia, principalmente porque a União Europeia força os países a aceitarem políticas sociais anti-cristãs e destrói as culturas nacionais. Além disso, em termos econômicos, o Reino Unido escapou da moeda unica, a moeda única é disfuncional, mas ainda tem vários problemas econômicos que são provenientes da União Europeia, como a dificuldade de fazer relação comercial com países fora do bloco. Sem falar, no problema da imigração exagerada de muçulmanos.

Amanhã, o Reino Unido vai decidir, as pesquisas mostram ligeira vantagem para a permanência no bloco, e o assassinato de uma deputada que defendia a permanência por um louco piorou as coisas, mas há ainda muitos indecisos.

Pesquisa do The Telegraph mostra qual tipo de eleitor vota pela permanência e pela saída do bloco.

Pode-se dizer que quanto mais esquerdista, mais jovem, mais rico, mais graduado, mais morar nos limites territoriais e for mulher, maior a chance de votar pela permanência.

Quanto mais de direita, mais velho, mais conservador, mais pobre, menos educado profissionalmente e morar interior do país, maior chance de votar pela saída do bloco.

Pode-se dizer então que o partido que está mais a direita, UKIP, é o partido do povo no Reino Unido, pois o povo pobre apoia a saída do bloco, assim como o UKIP.

O partido mais a esquerda está junto dos ricos que em geral têm formação universitária.

Vejamos os gráficos para classe social e por partido.





Vejam o resto dos gráficos de cada fator clicando aqui.

E veja abaixo os argumentos de cada lado para

The arguments for and against


The key arguments for and against staying in the EU - in a nutshell
  • IMMIGRATION

    Leave:

    Britain can never control immigration until it leaves the European Union, because freedom of movement gives other EU citizens an automatic right to live here.

    Stay:

    Leaving will not solve the migration crisis but bring it to Britain’s doorstep because border controls from the Continent will move from Calais in France to Dover in UK.
  • CRIME

    Leave:

    The European Arrest Warrant allows British citizens to be sent abroad and charged for crimes in foreign courts, often for minor offences. Exit would stop this.

    Stay:

    Rapists, murders and other serious criminals who convict offences in Britain can only be returned once fleeing abroad thanks to the European Arrest Warrant. Exit would stop justice being done.
  • TRADE

    Leave:

    Britain’s links with the EU are holding back its focus on emerging markets – there is no major trade deal with China or India, for example. Leaving would allow the UK to diversify its international links.

    Stay:

  • LAW

    Leave:

    Too many of Britain’s laws are made overseas by dictates passed down from Brussels and rulings upheld by the European Court of Justice. UK courts must become sovereign again.

    Stay:

    The exit campaign has over-exaggerated how many laws are determined by the European Commission. It is better to shape EU-wide laws from the inside rather than walking away.
  • JOBS

    Leave:

    The danger to jobs has been over-exaggerated. By incentivising investment through low corporation tax and other perks Britain can flourish like the Scandinavian countries outside the EU.

    Stay:

    Around three million jobs are linked to the EU and will be plunged into uncertainty if voters plump for exit, as businesses would be less likely to invest if the country was outside Europe.
  • CLOUT

    Leave:

    Britain does not need the EU to prosper internationally. By re-engaging with the Commonwealth the UK can have just as much clout as it does from inside the EU.

    Stay:

    Britain will be “drifting off into the mid-Atlantic” if it leaves the EU, as Nick Clegg likes to say. In a globalising world the UK’s interests are best protected by remaining part of the EU block, with American and Chinese leaders indicating as much.
  • FINANCE

    Leave:

    Talk of capital flight is nonsense. London will remain a leading financial centre outside the EU and banks will still want to be headquartered in Britain due to low tax rates.

    Stay:

    Banks will flee the UK and the City of London collapse if Britain votes for exit, because the trading advantages of being inside the EU help boost banks' profits.
  • SOVEREIGNTY

    Leave:

    The British Parliament is no longer sovereign. With the EU hell-bent on “ever closer union” and further economic integration likely after the euro crisis, it is best to call it quits before ties deepen.

    Stay:

    In a globalised world, every country must work closer with others if the want to flourish economically. A Little Englander desire for isolation will undermine the UK, plus the PM might have won an opt-out to “ever closer union” come the referendum.
  • DEFENCE

    Leave:

    Britain could soon be asked to contribute to a EU Army, with reports suggesting Angela Merkel may demand the Prime Minister’s approval in return for other concessions. That would erode the UK’s independent military force and should be opposed.

    Stay:

    European countries together are facing the threats from Isil and a resurgent Russia. Working together to combat these challenges is best – an effort that would be undermined if Britain turns its back on the EU.